sábado, 17 de setembro de 2016

"ANIVERSÁRIO DE 52 ANOS DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM VIÇOSA-MG"



ESTÃO TODOS CONVIDADOS!



Programação: 


Sábado (17/09) as 18:00hs - Culto de Abertura.
 
Domingo (18/09) as 09:00hs - Grande Desfile saindo da igreja Sede. Quem quiser participar do desfile é só vir com uma camisa branca, pode ser de qualquer tipo, com ou sem estampa, sendo branca é o que importa. 


Domingo (18/09) as 18:00hs - Culto de Encerramento.


Teremos a participação de Cantores da cidade de Goiânia e um deles toca Harpa, um instrumento lindo.

Abraços...

terça-feira, 13 de setembro de 2016

"LIBERDADE CRISTÃ NOS EUA, RÚSSIA, ISRAEL E BRASIL!"

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Embora fossem majoritariamente evangélicos em sua origem, os EUA não privilegiam hoje o evangelicalismo e o governo americano claramente o desfavorece. Nas leis de liberdade religiosa dos EUA, todas as religiões são iguais. Assim, o evangelicalismo que fundou os EUA está oficialmente no mesmo nível do islamismo, do hinduísmo, do catolicismo, da bruxaria, etc.

De acordo com esse sistema americano de igualdade, oficialmente Jesus Cristo está no mesmo nível de Maomé, Belzebu e Satanás. Aliás, nas escolas americanas você pode rezar a Satanás e recitar o Corão islâmico, mas você não pode orar a Jesus Cristo nem recitar a Bíblia.

De acordo com esse sistema, o governo americano não pode honrar sua fundação evangélica acima do islamismo, hinduísmo, catolicismo, bruxaria, etc. Se o governo americano quiser parceria religiosa, não pode dar preferência ao evangelicalismo. É obrigado a dar parceria igual ao islamismo, hinduísmo, catolicismo, bruxaria, etc.

Na Rússia, que é o maior país cristão ortodoxo do mundo, não existe essa igualdade. A Igreja Cristã Ortodoxa é reconhecida pelo governo russo como a maior religião cristã da Rússia. Católicos e evangélicos, que são dois por cento da população russa, são cidadãos religiosos de segunda classe. Os ortodoxos têm lá suas razões para fazer isso com os católicos, considerando que o Vaticano sempre hostilizou a Igreja Ortodoxa, vendo-a como rival de sua supremacia.

Os ortodoxos parecem guardar mágoas contra os católicos por causa de uma invasão de cruzados católicos em Constantinopla, que era a capital da Igreja Ortodoxa. Constantinopla foi saqueada, estuprada e vitimada por causa desse ódio antigo. Embora seu foco tivesse sido em grande parte nos muçulmanos, as Cruzadas católicas vitimaram também multidões de inocentes judeus e cristãos ortodoxos. Mas os evangélicos nunca agiram assim com os cristãos ortodoxos. Daí, os ortodoxos não deveriam colocar os evangélicos na Rússia como cidadãos religiosos de segunda categoria.

O Brasil imita os EUA em liberdade religiosa. Nas recentes Olímpiadas no Brasil, o jogador Neymar, que é um evangélico nominal, foi criticado pelo Comitê Olímpico por usar uma faixa escrita “100% JESUS.” Mas o mesmo Comitê Olímpico não criticou o encerramento oficial das Olímpiadas, o qual mostrou mães-de-santo e uma glorificação descarada das religiões afro-brasileiras.

Muitos cristãos protestaram que isso foi discriminação. Mas o que eles queriam? Eles queriam que o mesmo respeito e consideração dados aos demônios fossem igualmente dados a Jesus? Eles queriam que Jesus fosse igualado aos demônios?

Na democracia de igualdade, Jesus não é melhor do que um orixá ou Satanás. No Jornalismo da TV Cultura em 20 de agosto de 2015, o historiador Leandro Karnal disse: “Se é proibido debochar ou insultar religiões, uma questão que está sendo discutida no Rio de Janeiro, vamos lembrar que satanismo também é religião e quando um pastor começar a mandar sair o demônio de alguém, a gente pode multá-lo porque ele está insultando a fé do satanista, já que o demônio também gera uma religião. Quem quiser atacar o demônio, chicotear o demônio também tem de ser multado porque está insultando a fé em Satanás”.

Muitos podem achar que a luta pela igualdade legal é útil, mas está trazendo mais direitos para Satanás e seus demônios e não glorifica Jesus, e glorificar Jesus é a missão mais importante do cristão. A missão do cristão não é lutar para que Jesus tenha, na democracia, o mesmo valor de Satanás e seus demônios.

Quer as leis reconheçam isso ou não, Jesus está acima dos orixás e de Satanás, que são criaturas caídas condenadas ao inferno. Jesus não é criatura. Ele é o Criador e Senhor. É blasfêmia concordar com leis que igualam criaturas caídas com o Senhor que cria, salva e transforma.

Não gosto do sistema americano atual que nivela Jesus com Belzebu. Se ressuscitasse hoje, George Washington, o primeiro presidente dos EUA, lutaria contra esse sistema, pois ele era favorável à prática, comum no início dos EUA, de que todo político, para ser empossado, deveria declarar juramento, com a mão na Bíblia, de que cria na Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo.

E não gosto do sistema russo que coloca a Igreja Ortodoxa como uma igreja cristã acima das igrejas evangélicas. Mas o sistema atual dos EUA parece muito pior.

Contudo, se os EUA acham o sistema da Rússia pior, por que não criticam também Israel? Assim como na Rússia, os evangélicos em Israel não são mais que 2 por cento. O Centro de Pesquisa Pew nos EUA identificou Israel como um dos países que coloca restrições elevadas nas religiões. O Pew disse:

“Mas a lista de países com restrições elevadas também contém alguns que são amplamente vistos como democráticos, tais como… Israel. A pontuação elevada de Israel se deve ao… seu tratamento preferencial aos judeus ortodoxos. O governo reconhece apenas as autoridades religiosas judias ortodoxas em alguns assuntos de condição pessoal (tais como casamento) com relação aos judeus e emprega a maior parte das verbas religiosas para os judeus ortodoxos, ainda que eles representem apenas uma minoria de todos os judeus em Israel”.

Em seu livro “Perseguidos: A Agressão aos Cristãos” (Thomas Nelson, 2013), Paul Marshall diz:

 “Em outro exemplo, em Israel, o proselitismo é legal enquanto não se oferece benefícios materiais para conversões. Mas elementos dentro do governo às vezes agem como se esse não fosse o caso. Pessoas suspeitas de serem missionárias têm vistos negados e às vezes são presas e obrigadas a pagar fiança e assinar termos de compromisso de não evangelizar. Ocasionalmente, multidões de pessoas atacam igrejas ou outros prédios que abrigam conventos”.

Em comparação com os países islâmicos, Israel oferece muito mais liberdade aos cristãos. Mas em comparação com os EUA, Israel lhes oferece muito menos liberdade. Aliás, se nos EUA os judeus fossem tratados como os cristãos são tratados em Israel, haveria queixas de “antissemitismo”.

A mesma realidade se aplica à Rússia. Em comparação com os países islâmicos, a Rússia oferece muito mais liberdade aos cristãos. Mas assim como Israel protege e privilegia sua religião principal, a Rússia faz a mesma coisa pela Igreja Ortodoxa Russa.

Portanto, a histeria da mídia americana contra a Rússia é sem base. Quando a Rússia estabelece alguma restrição para atividades religiosas não registradas, a mídia americana grita “censura” e “volta da União Soviética.” Mas essa mesma mídia não grita nada sobre as restrições israelenses às atividades de evangelismo cristão em Israel. Aliás, fica em silêncio.

A mídia americana, que faz muito estardalhaço com a Rússia, não faz o mesmo estardalhaço com a Arábia Saudita, que mata cristãos e proíbe a Bíblia e cultos. A única diferença parece ser que a Rússia é inimiga política dos EUA e a Arábia Saudita é oficialmente “amiga.” Exatamente como Israel, a Rússia não assassina cristãos e não proíbe a Bíblia e reuniões de adoração registradas.

Evidentemente, todos esses países precisam de uma mudança poderosa.

Israel precisa de um avivamento, para viver as maravilhas do Messias Jesus Cristo.

A Rússia precisa de um avivamento, parar entender que melhor que a Igreja Ortodoxa Russa é viver para Jesus Cristo.

Os EUA e o Brasil precisam de um avivamento, para pararem de igualar Jesus e Satanás e colocá-los no mesmo nível em suas leis de liberdade religiosa.

O autor do livro “The Pink Swastika” (A Suástica Rosa) Scott Lively, que conhece muito bem os desafios de liberdade religiosa nos EUA e Rússia, ofereceu seu comentário para meu blog:

“Neste conflito antiquíssimo de grupos doutrinários, é importante reconhecer que todas as denominações e instituições eclesiásticas não conseguem plenamente refletir ‘O Caminho do Messias’ conforme ensina a Bíblia inteira. Qualquer movimento ou instituição religiosa que tenha a pretensão de falar em nome de Deus ou fornecer ‘a única via verdadeira’ de comunhão com Ele comete o pecado da arrogância. Nenhum dos apóstolos afirmou ser portador de infalibilidade e suas perspectivas variavam amplamente, resolvendo suas diferenças de forma prática (votando). Paulo tratou da questão de disputas doutrinárias de modo direto em 1 Coríntios, admoestando a igreja a ‘não julgar antes do tempo, mas aguardar até a vinda do Senhor.’ Enquanto isso, precisamos buscar a unidade espiritual de TODOS os crentes em Cristo nos pontos em que podemos concordar — inclusive os judeus fieis à Torá que ainda não reconheceram Jesus como Messias — e abordar nossas diferenças com amor e humildade”.


AUTOR: Júlio Severo

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

"NOVE SINAIS DE UM PASTOR QUE ESTÁ PERDENDO O RUMO!"

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Paul David Tripp, em seu livro Vocação Perigosa, dentre tantas questões importantes sobre a vida pastoral, trata de alguns sinais de como um pastor pode se encontrar em perigo e até mesmo questionar sua vocação pastoral. 

Primeiro:
 Ele ignora a evidência clara de problemas. Não vê ou encontra em si mesmo problemas. Justifica dizendo que o que lhe ocorre é causado pelas circunstâncias ou mal entendidos.

Segundo: Vê e trata o problema dos outros, mas não os seus próprios, até porque não encontra problemas em si. É a questão do lado obscuro da liderança. 

Terceiro: Falta de vida devocional. Ter capacidade de interpretar textos (hermenêutica), pregar bem (homilética) e conhecimento teológico não significa ter vida intima com Deus. O que motiva, traz perseverança, humildade, amor, paixão e graça é a vida devocional. É ter um relacionamento com a Palavra, e com o Deus da Palavra.

Quarto: 
Não pregar o Evangelho para si mesmo. É não descansar na graça salvadora e consoladora do Evangelho libertador de Cristo. E começar a buscar realização e identidade nas coisas e pessoas, de forma messiânica. Isso gera autodefesa, autocomiseração e mágoas. Só Jesus é nosso Salvador. 

Quinto: Não ouvir as pessoas mais próximas. Sempre há pessoas conversando com pastores sobre seu comportamento e de como trata os outros, e isso deve levar à ponderação e mudança de atitudes. É preciso humildade da parte dos pastores para isso. Pastores são humanos e falhos. Não adianta sublimar os erros. 

Sexto: O ministério começa a tornar-se pesado demais. "O impacto de todas essas coisas juntas é que você descobre que o seu ministério é cada vez menos privilégio e alegria e cada vez mais peso e dever".

Sétimo: Começar a viver em silêncio. O pastor começa a se isolar como um mecanismo de defesa. Porém a vida cristã é comunitária e orgânica. 

Oitavo: 
O pastor questiona sua vocação. Cogita que realmente não foi vocacionado para o pastorado, coisa essa que não pensava há tempos atrás. 

Nono:
Por fim, pensa em abandonar o ministério. Alimenta em seu coração exercer outra atividade à parte da vida pastoral.

Tripp reconhece que nem todos esses sinais possam se evidenciar. Reconhece também que esse processo é mais comum do que parece. Sua preocupação é com a cultura das igrejas, que permite que essas coisas estejam acontecendo com seus pastores, sem que seja visto e tratado.

Atos 20:24 "Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus".

AUTOR: Paul David Tripp

segunda-feira, 18 de julho de 2016

"ESSE É PARA CRIANÇADA!"





NÃO DEIXE NENHUMA CRIANÇAS DE FORA,  PARTICIPE!!!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

"VEM AÍ!!!"


“8ª SEMANA DA PALAVRA”

UMA SEMANA SÓ DE ESTUDOS BÍBLICOS

De 10 a 15 de julho de 2016

Domingo as 18:00hs.
Segunda a Sexta-Feira as 19:00hs.

TEMAS:    Cura Interior
Chamada Divina e Ministerial 
Igreja Primitiva X Igreja Atual   
Os campos estão brancos
A pessoa de Jesus
Chronos X Kairós (Nosso tempo X Tempo de Deus)

PALESTRANTES:

Pastor Jander Magalhães (Ipanema-MG). Bacharel em Teologia, Conferencista, Professor de Teologia, Pastor Presidente da Assembleia de Deus em Ipanema-MG.

Pastor Josiel Rosa (Novo Cruzeiro-MG). Bacharel em Teologia, Conferencista, Estudante de Direito, Pastor Presidente da Assembleia de Deus em Novo Cruzeiro-MG.

Pastora Joceli Valadares (Viçosa-MG). Graduada em Missão Integral, Conferencista, Professora de Teologia, Líder do Trabalho Feminino da Assembleia de Deus em Viçosa-MG.

Pastor Geraldo de Almeida (Viçosa-MG). Pós-graduado em Docência do Ensino Superior, Bacharel em Administração, Bacharel em Teologia, Licenciado em Filosofia, Professor de Teologia.

Pastor Wanderson Silva (Belo Horizonte-MG). Pós-Graduado em Teologia Sistemática, Bacharel em Teologia, Conferencista, Professor de Teologia, Policial Militar.

Entrada Franca, porém, será vendido somente por encomenda aos interessados, o material completo com todos os estudos ministrados nesta semana. Valor R$ 12,00.

Pedidos: Pelo e-mail: galmeidaf@gmail.com ou Fones: (31) 3891-4400 ou (31) 99766-7678.

Haverá Certificado para quem comparecer pelo menos em 04 palestras.

Não perca! Deus tem uma palavra para você!

sexta-feira, 24 de junho de 2016

"A GENTE É GENTE, GENTE!"





Parte do protestantismo brasileiro atual e das iniciativas missionárias se deixou seduzir e sucumbiu ao tipo de mercado religioso que coloca as pessoas no lugar para o qual Deus não as criou, como, por exemplo, utilidade de engrenagem religiosa ou peça de cenário eclesiástico. Isso me faz lembrar de curiosa pesquisa feita pela antropóloga polonesa Alicja Iwanska com alguns fazendeiros ocidentais, cujos resultados são apresentados parcialmente por William A. Smalley em seu artigo intitulado “The world is too much with us”.*

Os achados da antropóloga me fazem perceber, de imediato, que, por analogia e a exemplo das sociedades ocidentais, os sistemas de valores, no Brasil de hoje, estão minados por uma forma desumana de ver a vida, o que, de maneira muito sutil, minam também a Igreja e o seu jeito de fazer missão.

Iwanska observou que os tais fazendeiros ocidentais viam a vida como um universo de ângulos intrigantes, como algo dividido em três categorias diferentes.

A primeira ela chamou de “paisagem”, que incluía as montanhas distantes, as árvores, o cenário... Enfim, o meio ambiente, desde que não tivesse sido manipulado. Os fazendeiros gostavam e apreciavam a paisagem, mas de uma maneira desinteressada, sem muito conteúdo emocional.

A segunda categoria ela chamou de “maquinário”. Parte importantíssima para a vida, o maquinário era visto pelos fazendeiros como algo tão essencial quanto qualquer aspecto ou elemento da existência. Poliam e tinham muito cuidado com as máquinas, porque eram objetos de grande interesse e preocupação, sem falar do grande senso de estima e do valor financeiro.

Na cosmovisão dos fazendeiros, a importância de cada máquina e seus acessórios e implementos estava relacionada à produtividade da fazenda, por isso as máquinas representavam uma “classe” essencial do universo. É curioso notar que, para eles, os bichos da fazenda: bois, vacas, cavalos, éguas, mulas, galinhas, porcos, ovelhas, peixes e animais domésticos, pertenciam à mesma classe do maquinário, porque também representavam um “instrumento” importante da produtividade e, por conta disso, eram vistos e cuidados da mesma forma que as máquinas.

“Pessoas” ou “gente”. Essa foi a denominação que Iwanska deu à terceira categoria. Para os fazendeiros, as pessoas eram os vizinhos, indivíduos que vinham para a fazenda para um copo de café, gente que ajudava ou cooperava nos tempos de necessidade e emergência. Logo, pessoas eram os seres humanos com quem eles cresciam, viviam e morriam. Eram aqueles com quem possuíam e nutriam constante relacionamento social ou de negócio.

Assim, os seres humanos, considerados “pessoas”, eram diferentes naquilo que eles próprios, os seres humanos, tinham valor, pouco importando sua utilidade e produtividade.

Dessas constatações, contudo, a mais intrigante e incômoda foi a descoberta de que, para os fazendeiros ocidentais, nem todos os seres humanos eram pessoas ou gente. Os índios, por exemplo, pertenciam à classe “paisagem”, porque faziam parte do cenário, do meio ambiente. Por conta disso, os fazendeiros passavam pela reserva dos índios apenas para vê-los como parte do todo no mosaico da natureza. Os negros e os mexicanos, por outro lado, eram vistos como “maquinários”, já que o seu valor residia naquilo que produziam para os patrões. A ajuda deles tinha quase o mesmo grau de importância e valor que as vacas, as mulas, a bomba de óleo ou o arado.

Quando a produção dos negros e dos mexicanos diminuía, por cansaço ou velhice, eram descartados, tal como se descarta um carro velho, uma bota furada, um tubo de pasta de dente vazio, um chapéu rasgado, um pneu gasto, um parafuso enferrujado ou um lampião que já não emite a mesma luz de outrora.

Líderes, pastores ou missionários, bem como igrejas locais, denominações ou agências missionárias, podem acabar desenvolvendo essa mesma visão errônea, maligna e desumana, dando novas cores à missão e tornando-a igualmente distorcida. Podem se tornar “fazendas” onde o que vale mesmo não são as pessoas em sua totalidade e integralidade, mas a sua produtividade, os dividendos contábeis que trazem, a força do trabalho que realizam, o poder de mídia que representam.

Quando isso acontece, sutilmente se redesenham percepções sobre que base de fato a vida e a missão da igreja estão firmadas. A teologia prática e a práxis de missão passam a andar na contramão da natureza da Igreja. As percepções de nós mesmos como ministros do evangelho ou missionários também acabam ganhando cores desumanas.

Nas igrejas e nas agências missionárias, bem como nos “campos brancos” da missão, há seres humanos com um forte clamor: “A gente é gente, gente”.


Devemos ouvir esse grito!

AUTOR: Luís Wesley de Souza

segunda-feira, 13 de junho de 2016

"DEZ MANDAMENTOS PARA COMEÇAR UM NAMORO!"

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Dia dos Namorados chegou: para você que é solteiro, leia com urgência. E se já está namorando, faça um raio-x do seu namoro. Casado? Eu também sou e valeu muito a pena seguir os dez mandamentos abaixo antes de dizer “sim” para a minha esposa.
1 – Seja racional e não sentimental

As maiores causas de separação e divórcios hoje são: incompatibilidade de gênero, vida financeira e sexo. Veja bem com quem você está casando. Não veja só a embalagem, avalie bem o produto com a sua razão. Procure belezas que não passam.

2 – Repare na maneira como ela/ele trata os pais

Analise muito bem as palavras que ela/ele usa para tratá-los. Será provavelmente a maneira como essa pessoa irá tratar você. Quem honra os pais também honra o cônjuge. Um mau filho não será um bom marido. Não é a toa que às vezes eu ouço da minha esposa: “Você acha que eu sou sua mãe?”, mas a gente se perdoa. Ninguém é perfeito.

3 – Ouça seus pais

Escute-os. A maioria dos casais que se unem com a desaprovação dos pais não vai adiante com o relacionamento. Procure também a opinião de pessoas que você respeita, seus líderes, livros sobre o assunto e amigos mais experientes. Não seja levado pela síndrome adolescente do “eu já sei de tudo”.

4 – Descubra os princípios de vida dessa pessoa

Ela certamente tem convicções firmes sobre verdade, família, caráter, honestidade, sonhos, trabalho, carreira, bondade, respeito. Você sabe quais são? Isso deve ser analisado antes e não depois do casamento. Se a pessoa que você quer namorar deseja levar você logo para cama, certamente não gosta de você. A verdade é que ela/ele quer apenas aproveitar e usar você, depois jogar fora. Respeito é fundamental. Conheça bem os seus valores.

5 – Procure alguém que ama a Deus e a sua Palavra

Veja quais são as suas convicções a respeito da Bíblia, Cristo, culto, oração, igreja, espiritualidade, etc. Não se relacione com alguém que é indiferente para com Deus. Se essa pessoa for indiferente para com Deus, certamente também será para com os valores absolutos da Bíblia, na prática da oração, não terá vontade de ir aos cultos e muito menos ter relação com pessoas da Igreja. Isso faz toda a diferença.

6 – Não viva procurando a pessoa perfeita

A “pessoa certa” é um mito, não se desespere se você ainda não encontrou alguém assim. Você não vai encontrar mesmo, não existe pessoa perfeita! Não existe “alma gêmea”, não existe princesa ou príncipe encantado. Não ande em busca da pessoa certa. Faça diferente: torne-se, prepare-se para ser a pessoa certa. O segredo é cultivar a si mesmo, como diz o poeta gaúcho Mário Quintana: “O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você”. Isso vale tanto para homens quanto para mulheres, mas que os homens não se acomodem mais do que já estão querendo que as mulheres venham até eles. Já temos Homers Simpsons demais por aí.

7 – Procure alguém que o ajude a ser uma pessoa melhor e não “mais feliz”

O casamento existe para somarmos na vida um do outro e experimentarmos mais de Deus. Procure alguém que te torne uma pessoa melhor no caráter e mais parecida com Jesus. Reflita se ela te torna mais “feliz” momentaneamente, mas te aproxima do pecado e te afasta de Deus frequentemente. Isso diminuiria muitos aconselhamentos pastorais.

8 – Procure alguém que tenha objetivos para casamento

A maioria das pessoas hoje quer namorar para passar tempo e aproveitar o que as outras tem de bom: boca, corpo, coisas e sexo. Procure alguém para compartilhar a sua vida, coisas boas e ruins e não apenas o prazer R$ 1,99 de beijar, dar uns “amassos” e fazer sexo fora do casamento. Isso, no casamento, é cem mil vezes mais sensacional. Dou minha palavra.

9 – Não idolatre a atração física!

Já falamos disso antes, certo? Mas como a gente é muito burro neste ponto, vale a pena repetir. Olhos verdes, ruivas, morenos, musculosos, cabelo liso, seios siliconados, barriguinha magra, branco, “negão”, lábios carnudos, e blá, blá… Não sou hipócrita para afirmar “não procure beleza”, até porque acho minha esposa linda demais, mas no fim das contas isso vale pouco. “Idolatre” mais a personalidade do que a aparência. O legal do amor é amar a pessoa inteira, não somente a casca.

10 – Procure alguém que seja belo(a) no conjunto todo

Para encontrarmos uma pessoa de Deus precisamos ter um conceito total, pleno e integral de beleza. Procure alguém que seja belo em seu jeito de ser, personalidade, temperamento, fé, amor, palavras, carinho, disposição, serviço, atitudes, conhecimento, caráter, sonhos, amizade, família, profissão, entre outras coisas. Beleza ultrapassa curvas e traços corporais passageiros. Beleza é o que somos e seremos para sempre, não apenas o corpinho de 20 anos.

Resumindo tudo: pense bem. Os nossos sentimentos são especialistas em nos enganar e, pior, podem machucar bastante. Se você já está namorando alguém e depois de tudo que leu entrou numa crise, ouça meu conselho: leia o texto com seu namorado(a) e tenham uma D.R. urgentemente!

AUTOR: Jean Francesco

sexta-feira, 27 de maio de 2016

"EM SEUS PASSOS O QUE FARIA JESUS!"


EM SEUS PASSOS O QUE FARIA JESUS?

Essa pergunta deu origem a um livro de autoria de Charles Sheldon, publicado em 1896 e posteriormente a um filme. A princípio a pergunta parece fácil, mas pare e pense! O que Jesus faria diante das circunstâncias que você e eu temos passado em nosso dia a dia? É difícil presumir as atitudes de Jesus, pois, não sabemos nem quais seriam as nossas. Mas acredito pelo caráter de Jesus, que suas atitudes seguiriam alguns princípios:

1-    ELE não faria nada que pudesse desonrar o nosso PAI. (Jo. 06:38): “Pois Eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, mas a vontade daquele que me enviou”. / (Mt. 05:16): “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”. Lembre-se: Ame a Deus acima de todas as coisas. EX: (Jo. 11:04): “Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus”.

2-    ELE faria tudo pensando no próximo. (Mt. 05:44): “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus”. / (Jo. 13:35): “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”. Lembre-se que você precisa amá-lo não só de palavras, mas de atitude. EX: (Mc. 01:41): “E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo”.

3-    ELE perderia algo em troca de ver outros felizes. (Jo. 10:18): “Ninguém a tira de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade...”. / (Jo. 10:10): “Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas”. As vezes temos que perder algo, abrir mão, mesmo que estejamos certos, para ver alguém feliz. EX: (Jo. 17:05): “Aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse”.

4-    Em seus passos o que faria Jesus? Jesus faria o possível para ver você bem e feliz. É o desejo do coração DELE que você também no seu dia a dia, se comporte da mesma maneira. Que cada decisão sua seja para fazer o PAI e o PRÓXIMO feliz. Pois a verdadeira felicidade não está no receber e sim no dar. (At. 20:35): “Em tudo o que fiz, mostrei-lhes que mediante trabalho árduo devemos ajudar os fracos, lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: ‘Há maior felicidade em dar do que em receber’”.

Agora sabemos o que Jesus faria em nosso lugar, então, vivamos como ELE e que nossas atitudes sejam para glória de Deus.
Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada. (Jo. 14:23)”.

Autor: Pastor Geraldo de Almeida Filho

terça-feira, 10 de maio de 2016

"COMUNICANDO CRISTO OU UMA INSTITUIÇÃO RELIGIOSA?"




Pesados investimentos têm sido aplicados em comunicação nas igrejas com resultados expressivos. Mas será que esses esforços são para que o Evangelho seja anunciado ou para que templos sejam quantitativamente cheios e instituições religiosas se tornem famosas e poderosas? Para quem está dirigida a glória?

Há uma sutil diferença que não é patente à maioria das pessoas e que sempre foi explorada por mercadores da Palavra de Deus. O termo marketing (comercializar), apesar de parecer recente, não é nenhuma novidade para a Igreja de Cristo. Em II Coríntios 02:17, o apóstolo Paulo já alertava: "Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus".

É natural que igrejas cristãs preguem a Cristo, e é o que todos esperam. Perceber se igrejas estão pregando a si mesmas ou à Cristo é um bom ponto de partida para desembaraçarmos parte das confusões que existem no meio evangélico. Nesta mesma carta Paulo esclarece: "Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus" II Cor 04:05

Mesmo no meio secular Jesus Cristo é sempre um excelente apelo publicitário e vemos que hoje muitas igrejas pregam o Senhor por interesse próprio, por amor a si. Querem membros para suas igrejas humanistas e não para o Corpo de Cristo.

Técnicas de comunicação realmente funcionam em instituições religiosas, mas esta crítica é para discernirmos se queremos chamar a atenção para uma placa ou para o chamado que temos de pregar o evangelho. Qual é o foco? Qual é a intenção do nosso coração? Glória para os profissionais de comunicação, de administração, para líderes ministeriais, para pastores e igrejas ou para o Senhor?

O Senhor Jesus deixou bem claro que: "Eu não aceito a glória que vem dos homens" João 05:41

Que Deus, na sua infinita graça, nos mostre que verdadeiramente o Reino de Deus será expandido por amor a Ele e para a glória Dele, caso contrário, nossas igrejas fracassarão neste intento.

"Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém! Romanos 11:36.



AUTOR: Júlio Resende

sexta-feira, 29 de abril de 2016

"IGREJA: UM CORPO QUE PRECISA DE CUIDADOS!"


Quando o assunto é a igreja e a figura usada é o corpo de Cristo, pode-se falar de diagnósticos e prognósticos para discernir as necessidades básicas do povo de Deus.

Como diagnóstico pode se dizer: A igreja de Cristo está crescendo em todo o mundo de forma visível e incontestável. Aqui e acolá, as notícias de que o corpo de Cristo está em pleno desenvolvimento e crescimento são uma realidade. Dados comprovam esse fato, porém, no mundo cientifico, quando se trata de crescimento orgânico, existem dados que demonstram as consequências que um processo de desenvolvimento sem acompanhamento acarreta. No campo biológico, pode ser visto que todo crescimento sem um balanceamento orgânico é gerador de deficiências e deformidades irreversíveis. Com a igreja não é diferente, pois ela é organismo vivo antes de ser uma instituição organizada. É um organismo latente, composta de pessoas crescendo em plenitude e graça até a estatura de varão perfeito.

Além de ser um organismo vivo, é também uma instituição organizada. Esse fato exige que pessoas estejam gerenciando, administrando toda circunstancia que envolve esse crescimento visível e latente. Se por um lado existem dados que demonstram o crescimento da igreja, outros demonstram que existem muitas igrejas morrendo ou definhando por falta de uma liderança que coordene com êxito as várias situações de enfermidades que acontecem na igreja, como corpo de Cristo.

Provocando enfermidades

Enfermidades acontecem porque existem pessoas que antecipam, por conta própria, a efetivação de líderes. Pessoas adotam critérios de escolha sem ouvir a voz de Deus ou até mesmo fingindo não ouvir. Dessa forma, acontece o estabelecimento de pessoas que aos olhos de Deus deveriam esperar um pouco mais para assumir tamanha responsabilidade, exemplos: Pessoas imaturas são colocadas em posição que exige certo grau de maturidade. Pessoas que ocupam algum tipo de grau elevado na sociedade são colocadas em lugar que exige extrema humildade. Pessoas que ainda não conseguiram se encontrar são colocadas onde precisam ajudar outros a se encontrarem.

Outro fator que provoca a “morte” de uma instituição eclesiástica é o fato de que líderes estão atuando com sobrecarga muito além de suas capacidades, isso pode ocorrer por incapacidade do líder ou pelo fato de que o crescimento natural e explosivo da igreja faz com que pessoas muito bem intencionadas e vocacionadas assumam a posição de líderes para não interromper o processo de crescimento, porém, precisam de acompanhamento para a sua formação, caso contrário, em um determinado momento acontecerá uma “falência múltipla dos órgãos”.

Enfim, esse quadro mostra um diagnóstico desfavorável para um crescimento sadio em diversas partes do “corpo de Cristo”. Feridas começam a se espalhar e ferir outras partes do “corpo”. Que o corpo de Cristo, como igreja, está crescendo é inevitável e cresce para a glória de Deus, entretanto é preciso estar muito atento para aquilo que está sendo realizado no que depende da participação humana, pois as portas do inferno não prevalecerão sobre a igreja de Cristo.  “Também eu digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. (Mt 16:18).

Apesar dessas palavras, de Jesus, existe uma grande parte do corpo que está enferma porque não está sendo cuidada por pessoas que foram devidamente preparadas. Pode até não existir dúvidas de que são pessoas vocacionadas e chamadas por Deus para o privilégio de liderar, mas não é o momento exato para a liberação. Quando essa antecipação acontece, a igreja parece perder força, e imediatamente os líderes que estão em “plena atividade” devem perguntar a Deus e a si mesmos: O que acontece? Falta preparo? Falta treinamento? Falta vergonha?
A partir desse diagnóstico, somente um caminho pode ser trilhado, somente um procedimento pode ser favorável e este é: cada parte do “corpo de Cristo” (Igrejas locais e denominacionais) deve adotar um programa efetivo para seleção, treinamento, envio e manutenção de líderes e tornar esse propósito uma prioridade para o sustento do crescimento orgânico e estrutural da igreja, porque do espiritual Deus está cuidando e muito bem.  “Louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos”. (At 2:47)

Um remédio providencial

O primeiro prognóstico diz respeito a medidas que devem ser de caráter urgente tais como o entendimento da necessidade de treinar e manter líderes de forma sistemática e formal para evitar certo desequilíbrio e desconforto para o crescimento da igreja, e se houver  resistência de flexibilizar e optar por um programa de seleção, treinamento e manutenção de líderes,  Deus precisará levantar pessoas ou usar de qualquer outra forma para que a igreja não seja  envergonhada por conta do relaxo humano. “Maldito aquele que fizer a obra do senhor relaxadamente! Maldito aquele que retém a sua espada do sangue!” (Jr 48:10)

Outro prognóstico é: havendo consenso e honestidade na forma de selecionar, formar e manter líderes, com certeza a igreja de Cristo será agente transformador na sociedade, no contexto em que está inserida, e experimentará um crescimento jamais visto na história, pois a criação está gemendo pela redenção e Deus tem pressa em receber os seus na medida que acrescenta dia a dia à sua igreja.

O desejo de Deus é que líderes bem formados e treinados possam pastorear um rebanho faminto e sedento por águas límpidas, e aqueles que fazem parte do “corpo de Cristo” precisam ter consciência de que qualquer tipo de líder, secular ou religioso, deve ser muito bem treinado antes de exercer a liderança que a ele está sendo designada. O certo é que muitos prognósticos podem ser estabelecidos a partir de um diagnóstico.

Assim um prognóstico favorável é: priorizem programas honestos de seleção, treinamento e manutenção para líderes em atividade na igreja. E um prognóstico desfavorável é: mantenham-se estáticos e inflexíveis quanto ao processo de crescimento da igreja e com certeza as portas do inferno não prevaleceram contra ela somente porque Deus ainda conta com 7000 que não dobraram os joelhos. Caso contrário terá de lançar mão de mulas para orientarem o seu rebanho.

O objetivo é: alcançar níveis de formação teórica, prática e espiritual que possibilitem a execução da missão que Deus designou à igreja. Executar a missão da igreja com dignidade, inteligência, discernimento espiritual e destreza por parte daqueles que são levantados para liderar um povo de propriedade exclusiva de Deus é essencial para que o nome de Deus seja glorificado por toda a terra.


AUTOR: Trajano Maciel de Oliveira Filho