"CURSO BÁSICO DE TEOLOGIA" DO CETEO - CENTRO DE ESTUDOS TEOLÓGICOS





Palestra do Içami Tiba em Curitiba:
1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.
2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar alguém com internet, som, TV, etc.
3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.
4. Confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.
5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.
6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai disse que não ganhará doce, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinqüente. Em casa que tem comida, criança não morre de fome. Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.
7. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.
8. Temos que produzir o máximo que podemos, pois na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio. Não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.
9. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconseqüente, pois aquela informação, de que droga faz mal, não está gerando conhecimento.
10. A gravidez é um sucesso biológico, e um fracasso sob o ponto de vista sexual.
11. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa para fazer uso da droga. A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.
12. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.
13. Homem não gosta quando a mulher vem perguntar: 'E aí, como foi o seu dia?'. O dia, para o homem, já foi, e ele só falará se tiver alguma coisa relevante. Não quer relembrar todos os fatos do dia...
14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.
15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.
16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se desistir ou for mal na faculdade.
17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.
18. Mães, muitas são loucas. Devem ser tratadas. (palavras dele).
19. Se a mãe engolir sapos do filho, a sociedade terá que engolir os dele.
20. Videogames são um perigo. Os pais têm que explicar como é a realidade. Na vida real, não existem 'vidas' (...) Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.
21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.
22. Pai não pode explorar o filho por uma inabilidade que o próprio pai tenha. 'Filho, digite tudo isso aqui pra mim porque não sei ligar o computador'. O filho tem que ensiná-lo para aprender a ser líder. Se o filho ensina o líder (pai), então ele também será um líder. Pai tem que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível o pai pagar para falar com o filho que mora longe.
23. O erro mais freqüente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. Não há hierarquia. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.
24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.
25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que saber qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto que isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.
26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Tem que controlar e ensinar a gastar.
"Você não pode evitar que os problemas batam à sua porta, mas não há necessidade de oferecer-lhes uma cadeira." (Joseph Joubert)
AUTOR: Içami Tiba


Bill Hybells, pastor em Chicago, conta que certa vez foi participar de uma corrida de barcos. Ele era o dono do barco e tinha uma equipe de amadores que o ajudava. O regulamento permitia que um corredor profissional estivesse presente em cada barco para ajudar a equipe.
Ele convidou um dos veteranos corredores americanos. No dia da corrida, toda a equipe estava pronta e aquele corredor chegou. Depois de apresentar a equipe, Bill entregou o comando a ele. Aquele corredor disse que não poderiam sair dali sem antes definir algumas coisas. Em primeiro lugar ele perguntou:
- Qual é a nossa missão?
Todos ficaram se olhando e então alguém respondeu:
- Pretendemos ganhar a corrida.
Então ele disse:
- Ótimo, temos um bom ponto de partida, sabemos onde queremos chegar.
Depois disto ele ainda fez uma porção de perguntas, mas o objetivo inicial já tinha sido definido. A base de um planejamento também é esta. Se não houver a definição da missão da igreja, outras definições que venham a ser tomadas estarão soltas no ar, como pedras de meteorito no espaço. Estas pedras podem se colidir e provocar grandes estragos.
Muitas colisões que existem na igreja ocorrem porque os ministérios estão soltos. Talvez alguns deles até tenham uma direção, mas não estão olhando para o mesmo foco, e não tem uma visão geral.
A elaboração de uma declaração de missão
Muitos líderes argumentam que a igreja não precisa definir uma missão, pois ela já foi definida por Jesus. Isto é correto. Não dá para inventar uma nova missão para a igreja, diferente da que Jesus deixou.
No entanto, uma comparação simples torna possível entender uma coisa. Quando se pergunta qual é a missão de uma empresa de informática, a resposta é: fornecer tecnologia. Esta era a resposta que a IBM tinha anos atrás, antes que Bill Gates fundasse a Microsoft. Todas as empresas de informática eram iguais e pareciam ter a mesma missão. Depois que a Microsoft foi fundada, ela definiu como missão “ter um computador em cada casa do mundo”. Só que ela nunca fabricou um computador. O objetivo era: onde existir um computador a Microsoft teria um software instalado. Isto fez com que uma empresa criada na garagem com alguns jovens malucos se tornasse a maior do mundo. E a IBM? Ela quase desapareceu, e teve que se reinvetar para sobreviver.
Quando dizemos que todas as igrejas tem a mesma missão, isto é fato. Entretanto, muitas igrejas estão preocupadas em manter aquilo que sempre fizeram. Elas não contextualizam e nem criam um jeito diferente de fazer aquilo para o qual existem.
Talvez a sua igreja sempre esteve preocupada em manter aquilo que sempre fez. No entanto, é preciso fazer melhor aquilo que já se faz. Peter Ducker diz que “os fatores essenciais ao sucesso de uma missão são: Faça melhor aquilo que você já faz bem, se essa for a coisa certa a ser feita; olhe para fora em busca de oportunidades e necessidades. Um novo padrão é estabelecido quando se faz bem uma coisa. Isto é compromisso com a missão.”
A missão de uma igreja caracteriza o âmago do ministério a ser desenvolvido. Para John Stott, muitos consideram iguais os termos missão e evangelização, missionários e evangelistas e missões e programas de evangelização. Isto seria limitar demais a missão da igreja.
Isto nos leva a pensar em algumas coisas que Jesus afirmou, e que se relacionam com a missão da igreja. Jesus veio para servir e enviou sua igreja para servir ao mundo:
“...tal como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos”. Mateus 20.28
“Assim com tu me enviaste ao mundo, também eu vos envio ao mundo”. João 17.18
“Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também”. João 13.15
Russell Shedd afirma que: “A vontade de Deus para Jesus Cristo é também a vontade de Deus para a igreja”. Considerar a missão da igreja apenas evangelizar é superficilizar sua missão. Uma missão superficial gera um ensino superficial e realimenta um ciclo vicioso.
Para refletir
Uma igreja precisa tomar aquilo que Jesus nos deixou como missão, pensar na profundidade e extensão disto e contextualizar isto para esta geração. A falta de reflexão na contextualização da missão leva à superficialidade. A superficialidade da missão leva à superficialidade dos planos.
Todos os hospitais tem a mesma missão, mas em alguns deles nós não queremos nem entrar. Todos os hotéis tem a mesma missão, mas em alguns deles nós não queremos passar nem na porta. Assim é também com a igreja. Todas elas tem a mesma missão, mas algumas decidiram refletir e contextualizar sua missão. Elas entenderam o que Jesus disse há dois mil anos, mas buscaram a ajuda do Espírito Santo para conseguir causar um impacto no século 21.
AUTOR: Josué Campanhã

CETEO (Centro de Estudos Teológicos)
Grade Curricular: 24 Matérias
Aulas: Todas as Segundas-Feiras
Horário: 19:30 hs as 22:00 hs
Local: Igreja Evangélica Assembléia de Deus
Rua da Conceição, nº 146. Viçosa-MG
Mensalidade: R$ 20,00 (Vinte reais).
Diretor: Evangelista Geraldo de Almeida Filho (Geraldinho)
Maiores Informações: (0xx) 31 8807-0678
e-mail: geraldinho@funarbe.org.br
AS AULAS RETORNARÃO NO DIA 10 DE AGOSTO. APROVEITE PARA MATRICULAR.

Mesmo tendo qualidades éticas fora do comum, mesmo esmagado por toda sorte de sofrimento e mesmo sem entender a gritante desarmonia entre uma coisa e outra, o homem da terra de Uz tinha uma noção muito clara e abençoadora da soberania de Deus. O livro que leva seu nome revela essa certeza logo no início.
Imediatamente após a sucessão de desgraças — a perda de todos os bens (11.500 cabeças de gado) e a morte trágica dos dez filhos num único dia —, Jó prostrou-se, rosto em terra, em adoração, e disse: “O Senhor o deu, o Senhor o levou; louvado seja o nome do Senhor” (Jó 1.21).
AUTOR: Elben M. Lenz César


E tudo quanto fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por Ele graças a Deus Pai. (Colossenses 03:17)
A tarefa de educar deve ultrapassar as fronteiras do relacionamento formal de uma sala de aula ou de um auditório; deve alcançar todas as áreas da vida humana. Educar para a vida é a chave para uma sociedade mais justa e mais feliz. Quando o que se ensina/aprende “intra-muros” não tem sua relevância e importância na realidade “extra-muros”, chegamos ao momento de reavaliar métodos, valores e princípios.
Educar é comunicar, interagir num relacionamento educador-educando onde um torna-se o outro e vice-versa. Mas esta comunicação com a qual estabelecemos relacionamento com o outro não consiste de um só aspecto, mas dois: palavras e atitudes. Se desejamos educar para a vida e não apenas para o (mal) cumprimento de nossas obrigações e responsabilidades, devemos estar conscientes de que nossas atitudes “falam” tão alto quanto nossas palavras.
Palavras são importantes neste processo. Segundo Wittgenstein “os limites de nossa linguagem denotam os limites de nosso mundo”. É fundamental que nossos educadores falem cada vez mais e melhor para que os educandos também falem mais e melhor. No entanto, as atitudes também são importantes. Com elas corroboramos ou negamos aquilo que dizemos. Conta-se que certo educador, prestes a proferir uma palestra sobre a liberdade que resulta da educação, constrangeu-se profundamente ao perceber que era escravo de seu vício de fumar. Como falar sobre liberdade sendo escravo? Naquele mesmo dia decidiu que iria deixar o cigarro.
Vivemos dias em que falta coerência entre nossas palavras e atitudes. Quando uma não contradiz a outra é o contrário. Coerência é o imperativo de nosso tempo. Paulo, quando escreve aos colossenses o texto acima, tem em mente esta verdade: é preciso haver coerência entre palavras e atitudes em todas as áreas da vida, ou seja, em tudo quanto fizermos, em palavras ou em ações.
O problema da coerência, entretanto, está na intrínseca incoerência do ser humano. Somos naturalmente incoerentes. Falamos de amor mas odiamos, ao mesmo tempo em que amamos mas proferimos palavras de ódio. Proclamamos liberdade mas escravizamos em nossos sistemas de injustiça e opressão, ao mesmo tempo em que somos capazes de atitudes libertadoras em nome de ideologias escravizantes que queremos legitimar. Confessamos a existência de Deus mas vivemos como se Ele não existisse. Por mais que nos esforcemos, nossa incoerência interna torna-se evidente em nossas atitudes externas.
Como resolver nossa incoerência? Não podemos. É por esta razão que Paulo nos indica o caminho da solução que Deus providenciou: Jesus Cristo, o Senhor. Nossa incoerência só pode ser vencida quando nos permitimos viver na coerência do amor de Deus em Cristo Jesus nosso Senhor. É em seu Nome que encontramos a coerência necessária para falar e agir com justiça e amor. Nossa solução não está em nós nem depende de nós; foi providenciada por Deus na pessoa de Jesus de Nazaré. Se falarmos e agirmos em nome dEle e não no nosso, aí está a coerência que buscamos.
Isto significa, portanto, que educar para a vida, na igreja, na escola, no lar e onde mais se queira fazer isto, é educar a partir do referencial dado por Jesus e de Seu senhorio sobre nossas vidas. A extensão do alcance de seu ato redentor extrapola os limites das realidades espirituais e transcendentes, alcançando e transformando realidades materiais, relacionais e imanentes. Educar para a vida é educar em o Nome de Jesus. A identidade do educador dá lugar à identidade de Cristo, o Senhor. Ele, sim, foi coerente em tudo e para com todos.
Mas não podemos nos esquecer da gratidão. Não podemos educar – nem fazer qualquer outra coisa realmente relevante – sem termos os nossos corações agradecidos. A vida é dom de Deus. A solução da incoerência humana em Cristo é iniciativa graciosa de Deus. O talento para o exercício das atividades pessoais vem de Deus. Nossa tarefa consiste em cumprir nossa vocação e nossa missão em gratidão a Deus. Tudo que nos compete é sermos agradecidos. Assim, a relação educador-educando – que pode ser professor-aluno, pastor-ovelha, pai-filho, etc. – ganha uma dimensão absolutamente nova, onde Deus é a razão principal do exercício coerente da tarefa de educar. É pela mais profunda e absoluta gratidão.
Em tempos como o nosso, onde a incoerência domina as relações entre os seres humanos, e deles com a natureza e o universo, é necessário que recuperemos a dimensão do senhorio de Cristo sobre todos e busquemos a coerência que há em Seu nome. Em tempos de egoísmo e orgulho como o nosso, onde cada um e todos correm atrás de seus próprios interesses e realizações, é necessário que recuperemos a dimensão da gratidão a Deus por todas as coisas. Que Deus nos abençoe nesta tarefa!
AUTOR: Marcelo Gomes

O amigo é como uma pérola de grande valor que só se encontra buscando com muito amor, carinho e sinceridade, o amigo ajuda-nos na perseverança.
"Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai...." (Pv. 27 v.10)
AUTOR: Desconhecido

“Deus não concede o Espírito por medida” – disse João Batista aos seus próprios discípulos, quando o procuraram, confusos, para relatar que Jesus e seus seguidores também batizavam (João 03:34a). Para ele, ninguém poderia receber algo se do céu não lhe fosse dado. Toda verdadeira autoridade é espiritual. E aquele que Deus realmente enviou tem como característica principal o fato de dizer exatamente a Palavra de Deus. João queria que seus discípulos soubessem que sua função era fazer a vontade de Pai, e que esta vontade consistia em revelar Jesus Cristo, seu Filho. “Importa que ele cresça e que eu diminua” – dizia (Jo. 03:30).

