quinta-feira, 20 de abril de 2017

"TEM COISAS QUE SÓ DEUS!"

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Ao encerrar um período de 31 dias de jejum e oração proposto para minha igreja utilizando o livreto "Caminho da Felicidade" saímos mais inspirados pela Palavra, fortalecidos na fé e amadurecidos na comunhão com o Senhor pelo jejum e oração. Temos testemunhos de crianças e também de velhos, pessoas que foram curadas, e outras consoladas no luto, gente nos primeiros passos na fé e outros muito maduros. Gente de todo tipo, amados de Jesus, firmando seus pés no Caminho da Felicidade. Minha particular experiência nessa caminhada foi perceber ainda mais que tem coisas que só Deus!

1) TEM COISAS QUE SÓ DEUS SABE.
Deixei de tentar explicar Deus e passei a descansar de coração que ele sabe das coisas muito além do que eu possa alcançar. Como diz o Apóstolo Paulo: "Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!" (Romanos 11.34-33).

2) TEM COISAS QUE SÓ DEUS TEM.
Deixei de querer "ter" ou me preocupar em "ter", para me entregar à verdade que tudo é dele. Como está escrito: "Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!" (Romanos 11.35- 36).

3) TEM COISAS QUE SÓ DEUS PODE.
Imagine o desafio de contar 100 milhões de estrelas em nossa Galáxia. Perceba agora a dificuldade de contar as demais estrelas das mais de 100 milhões de galáxias conhecidas. Como se não bastasse isso, o que dizer de conhecer cada uma delas pelo nome e tê-las todas sob comando e ordem? Enfim, só alguém muito poderoso. Como diz o profeta: Levantai ao alto os olhos e vede. "Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais ele chama pelo nome; por ser ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar" (Isaías 40.26).

4) TEM COISAS QUE SÓ DEUS FALA.
A verdade é que muita gente abandona Jesus no caminho. Diante disso, ele mesmo perguntou quem queria se retirar. Pedro faz uma tremenda declaração: "para quem iremos? Tu tens palavra de vida eterna" (João 6.68). Ele percebeu que toda a palavra do Senhor tem peso de eternidade. Só quem é eterno pode falar palavras de vida eterna.

5) TEM COISAS QUE SÓ DEUS QUER.
Por último, fiquei impactado ao perceber que Jesus deixou sua glória, veio em carne, tornou-se servo, entregou-se à morte, para cumprir integralmente a vontade do Pai. Daí ele revelou: "E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia." (João 6.39). Ele nos quer para toda a eternidade junto consigo no Paraíso. Aleluia!

Quanto mais tempo passamos meditando e buscando a Deus, mais nos impressionamos e nos apaixonamos por ele. Essa caminhada da felicidade nunca mais acabará. Vamos continuar firmes orando, jejuando e meditando em sua Palavra. Vamos deixar Deus ser Deus e fazer tudo aquilo que só Deus faz e vamos ser filhos.
  

AUTOR: Rodolfo Garcia Montosa

quinta-feira, 13 de abril de 2017

"JESUS, O CORDEIRO SANTO DE DEUS!"

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Porque a nossa Festa da Páscoa está pronta, agora que Cristo, o nosso Cordeiro da Páscoa, já foi oferecido em sacrifício. 1 Coríntios 5.7b (NTLH). O cordeiro será sem defeito (Ex 12.5). Essa era a condição estabelecida para que o sacrifício fosse aceitável perante Deus. Não foi diferente com o sacrifício de Cristo.

Para preencher a condição, Jesus nasceu em santidade. Como disse o apóstolo Paulo, por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram (Rm 5.12). Em outras palavras, o pecado entrou no código genético da humanidade a partir de Adão, passando de geração a geração. Para resolver essa situação foi necessária a ação do Espírito Santo no ventre da virgem (Mt 1.18). Por isso o anjo declarou a Maria: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também, o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus. (Lc 1.35).

Além de nascer santo, Jesus viveu em santidade. O apóstolo Paulo declarou que Cristo não conheceu o pecado (2 Co 5.21). O autor de Hebreus disse que Jesus foi tentado do mesmo modo que nós, mas não pecou (Hb 4.15 NTLH). O apóstolo Pedro ensinou que Cristo não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca; pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente (1 Pe 2.22, 23).

O apóstolo João afirmou que em Cristo não existe pecado (1 Jo 3.5). Jesus mesmo desafiou seus interlocutores mais agressivos perguntando: Qual de vocês pode provar que eu tenho algum pecado? (Jo 8.46 NTLH) Imagine que, quando criança, Jesus nunca chorou para manipular seus pais, quando adolescente não se desviou para conseguir a aprovação de seus amigos, quando jovem não insultou nem desonrou alguém. Nunca foi egoísta, nem preguiçoso. Sua mente nunca soube o que é um pensamento maligno. Seu coração nunca experimentou qualquer motivação pecaminosa. Nenhuma transgressão. Nenhuma iniquidade. Era o cordeiro sem defeito e sem mácula (1 Pe 1.19).

Foi assim em toda a sua vida até o momento que Jesus morreu em santidade. Isso foi claramente percebido por muitos. Pilatos, por exemplo, perguntou diante da multidão que queria sua crucificação: Que mal fez ele? (Mt 27.23). Nos momentos que precederam sua morte, um dos malfeitores reconheceu: Nós, na verdade, com justiça, recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez. (Lc 23.39-41).

No momento que Jesus morreu, o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo; tremeu a terra, fenderam-se as rochas; abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos, que dormiam, ressuscitaram; e, saindo dos sepulcros depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos ... Vendo o centurião o que tinha acontecido, deu glória a Deus, dizendo: Verdadeiramente, este homem era justo. (Mt 27.51-54; Lc 23.47) Jesus foi obediente até à morte e morte de cruz (Fp 2.8).

Do começo ao fim, sem pecado. De eternidade a eternidade, santo. Não houve um momento sequer da vida de Jesus em que o pecado o tenha tocado. Por isso, Deus o ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela. (At 2.24)
 
Ao contrário do primeiro Adão, que pecou em um mundo antes sem pecado, carregando todos para a morte, o último Adão, Jesus, não pecou mesmo em um mundo mergulhado no pecado, transportando todo aquele que nEle crê para a vida eterna. Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos. (Rm 5.19).


A nossa Festa da Páscoa está pronta. Vamos celebrar!

AUTOR: Rodolfo Garcia Montosa

quarta-feira, 12 de abril de 2017

"OS VERDADEIROS PASTORES VOCACIONADOS!"

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O Rev. Francisco Leonardo Schalkwijk, nosso reitor no Seminário Presbiteriano do Norte, não se cansava de nos avisar no início da década de 1980, que o pastorado era a vocação de quem se submetia a ser "pano de chão". Se alguém não suportasse ser humilhado e pisado, não tinha vocação para o pastoreio. Ele nos falava isso constantemente em seus sermões. Para ele, humildade associada à fidelidade eram as características essenciais que definiriam o ministério de um bom pastor. Muitos anos se passaram e muito aprendi nesses 32 anos de ministério. O Reverendo Francisco continua tendo razão.

Aprendi nesses anos que a vocação não depende do vocacionado, depende de quem o vocaciona. Geralmente, quem diz que quer ser pastor dificilmente o será. Não me peça explicações, mas é assim na maioria quase absoluta. Os verdadeiros vocacionados nem imaginavam que seriam pastores do reino de Deus; foram surpreendidos por Ele para assumirem essa grande tarefa. Já imaginou a responsabilidade de pastorear o rebanho, por quem Deus entregou à morte o seu próprio Filho? Pastores verdadeiramente vocacionados inicialmente ficam impressionados ao perceber que Deus inclinou o coração deles para serem pregadores à frente dos redimidos. Eles geralmente são pegos de surpresa como Davi, no meio do campo, jamais considerando que havia sido escolhido por Deus para liderar o povo eleito.

Essa vocação pastoral é realizada com humildade, consciente de que tudo na vida ocorre pela graça.

Não esperar qualquer reconhecimento na terra é um bom exercício que a piedade cristã docemente impõe sobre os vocacionados. A honra de um fiel pastor só será definitivamente reconhecida na glória da Casa de Deus; sim, no céu. Ali todos saberão que ele perseverou humildemente até o fim, pastoreando em todo tempo, com graça e bondade, porque entendeu que no "tempo oportuno" Deus o exaltaria conforme Pedro escreveu (I Pedro 5.6).

A genuína vocação pastoral passa também pelo viés da fidelidade.

Não há como ser um pastor de Deus se não houver fidelidade, pois Ele tem uma estima especial com gente fiel, com quem trabalha para que seu Filho seja engrandecido. Os fieis são chamados de "embaixadores de Cristo" (II Coríntios 5.20) e são considerados "despenseiros dos mistérios de Deus" (I Coríntios 4.1). É uma fidelidade atrelada à verdade e ao amor, o que faz deles pastores verdadeiramente amorosos e amorosamente verdadeiros.

A vocação pastoral ainda é desenvolvida em meio a lutas e perseguições.

É curioso que líderes infiéis (alguns dando provas até de completa ausência de fé) nem sempre são combatidos com a mesma veemência que fieis pastores que não se curvam diante dos postes ídolos da religião. Pastores que decidiram ser fieis Àquele que os vocacionou muitas vezes acabam sendo excluídos das decisões acordadas nos palácios do Sinédrio. Paulo não poupa o seu discípulo Timóteo ao expor-lhe as dificuldades próprias do ministério pastoral. "Tu, porém, tens seguido, de perto, o meu ensino, procedimento, propósito, fé, longanimidade, amor, perseverança, as minhas perseguições e os meus sofrimentos, quais me aconteceram em Antioquia, Icônio e Listra, - que variadas perseguições tenho suportado! De todas, entretanto, me livrou o Senhor. Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (II Timóteo 3.10-12).

Saiba que quando o inimigo não consegue derrubar um líder fiel, ele faz tudo para derrubar a sua reputação. Os pastores que tiveram sua reputação manchada pelas mentiras de gente má devem se lembrar das promessas de Deus a seu povo. São promessas que ainda valem pra hoje: "Mas, se diligentemente lhe ouvires a voz e fizeres tudo o que eu disser, então, serei inimigo dos teus inimigos e adversário dos teus adversários" (Êxodo 23.22). Vá em frente e deixe que Deus trate daqueles que o perseguem. Tão somente, continue pregando o Evangelho da graça. Aprendi com um amigo, citando-me um provérbio chinês, que "uma muralha que cai faz mais barulho que o trigo que cresce. E o trigo continua crescendo". É isso; continue crescendo. Não se importe com o barulho à sua volta. Continue pregando debaixo da bênção do Senhor. Faça como Neemias: apesar das calúnias, não pare a obra que você está fazendo sob a ordem de Deus.

Por fim, quando envelhecerem, os fiéis pastores perceberão que o Todo Poderoso não só os vocacionou, como os dirigiu em todo o tempo, apesar das lutas, das incompreensões, da solidão, das perseguições, das mentiras, das soberbas. Deus faz isso com os vocacionados, livrando-os dos homens maus e, acima de tudo, livrando-os de si mesmos. Estes pastores podem dizer como Paulo: "Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo" (II Coríntios 2.14).



AUTOR: Samuel Costa

terça-feira, 11 de abril de 2017

"A ALEGRIA DA CASA DO SENHOR!"

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Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor (Salmos 122.1).

Nos últimos seis anos, tenho ficado à porta da igreja antes de todos os cultos para receber o povo de Deus. Fico alegre especialmente ao ver muitas crianças chegando cheias de entusiasmo, correndo, com sua Bíblia debaixo do braço, com os versículos decorados para participar dos trabalhos. Isso faz-me lembrar de minha infância quando meus pais diziam: vamos à casa do Senhor! Aliás, como nos escreveu o Pr. Lincoln no editorial do boletim da IPI em julho, "casa de Deus é onde o povo de Deus se reúne, quer seja na célula, seja culto público". Acrescento: dois ou três reunidos no nome do Senhor é casa de Deus, pois ele está ali, habitando, ministrando (Mateus 18.20). Mas, será que todos ficam alegres quando estão a caminho da "Casa de Deus"? Percebo neste salmo quatro marcas que têm aqueles que se alegram ao encontrar-se com o povo de Deus e amam ir à casa do Senhor.

Os que se alegram com a Casa de Deus têm no coração a marca da expectativa. 

(Pararam os nossos pés junto às tuas portas, ó Jerusalém!) A figura dos pés juntos às portas marca o exato momento quando a jornada se encerra e inicia o encontro com o povo de Deus. As caravanas chegavam para as festas da Páscoa, Pentecostes ou Tabernáculos, ou por outro motivo para estarem juntos, carregando no coração muita expectativa e fé, pois sabiam que há uma bênção reservada quando o povo está junto em união. Como diz minha mãe, devemos agradecer a Deus pelo banquete, mas também pelo apetite. De que adianta ter a mesa cheia, sem apetite? De que adianta ter um banquete espiritual, sem fome e sede de Deus? Lembre-se que Jesus pode fazer muito pouco pela falta de expectativa e fé(Marcos 6.5-6).

Os que se alegram com a Casa de Deus têm no coração a marca da gratidão. 

(Jerusalém, que estás construída como cidade compacta, para onde sobem as tribos, as tribos do Senhor, como convém a Israel, para renderem graças ao nome do Senhor.) Convém ao povo de Deus expressar sua gratidão de maneira notória, pública, coletiva, patente e manifesta no meio da multidão daquela cidade compacta. Faziam isso através dos louvores e orações, e não vinham de mãos vazias, mas traziam seus dízimos e ofertas. O louvor atrai a manifestação da presença de Deus, ao mesmo tempo que, na presença de Deus, não há outro comportamento mais apropriado senão o louvor e adoração. Lembre-se que Deus habita no meio dos louvores (Salmos 22.3).

Os que se alegram com a Casa de Deus têm no coração a marca do respeito. 

(Lá estão os tronos de justiça, os tronos da casa de Davi.) A expressão faz referência aos sistemas de governo do povo de Israel, tanto no tempo de juízes, quanto na monarquia, indicando o reconhecimento das autoridades instituídas pelo Senhor para conduzir seu povo. O respeito pelas autoridades espirituais é marca fundamental. Filhos respeitando seus pais. Adultos respeitando as autoridades que foram constituídas para serviço do povo. As autoridades exercendo suas funções de maneira justa e com temor diante de Deus. Lembre-se da instrução da Bíblia: "Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros" (Hebreus 13.17).

Os que se alegram com a Casa de Deus têm no coração a marca do amor.

(Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam.) Certa vez John Kennedy declarou: "não perguntem o que a América pode fazer por vocês, mas o que vocês podem fazer pela América". Parafraseando-o: não pergunte o que a igreja pode fazer por você, mas o que você pode fazer pela igreja. A lógica é simples: se todos esperam receber, todos ficarão insatisfeitos. Se todos servirem, todos serão saciados. A igreja que ama intercedendo e servindo um ao outro encontra alegria. Por isso o salmista insiste que devemos orar e amar o povo de Deus. Lembre-se da poesia de Paulo em 1 Coríntios 13 que nos ensinou que, sem amor, não temos nem somos nada. Deus é amor e em Cristo nos coloca nesta dimensão.

Assim estão marcados aqueles que descobrem a alegria do ajuntamento do povo de Deus: expectativa e gratidão a Deus, respeito e amor pelos irmãos. Resultado final: entra com alegria e desfruta da paz (Reine paz dentro de teus muros e prosperidade nos teus palácios. Por amor dos meus irmãos e amigos, eu peço: haja paz em ti! Por amor da Casa do Senhor, nosso Deus, buscarei o teu bem.)


AUTOR: Rodolfo Garcia Montosa. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

"CURSO BÁSICO DE TEOLOGIA EM VIÇOSA-MG E REGIÃO"

Para você que mora em Viçosa-MG e região, não perca tempo, venha estudar Teologia conosco e crescer na graça e no conhecimento do Senhor.



segunda-feira, 17 de outubro de 2016

"LEVANDO OS FARDOS DOS OUTROS!"

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Verdadeiramente ele levou sobre si (…). Isaías 53:4.

É óbvio que você conhece este texto, pois talvez ele seja o capítulo mais belo e importante de todo o Antigo Testamento. Ele fala da obra que seria realizada pelo sacrifício expiatório do Messias na cruz. O texto no ensina que, na cruz, Cristo assumiu nossos pecados e levou sobre Si nossa culpa.

Todavia, quero me atentar para essas palavras: “Levou sobre si”.

Somos chamados para sermos semelhantes ao nosso Mestre, imitá-Lo, sermos embaixadores do Seu Reino. Ele veio à Terra para carregar os fardos dos homens, pois eles não podiam fazê-lo, por serem fracos, incapazes, por demais limitados.

O termo “levou sobre si” nos ensina algo – é claro que não podemos aplicar a passagem para os pecados dos homens, uma vez essa obra foi confiada somente a Cristo. Entretanto, devemos levar sobre nós os fardos dos homens, carregá-los, tomar suas dores e dividir com eles seus sofrimentos. Muitos ao nosso redor são fracos, tímidos, débeis! Eles são mancos, tropeçam em tantas coisas, não encontram com facilidade o caminho. São os “Mefibosetes” espalhados por todo mundo. Eles estão entre nós e é nosso dever levar suas dores, suas cargas, seus sofrimentos! 

 Estimado irmão, tome sobre si os problemas da sua família, dos seus irmãos, pais, dos crentes mais fracos e de uma imensidão de moribundos pelo mundo afora. Somente deste modo estaremos cumprindo as Escrituras: “Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo” (Gálatas 6:2).

Aliviemos o fardo tão pesado de muitos, ajudando os peregrinos a terminar sua pesada jornada. Dê a mão para seu irmão agora, socorra-o nas suas aflições. Estenda a mão a alma aflita, mostre-se indulgente, atencioso e interessado em ajudar. Talvez você tem se envolvido nos problemas de algumas pessoas e isso tem te deixado muito tenso e cansado, fazendo com que você pense em desistir delas e não mais carregar seu fardo. Permita-me dizer algo: acredito que Deus te chamou para carregá-lo, pois eles não conseguirão sem você. Eles simplesmente não conseguirão continuar! Olhe para eles, veja o quanto são incapazes. São como os ninivitas: “E não hei de eu ter compaixão de Nínive, em que estão mais de cento e vinte mil homens que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda”. (Jonas 4:11).

O que seria deles se você os deixar, os abandonar? Certamente perecerão. “Tome sobre si” os fardos deles, meu irmão, Deus lhe dará forças e recursos para suportá-los!

Faça isso com alegria, pois Deus tem reservado para você avultado galardão!


AUTOR: Pastor Paulo Júnior

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

"SENHOR, QUANDO TI VIMOS COM FOME?"


“Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes. Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim. E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna”. (Mateus 25:42-46).

O que eu vim falar hoje é muito sério e um a assunto a ser considerado um dos mais importantes assuntos a respeito da Vida com Deus, afinal sem isso ninguém verá a esse Deus. E o assunto é Amor.

Acabamos de ler as palavras de Cristo aos seus discípulos, as orientações do que é o reino dos Céus, e as vezes isso passa desapercebido. E quando a mesma palavra de Cristo diz que muitos seriam chamados, mas poucos os escolhidos, é por causa desse "não perceber". O evangelho é constituído por 3 pilares, Deus, Jesus e o Espírito Santo que se formam em um, a santíssima Trindade e os Filhos de Deus herdeiros do reino dos céus são constituídos de também 3 pilares, Fé, Esperança e Amor.

E muitas das vezes vivemos uma vida inteira na igreja, inteiramente depositada em Deus com fé em tudo que Ele é e representa, com esperança na sua volta, no retorno do filho de Deus para buscar os amados e escolhidos, mas esquecemos do amor e aí entra o grande problema que conduz e conduzirá muitos ao castigo eterno. Não Ruan, lógico que não eu amo, amo a Deus com todo meu coração, sigo seus caminhos porque o amo. Mas me permite te fazer uma pergunta? Teve alguma vez que deixou de dar de comer a quem tem fome? Deixou de vestir quem está nu? Ou até mesmo deixou de visitar quem está preso? Ah, sim muitas vezes, mas isso não vem ao caso, afinal eu amo a Deus. É querido mas amar a Deus sem amar seu próximo não vale de nada, pois toda vez que deixamos de ama-los deixamos de amar a Deus.

Não adianta uma vida inteira na igreja sem que nem um dia você tenha sido a igreja. Não adiante todo o amor a Deus, sem que seu próximo receba esse reflexo, não adianta toda fé que mova as montanhas, sem que você faça brotar essa fé no seu irmão que já não acredita mais na vida, não adianta a esperança de um novo amanhecer em Deus, quando você deixa seu próximo no hoje sozinho. Ou seja, não adianta ser discípulo que é um nome mais bonito e cargo maior sem ser um simples pescador de almas em primazia. Afinal se tu me amas ó Simão, cuide das minhas ovelhas.

Filho que não vai atrás de seus irmãos para conduzi-los ao mesmo caminho não merecem morar na casa do pai. Está na hora de voltarmos ao centro de evangelho que sempre se fundou em amor, porque hoje estamos querendo Jesus, querendo seu poder e maravilhas para habitarmos nessa terra, estamos desfocados do sentido real do evangelho, que é morrer aqui para ter vida lá. Ao contrário disso estamos vivendo uma vida onde queremos viver com a glória de Deus nesse mundo mortal, e estamos totalmente esquecidos que um dia teremos que prestar contas de todas as almas que passaram por nossas mãos e não agarramos, apenas o sangue de seus ferimentos ficaram marcados em nossa pele.

Que hoje essa simples reflexão, possa te fazer pensar sobre quem é Deus e o que é servi-lo ao invés de simplesmente ser mais um dia em busca de algo para nós mesmos.

AUTOR: Ruan Majesa

terça-feira, 11 de outubro de 2016

"LÍDERES QUE TEMEM A DEUS!"


Cada dia que passa tenho notado cada vez mais a manifestação de uma característica altamente prejudicial de líderes no mundo. A presença de líderes que se dizem cristãos, mas que perderam o temor a Deus. É incrível como homens e mulheres que exercem liderança tem se levantado e revelado, pelo seu estilo de vida, discursos, ensinos e modo de administrar suas organizações e igrejas, uma profunda falta de temor a Deus, ao mesmo tempo em que se apresentam e dizem serem servos de Jesus. Quando isso acontece todos saem perdendo: seus liderados, o nome de Jesus, o testemunho do evangelho, a imagem da igreja, etc.

Estes líderes sem temor criam a sua própria ética, fruto de suas conveniências, exaltando o mau jeitinho brasileiro, referendando com um relativismo ético esdrúxulo todas as suas ações, tentando usar seu poder de líder para intimidar ou enganar as pessoas que estão sob o seu foco. Infelizmente nosso povo não é dado a muito questionar ensinos ou ações estranhas a Palavra de Deus, principalmente quando estes vêm de líderes, geralmente autoritários que se declararam donos do poder e do monopólio da verdade e que por isso não admitem serem questionados. Tentam se mostrar como se tivessem uma linha exclusiva de acesso a Deus.

Costumo dizer que ter alguém que se levante e diga que é Jesus é comum, é fácil. O pior é que tem quem acredita nisso. Vivemos este tipo de tempo, em que homens sem nenhum temor se espalham por todo o mundo levando muitos ao mundo do engano, da corrupção, do fanatismo e da perdição total, através de ensinos e orientações totalmente fora da direção do Senhor. Sabemos que isso não é novo. Já no Antigo Testamento muitas vezes Deus teve de chamar a atenção do povo contra estes líderes, porém, parece que nós nunca lemos isso na Bíblia, pois os “filhos” dos falsos profetas e dos líderes corruptos e sem temor a Deus continuam influenciando muitas vidas hoje.

O mundo precisa de líderes que temam a Deus. Competência é importantíssimo, experiência faz diferença, informação é inestimável, técnicas têm o seu lugar. Mas sem temor ao Senhor nenhum adjetivo ou competência humana poderá iluminar o mundo em direção a eternidade.

Se notarmos bem, os grandes líderes que influenciaram multidões ao erro, eram homens altamente competentes como líderes, mas sem nenhum temor a Deus. Precisamos de um exército de homens e mulheres que se levantem como líderes capazes de confrontar o erro, a mentira, a corrupção a injustiça e a ignorância. Líderes que não estejam preocupados em lucrar com o poder em suas mãos, mas estejam dispostos a pagar o preço por sua tomada de atitude ao lado da verdade e da glória de Deus.

Se quisermos marcar a nossa geração como líderes, teremos de voltar a temer a Deus de verdade, reconhecer que toda a glória pertence a Ele e buscar a sua vontade. Existem “mesas e barracas” que precisam ser viradas no grande “mercado” da fé, em que se tem transformado a obra de Deus. Líderes que temem a Deus serão líderes frágeis, mas que reconhecem, por isso mesmo, que todo o seu poder e autoridade procedem de Deus, e por isso são capazes de seguir adiante, lutando, buscando concluir a obra a que foram chamados realizar.

Muitos desses líderes que temem e honram a Deus são homens e mulheres anônimos, que a mídia nunca mencionará seus nomes, mas que na eternidade eles já estão listados entre os gigantes de Deus, que viveram e morreram para que o temor ao Senhor fosse mantido na mais alta conta. Que você e eu, como líderes, possamos estar entre esses, anônimos ou conhecidos, mas sempre como líderes que temem a Deus, e por isso buscam se manter sensíveis a sua vontade e em busca da glória de Deus, sem nunca negociar nossa fé biblicamente fundada, trocando-a por outros interesses deste mundo que comprometem o nome daquele a quem dizemos servir.


Em todas as áreas o mundo precisa de líderes que temem a Deus, você aceita o desafio?

Autor: Ednilson Correia de Abreu

sábado, 17 de setembro de 2016

"ANIVERSÁRIO DE 52 ANOS DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM VIÇOSA-MG"



ESTÃO TODOS CONVIDADOS!



Programação: 


Sábado (17/09) as 18:00hs - Culto de Abertura.
 
Domingo (18/09) as 09:00hs - Grande Desfile saindo da igreja Sede. Quem quiser participar do desfile é só vir com uma camisa branca, pode ser de qualquer tipo, com ou sem estampa, sendo branca é o que importa. 


Domingo (18/09) as 18:00hs - Culto de Encerramento.


Teremos a participação de Cantores da cidade de Goiânia e um deles toca Harpa, um instrumento lindo.

Abraços...

terça-feira, 13 de setembro de 2016

"LIBERDADE CRISTÃ NOS EUA, RÚSSIA, ISRAEL E BRASIL!"

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Embora fossem majoritariamente evangélicos em sua origem, os EUA não privilegiam hoje o evangelicalismo e o governo americano claramente o desfavorece. Nas leis de liberdade religiosa dos EUA, todas as religiões são iguais. Assim, o evangelicalismo que fundou os EUA está oficialmente no mesmo nível do islamismo, do hinduísmo, do catolicismo, da bruxaria, etc.

De acordo com esse sistema americano de igualdade, oficialmente Jesus Cristo está no mesmo nível de Maomé, Belzebu e Satanás. Aliás, nas escolas americanas você pode rezar a Satanás e recitar o Corão islâmico, mas você não pode orar a Jesus Cristo nem recitar a Bíblia.

De acordo com esse sistema, o governo americano não pode honrar sua fundação evangélica acima do islamismo, hinduísmo, catolicismo, bruxaria, etc. Se o governo americano quiser parceria religiosa, não pode dar preferência ao evangelicalismo. É obrigado a dar parceria igual ao islamismo, hinduísmo, catolicismo, bruxaria, etc.

Na Rússia, que é o maior país cristão ortodoxo do mundo, não existe essa igualdade. A Igreja Cristã Ortodoxa é reconhecida pelo governo russo como a maior religião cristã da Rússia. Católicos e evangélicos, que são dois por cento da população russa, são cidadãos religiosos de segunda classe. Os ortodoxos têm lá suas razões para fazer isso com os católicos, considerando que o Vaticano sempre hostilizou a Igreja Ortodoxa, vendo-a como rival de sua supremacia.

Os ortodoxos parecem guardar mágoas contra os católicos por causa de uma invasão de cruzados católicos em Constantinopla, que era a capital da Igreja Ortodoxa. Constantinopla foi saqueada, estuprada e vitimada por causa desse ódio antigo. Embora seu foco tivesse sido em grande parte nos muçulmanos, as Cruzadas católicas vitimaram também multidões de inocentes judeus e cristãos ortodoxos. Mas os evangélicos nunca agiram assim com os cristãos ortodoxos. Daí, os ortodoxos não deveriam colocar os evangélicos na Rússia como cidadãos religiosos de segunda categoria.

O Brasil imita os EUA em liberdade religiosa. Nas recentes Olímpiadas no Brasil, o jogador Neymar, que é um evangélico nominal, foi criticado pelo Comitê Olímpico por usar uma faixa escrita “100% JESUS.” Mas o mesmo Comitê Olímpico não criticou o encerramento oficial das Olímpiadas, o qual mostrou mães-de-santo e uma glorificação descarada das religiões afro-brasileiras.

Muitos cristãos protestaram que isso foi discriminação. Mas o que eles queriam? Eles queriam que o mesmo respeito e consideração dados aos demônios fossem igualmente dados a Jesus? Eles queriam que Jesus fosse igualado aos demônios?

Na democracia de igualdade, Jesus não é melhor do que um orixá ou Satanás. No Jornalismo da TV Cultura em 20 de agosto de 2015, o historiador Leandro Karnal disse: “Se é proibido debochar ou insultar religiões, uma questão que está sendo discutida no Rio de Janeiro, vamos lembrar que satanismo também é religião e quando um pastor começar a mandar sair o demônio de alguém, a gente pode multá-lo porque ele está insultando a fé do satanista, já que o demônio também gera uma religião. Quem quiser atacar o demônio, chicotear o demônio também tem de ser multado porque está insultando a fé em Satanás”.

Muitos podem achar que a luta pela igualdade legal é útil, mas está trazendo mais direitos para Satanás e seus demônios e não glorifica Jesus, e glorificar Jesus é a missão mais importante do cristão. A missão do cristão não é lutar para que Jesus tenha, na democracia, o mesmo valor de Satanás e seus demônios.

Quer as leis reconheçam isso ou não, Jesus está acima dos orixás e de Satanás, que são criaturas caídas condenadas ao inferno. Jesus não é criatura. Ele é o Criador e Senhor. É blasfêmia concordar com leis que igualam criaturas caídas com o Senhor que cria, salva e transforma.

Não gosto do sistema americano atual que nivela Jesus com Belzebu. Se ressuscitasse hoje, George Washington, o primeiro presidente dos EUA, lutaria contra esse sistema, pois ele era favorável à prática, comum no início dos EUA, de que todo político, para ser empossado, deveria declarar juramento, com a mão na Bíblia, de que cria na Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo.

E não gosto do sistema russo que coloca a Igreja Ortodoxa como uma igreja cristã acima das igrejas evangélicas. Mas o sistema atual dos EUA parece muito pior.

Contudo, se os EUA acham o sistema da Rússia pior, por que não criticam também Israel? Assim como na Rússia, os evangélicos em Israel não são mais que 2 por cento. O Centro de Pesquisa Pew nos EUA identificou Israel como um dos países que coloca restrições elevadas nas religiões. O Pew disse:

“Mas a lista de países com restrições elevadas também contém alguns que são amplamente vistos como democráticos, tais como… Israel. A pontuação elevada de Israel se deve ao… seu tratamento preferencial aos judeus ortodoxos. O governo reconhece apenas as autoridades religiosas judias ortodoxas em alguns assuntos de condição pessoal (tais como casamento) com relação aos judeus e emprega a maior parte das verbas religiosas para os judeus ortodoxos, ainda que eles representem apenas uma minoria de todos os judeus em Israel”.

Em seu livro “Perseguidos: A Agressão aos Cristãos” (Thomas Nelson, 2013), Paul Marshall diz:

 “Em outro exemplo, em Israel, o proselitismo é legal enquanto não se oferece benefícios materiais para conversões. Mas elementos dentro do governo às vezes agem como se esse não fosse o caso. Pessoas suspeitas de serem missionárias têm vistos negados e às vezes são presas e obrigadas a pagar fiança e assinar termos de compromisso de não evangelizar. Ocasionalmente, multidões de pessoas atacam igrejas ou outros prédios que abrigam conventos”.

Em comparação com os países islâmicos, Israel oferece muito mais liberdade aos cristãos. Mas em comparação com os EUA, Israel lhes oferece muito menos liberdade. Aliás, se nos EUA os judeus fossem tratados como os cristãos são tratados em Israel, haveria queixas de “antissemitismo”.

A mesma realidade se aplica à Rússia. Em comparação com os países islâmicos, a Rússia oferece muito mais liberdade aos cristãos. Mas assim como Israel protege e privilegia sua religião principal, a Rússia faz a mesma coisa pela Igreja Ortodoxa Russa.

Portanto, a histeria da mídia americana contra a Rússia é sem base. Quando a Rússia estabelece alguma restrição para atividades religiosas não registradas, a mídia americana grita “censura” e “volta da União Soviética.” Mas essa mesma mídia não grita nada sobre as restrições israelenses às atividades de evangelismo cristão em Israel. Aliás, fica em silêncio.

A mídia americana, que faz muito estardalhaço com a Rússia, não faz o mesmo estardalhaço com a Arábia Saudita, que mata cristãos e proíbe a Bíblia e cultos. A única diferença parece ser que a Rússia é inimiga política dos EUA e a Arábia Saudita é oficialmente “amiga.” Exatamente como Israel, a Rússia não assassina cristãos e não proíbe a Bíblia e reuniões de adoração registradas.

Evidentemente, todos esses países precisam de uma mudança poderosa.

Israel precisa de um avivamento, para viver as maravilhas do Messias Jesus Cristo.

A Rússia precisa de um avivamento, parar entender que melhor que a Igreja Ortodoxa Russa é viver para Jesus Cristo.

Os EUA e o Brasil precisam de um avivamento, para pararem de igualar Jesus e Satanás e colocá-los no mesmo nível em suas leis de liberdade religiosa.

O autor do livro “The Pink Swastika” (A Suástica Rosa) Scott Lively, que conhece muito bem os desafios de liberdade religiosa nos EUA e Rússia, ofereceu seu comentário para meu blog:

“Neste conflito antiquíssimo de grupos doutrinários, é importante reconhecer que todas as denominações e instituições eclesiásticas não conseguem plenamente refletir ‘O Caminho do Messias’ conforme ensina a Bíblia inteira. Qualquer movimento ou instituição religiosa que tenha a pretensão de falar em nome de Deus ou fornecer ‘a única via verdadeira’ de comunhão com Ele comete o pecado da arrogância. Nenhum dos apóstolos afirmou ser portador de infalibilidade e suas perspectivas variavam amplamente, resolvendo suas diferenças de forma prática (votando). Paulo tratou da questão de disputas doutrinárias de modo direto em 1 Coríntios, admoestando a igreja a ‘não julgar antes do tempo, mas aguardar até a vinda do Senhor.’ Enquanto isso, precisamos buscar a unidade espiritual de TODOS os crentes em Cristo nos pontos em que podemos concordar — inclusive os judeus fieis à Torá que ainda não reconheceram Jesus como Messias — e abordar nossas diferenças com amor e humildade”.


AUTOR: Júlio Severo

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

"NOVE SINAIS DE UM PASTOR QUE ESTÁ PERDENDO O RUMO!"

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Paul David Tripp, em seu livro Vocação Perigosa, dentre tantas questões importantes sobre a vida pastoral, trata de alguns sinais de como um pastor pode se encontrar em perigo e até mesmo questionar sua vocação pastoral. 

Primeiro:
 Ele ignora a evidência clara de problemas. Não vê ou encontra em si mesmo problemas. Justifica dizendo que o que lhe ocorre é causado pelas circunstâncias ou mal entendidos.

Segundo: Vê e trata o problema dos outros, mas não os seus próprios, até porque não encontra problemas em si. É a questão do lado obscuro da liderança. 

Terceiro: Falta de vida devocional. Ter capacidade de interpretar textos (hermenêutica), pregar bem (homilética) e conhecimento teológico não significa ter vida intima com Deus. O que motiva, traz perseverança, humildade, amor, paixão e graça é a vida devocional. É ter um relacionamento com a Palavra, e com o Deus da Palavra.

Quarto: 
Não pregar o Evangelho para si mesmo. É não descansar na graça salvadora e consoladora do Evangelho libertador de Cristo. E começar a buscar realização e identidade nas coisas e pessoas, de forma messiânica. Isso gera autodefesa, autocomiseração e mágoas. Só Jesus é nosso Salvador. 

Quinto: Não ouvir as pessoas mais próximas. Sempre há pessoas conversando com pastores sobre seu comportamento e de como trata os outros, e isso deve levar à ponderação e mudança de atitudes. É preciso humildade da parte dos pastores para isso. Pastores são humanos e falhos. Não adianta sublimar os erros. 

Sexto: O ministério começa a tornar-se pesado demais. "O impacto de todas essas coisas juntas é que você descobre que o seu ministério é cada vez menos privilégio e alegria e cada vez mais peso e dever".

Sétimo: Começar a viver em silêncio. O pastor começa a se isolar como um mecanismo de defesa. Porém a vida cristã é comunitária e orgânica. 

Oitavo: 
O pastor questiona sua vocação. Cogita que realmente não foi vocacionado para o pastorado, coisa essa que não pensava há tempos atrás. 

Nono:
Por fim, pensa em abandonar o ministério. Alimenta em seu coração exercer outra atividade à parte da vida pastoral.

Tripp reconhece que nem todos esses sinais possam se evidenciar. Reconhece também que esse processo é mais comum do que parece. Sua preocupação é com a cultura das igrejas, que permite que essas coisas estejam acontecendo com seus pastores, sem que seja visto e tratado.

Atos 20:24 "Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus".

AUTOR: Paul David Tripp