segunda-feira, 17 de outubro de 2016

"LEVANDO OS FARDOS DOS OUTROS!"

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Verdadeiramente ele levou sobre si (…). Isaías 53:4.

É óbvio que você conhece este texto, pois talvez ele seja o capítulo mais belo e importante de todo o Antigo Testamento. Ele fala da obra que seria realizada pelo sacrifício expiatório do Messias na cruz. O texto no ensina que, na cruz, Cristo assumiu nossos pecados e levou sobre Si nossa culpa.

Todavia, quero me atentar para essas palavras: “Levou sobre si”.

Somos chamados para sermos semelhantes ao nosso Mestre, imitá-Lo, sermos embaixadores do Seu Reino. Ele veio à Terra para carregar os fardos dos homens, pois eles não podiam fazê-lo, por serem fracos, incapazes, por demais limitados.

O termo “levou sobre si” nos ensina algo – é claro que não podemos aplicar a passagem para os pecados dos homens, uma vez essa obra foi confiada somente a Cristo. Entretanto, devemos levar sobre nós os fardos dos homens, carregá-los, tomar suas dores e dividir com eles seus sofrimentos. Muitos ao nosso redor são fracos, tímidos, débeis! Eles são mancos, tropeçam em tantas coisas, não encontram com facilidade o caminho. São os “Mefibosetes” espalhados por todo mundo. Eles estão entre nós e é nosso dever levar suas dores, suas cargas, seus sofrimentos! 

 Estimado irmão, tome sobre si os problemas da sua família, dos seus irmãos, pais, dos crentes mais fracos e de uma imensidão de moribundos pelo mundo afora. Somente deste modo estaremos cumprindo as Escrituras: “Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo” (Gálatas 6:2).

Aliviemos o fardo tão pesado de muitos, ajudando os peregrinos a terminar sua pesada jornada. Dê a mão para seu irmão agora, socorra-o nas suas aflições. Estenda a mão a alma aflita, mostre-se indulgente, atencioso e interessado em ajudar. Talvez você tem se envolvido nos problemas de algumas pessoas e isso tem te deixado muito tenso e cansado, fazendo com que você pense em desistir delas e não mais carregar seu fardo. Permita-me dizer algo: acredito que Deus te chamou para carregá-lo, pois eles não conseguirão sem você. Eles simplesmente não conseguirão continuar! Olhe para eles, veja o quanto são incapazes. São como os ninivitas: “E não hei de eu ter compaixão de Nínive, em que estão mais de cento e vinte mil homens que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda”. (Jonas 4:11).

O que seria deles se você os deixar, os abandonar? Certamente perecerão. “Tome sobre si” os fardos deles, meu irmão, Deus lhe dará forças e recursos para suportá-los!

Faça isso com alegria, pois Deus tem reservado para você avultado galardão!


AUTOR: Pastor Paulo Júnior

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

"SENHOR, QUANDO TI VIMOS COM FOME?"


“Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes. Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim. E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna”. (Mateus 25:42-46).

O que eu vim falar hoje é muito sério e um a assunto a ser considerado um dos mais importantes assuntos a respeito da Vida com Deus, afinal sem isso ninguém verá a esse Deus. E o assunto é Amor.

Acabamos de ler as palavras de Cristo aos seus discípulos, as orientações do que é o reino dos Céus, e as vezes isso passa desapercebido. E quando a mesma palavra de Cristo diz que muitos seriam chamados, mas poucos os escolhidos, é por causa desse "não perceber". O evangelho é constituído por 3 pilares, Deus, Jesus e o Espírito Santo que se formam em um, a santíssima Trindade e os Filhos de Deus herdeiros do reino dos céus são constituídos de também 3 pilares, Fé, Esperança e Amor.

E muitas das vezes vivemos uma vida inteira na igreja, inteiramente depositada em Deus com fé em tudo que Ele é e representa, com esperança na sua volta, no retorno do filho de Deus para buscar os amados e escolhidos, mas esquecemos do amor e aí entra o grande problema que conduz e conduzirá muitos ao castigo eterno. Não Ruan, lógico que não eu amo, amo a Deus com todo meu coração, sigo seus caminhos porque o amo. Mas me permite te fazer uma pergunta? Teve alguma vez que deixou de dar de comer a quem tem fome? Deixou de vestir quem está nu? Ou até mesmo deixou de visitar quem está preso? Ah, sim muitas vezes, mas isso não vem ao caso, afinal eu amo a Deus. É querido mas amar a Deus sem amar seu próximo não vale de nada, pois toda vez que deixamos de ama-los deixamos de amar a Deus.

Não adianta uma vida inteira na igreja sem que nem um dia você tenha sido a igreja. Não adiante todo o amor a Deus, sem que seu próximo receba esse reflexo, não adianta toda fé que mova as montanhas, sem que você faça brotar essa fé no seu irmão que já não acredita mais na vida, não adianta a esperança de um novo amanhecer em Deus, quando você deixa seu próximo no hoje sozinho. Ou seja, não adianta ser discípulo que é um nome mais bonito e cargo maior sem ser um simples pescador de almas em primazia. Afinal se tu me amas ó Simão, cuide das minhas ovelhas.

Filho que não vai atrás de seus irmãos para conduzi-los ao mesmo caminho não merecem morar na casa do pai. Está na hora de voltarmos ao centro de evangelho que sempre se fundou em amor, porque hoje estamos querendo Jesus, querendo seu poder e maravilhas para habitarmos nessa terra, estamos desfocados do sentido real do evangelho, que é morrer aqui para ter vida lá. Ao contrário disso estamos vivendo uma vida onde queremos viver com a glória de Deus nesse mundo mortal, e estamos totalmente esquecidos que um dia teremos que prestar contas de todas as almas que passaram por nossas mãos e não agarramos, apenas o sangue de seus ferimentos ficaram marcados em nossa pele.

Que hoje essa simples reflexão, possa te fazer pensar sobre quem é Deus e o que é servi-lo ao invés de simplesmente ser mais um dia em busca de algo para nós mesmos.

AUTOR: Ruan Majesa

terça-feira, 11 de outubro de 2016

"LÍDERES QUE TEMEM A DEUS!"


Cada dia que passa tenho notado cada vez mais a manifestação de uma característica altamente prejudicial de líderes no mundo. A presença de líderes que se dizem cristãos, mas que perderam o temor a Deus. É incrível como homens e mulheres que exercem liderança tem se levantado e revelado, pelo seu estilo de vida, discursos, ensinos e modo de administrar suas organizações e igrejas, uma profunda falta de temor a Deus, ao mesmo tempo em que se apresentam e dizem serem servos de Jesus. Quando isso acontece todos saem perdendo: seus liderados, o nome de Jesus, o testemunho do evangelho, a imagem da igreja, etc.

Estes líderes sem temor criam a sua própria ética, fruto de suas conveniências, exaltando o mau jeitinho brasileiro, referendando com um relativismo ético esdrúxulo todas as suas ações, tentando usar seu poder de líder para intimidar ou enganar as pessoas que estão sob o seu foco. Infelizmente nosso povo não é dado a muito questionar ensinos ou ações estranhas a Palavra de Deus, principalmente quando estes vêm de líderes, geralmente autoritários que se declararam donos do poder e do monopólio da verdade e que por isso não admitem serem questionados. Tentam se mostrar como se tivessem uma linha exclusiva de acesso a Deus.

Costumo dizer que ter alguém que se levante e diga que é Jesus é comum, é fácil. O pior é que tem quem acredita nisso. Vivemos este tipo de tempo, em que homens sem nenhum temor se espalham por todo o mundo levando muitos ao mundo do engano, da corrupção, do fanatismo e da perdição total, através de ensinos e orientações totalmente fora da direção do Senhor. Sabemos que isso não é novo. Já no Antigo Testamento muitas vezes Deus teve de chamar a atenção do povo contra estes líderes, porém, parece que nós nunca lemos isso na Bíblia, pois os “filhos” dos falsos profetas e dos líderes corruptos e sem temor a Deus continuam influenciando muitas vidas hoje.

O mundo precisa de líderes que temam a Deus. Competência é importantíssimo, experiência faz diferença, informação é inestimável, técnicas têm o seu lugar. Mas sem temor ao Senhor nenhum adjetivo ou competência humana poderá iluminar o mundo em direção a eternidade.

Se notarmos bem, os grandes líderes que influenciaram multidões ao erro, eram homens altamente competentes como líderes, mas sem nenhum temor a Deus. Precisamos de um exército de homens e mulheres que se levantem como líderes capazes de confrontar o erro, a mentira, a corrupção a injustiça e a ignorância. Líderes que não estejam preocupados em lucrar com o poder em suas mãos, mas estejam dispostos a pagar o preço por sua tomada de atitude ao lado da verdade e da glória de Deus.

Se quisermos marcar a nossa geração como líderes, teremos de voltar a temer a Deus de verdade, reconhecer que toda a glória pertence a Ele e buscar a sua vontade. Existem “mesas e barracas” que precisam ser viradas no grande “mercado” da fé, em que se tem transformado a obra de Deus. Líderes que temem a Deus serão líderes frágeis, mas que reconhecem, por isso mesmo, que todo o seu poder e autoridade procedem de Deus, e por isso são capazes de seguir adiante, lutando, buscando concluir a obra a que foram chamados realizar.

Muitos desses líderes que temem e honram a Deus são homens e mulheres anônimos, que a mídia nunca mencionará seus nomes, mas que na eternidade eles já estão listados entre os gigantes de Deus, que viveram e morreram para que o temor ao Senhor fosse mantido na mais alta conta. Que você e eu, como líderes, possamos estar entre esses, anônimos ou conhecidos, mas sempre como líderes que temem a Deus, e por isso buscam se manter sensíveis a sua vontade e em busca da glória de Deus, sem nunca negociar nossa fé biblicamente fundada, trocando-a por outros interesses deste mundo que comprometem o nome daquele a quem dizemos servir.


Em todas as áreas o mundo precisa de líderes que temem a Deus, você aceita o desafio?

Autor: Ednilson Correia de Abreu

sábado, 17 de setembro de 2016

"ANIVERSÁRIO DE 52 ANOS DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM VIÇOSA-MG"



ESTÃO TODOS CONVIDADOS!



Programação: 


Sábado (17/09) as 18:00hs - Culto de Abertura.
 
Domingo (18/09) as 09:00hs - Grande Desfile saindo da igreja Sede. Quem quiser participar do desfile é só vir com uma camisa branca, pode ser de qualquer tipo, com ou sem estampa, sendo branca é o que importa. 


Domingo (18/09) as 18:00hs - Culto de Encerramento.


Teremos a participação de Cantores da cidade de Goiânia e um deles toca Harpa, um instrumento lindo.

Abraços...

terça-feira, 13 de setembro de 2016

"LIBERDADE CRISTÃ NOS EUA, RÚSSIA, ISRAEL E BRASIL!"

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Embora fossem majoritariamente evangélicos em sua origem, os EUA não privilegiam hoje o evangelicalismo e o governo americano claramente o desfavorece. Nas leis de liberdade religiosa dos EUA, todas as religiões são iguais. Assim, o evangelicalismo que fundou os EUA está oficialmente no mesmo nível do islamismo, do hinduísmo, do catolicismo, da bruxaria, etc.

De acordo com esse sistema americano de igualdade, oficialmente Jesus Cristo está no mesmo nível de Maomé, Belzebu e Satanás. Aliás, nas escolas americanas você pode rezar a Satanás e recitar o Corão islâmico, mas você não pode orar a Jesus Cristo nem recitar a Bíblia.

De acordo com esse sistema, o governo americano não pode honrar sua fundação evangélica acima do islamismo, hinduísmo, catolicismo, bruxaria, etc. Se o governo americano quiser parceria religiosa, não pode dar preferência ao evangelicalismo. É obrigado a dar parceria igual ao islamismo, hinduísmo, catolicismo, bruxaria, etc.

Na Rússia, que é o maior país cristão ortodoxo do mundo, não existe essa igualdade. A Igreja Cristã Ortodoxa é reconhecida pelo governo russo como a maior religião cristã da Rússia. Católicos e evangélicos, que são dois por cento da população russa, são cidadãos religiosos de segunda classe. Os ortodoxos têm lá suas razões para fazer isso com os católicos, considerando que o Vaticano sempre hostilizou a Igreja Ortodoxa, vendo-a como rival de sua supremacia.

Os ortodoxos parecem guardar mágoas contra os católicos por causa de uma invasão de cruzados católicos em Constantinopla, que era a capital da Igreja Ortodoxa. Constantinopla foi saqueada, estuprada e vitimada por causa desse ódio antigo. Embora seu foco tivesse sido em grande parte nos muçulmanos, as Cruzadas católicas vitimaram também multidões de inocentes judeus e cristãos ortodoxos. Mas os evangélicos nunca agiram assim com os cristãos ortodoxos. Daí, os ortodoxos não deveriam colocar os evangélicos na Rússia como cidadãos religiosos de segunda categoria.

O Brasil imita os EUA em liberdade religiosa. Nas recentes Olímpiadas no Brasil, o jogador Neymar, que é um evangélico nominal, foi criticado pelo Comitê Olímpico por usar uma faixa escrita “100% JESUS.” Mas o mesmo Comitê Olímpico não criticou o encerramento oficial das Olímpiadas, o qual mostrou mães-de-santo e uma glorificação descarada das religiões afro-brasileiras.

Muitos cristãos protestaram que isso foi discriminação. Mas o que eles queriam? Eles queriam que o mesmo respeito e consideração dados aos demônios fossem igualmente dados a Jesus? Eles queriam que Jesus fosse igualado aos demônios?

Na democracia de igualdade, Jesus não é melhor do que um orixá ou Satanás. No Jornalismo da TV Cultura em 20 de agosto de 2015, o historiador Leandro Karnal disse: “Se é proibido debochar ou insultar religiões, uma questão que está sendo discutida no Rio de Janeiro, vamos lembrar que satanismo também é religião e quando um pastor começar a mandar sair o demônio de alguém, a gente pode multá-lo porque ele está insultando a fé do satanista, já que o demônio também gera uma religião. Quem quiser atacar o demônio, chicotear o demônio também tem de ser multado porque está insultando a fé em Satanás”.

Muitos podem achar que a luta pela igualdade legal é útil, mas está trazendo mais direitos para Satanás e seus demônios e não glorifica Jesus, e glorificar Jesus é a missão mais importante do cristão. A missão do cristão não é lutar para que Jesus tenha, na democracia, o mesmo valor de Satanás e seus demônios.

Quer as leis reconheçam isso ou não, Jesus está acima dos orixás e de Satanás, que são criaturas caídas condenadas ao inferno. Jesus não é criatura. Ele é o Criador e Senhor. É blasfêmia concordar com leis que igualam criaturas caídas com o Senhor que cria, salva e transforma.

Não gosto do sistema americano atual que nivela Jesus com Belzebu. Se ressuscitasse hoje, George Washington, o primeiro presidente dos EUA, lutaria contra esse sistema, pois ele era favorável à prática, comum no início dos EUA, de que todo político, para ser empossado, deveria declarar juramento, com a mão na Bíblia, de que cria na Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo.

E não gosto do sistema russo que coloca a Igreja Ortodoxa como uma igreja cristã acima das igrejas evangélicas. Mas o sistema atual dos EUA parece muito pior.

Contudo, se os EUA acham o sistema da Rússia pior, por que não criticam também Israel? Assim como na Rússia, os evangélicos em Israel não são mais que 2 por cento. O Centro de Pesquisa Pew nos EUA identificou Israel como um dos países que coloca restrições elevadas nas religiões. O Pew disse:

“Mas a lista de países com restrições elevadas também contém alguns que são amplamente vistos como democráticos, tais como… Israel. A pontuação elevada de Israel se deve ao… seu tratamento preferencial aos judeus ortodoxos. O governo reconhece apenas as autoridades religiosas judias ortodoxas em alguns assuntos de condição pessoal (tais como casamento) com relação aos judeus e emprega a maior parte das verbas religiosas para os judeus ortodoxos, ainda que eles representem apenas uma minoria de todos os judeus em Israel”.

Em seu livro “Perseguidos: A Agressão aos Cristãos” (Thomas Nelson, 2013), Paul Marshall diz:

 “Em outro exemplo, em Israel, o proselitismo é legal enquanto não se oferece benefícios materiais para conversões. Mas elementos dentro do governo às vezes agem como se esse não fosse o caso. Pessoas suspeitas de serem missionárias têm vistos negados e às vezes são presas e obrigadas a pagar fiança e assinar termos de compromisso de não evangelizar. Ocasionalmente, multidões de pessoas atacam igrejas ou outros prédios que abrigam conventos”.

Em comparação com os países islâmicos, Israel oferece muito mais liberdade aos cristãos. Mas em comparação com os EUA, Israel lhes oferece muito menos liberdade. Aliás, se nos EUA os judeus fossem tratados como os cristãos são tratados em Israel, haveria queixas de “antissemitismo”.

A mesma realidade se aplica à Rússia. Em comparação com os países islâmicos, a Rússia oferece muito mais liberdade aos cristãos. Mas assim como Israel protege e privilegia sua religião principal, a Rússia faz a mesma coisa pela Igreja Ortodoxa Russa.

Portanto, a histeria da mídia americana contra a Rússia é sem base. Quando a Rússia estabelece alguma restrição para atividades religiosas não registradas, a mídia americana grita “censura” e “volta da União Soviética.” Mas essa mesma mídia não grita nada sobre as restrições israelenses às atividades de evangelismo cristão em Israel. Aliás, fica em silêncio.

A mídia americana, que faz muito estardalhaço com a Rússia, não faz o mesmo estardalhaço com a Arábia Saudita, que mata cristãos e proíbe a Bíblia e cultos. A única diferença parece ser que a Rússia é inimiga política dos EUA e a Arábia Saudita é oficialmente “amiga.” Exatamente como Israel, a Rússia não assassina cristãos e não proíbe a Bíblia e reuniões de adoração registradas.

Evidentemente, todos esses países precisam de uma mudança poderosa.

Israel precisa de um avivamento, para viver as maravilhas do Messias Jesus Cristo.

A Rússia precisa de um avivamento, parar entender que melhor que a Igreja Ortodoxa Russa é viver para Jesus Cristo.

Os EUA e o Brasil precisam de um avivamento, para pararem de igualar Jesus e Satanás e colocá-los no mesmo nível em suas leis de liberdade religiosa.

O autor do livro “The Pink Swastika” (A Suástica Rosa) Scott Lively, que conhece muito bem os desafios de liberdade religiosa nos EUA e Rússia, ofereceu seu comentário para meu blog:

“Neste conflito antiquíssimo de grupos doutrinários, é importante reconhecer que todas as denominações e instituições eclesiásticas não conseguem plenamente refletir ‘O Caminho do Messias’ conforme ensina a Bíblia inteira. Qualquer movimento ou instituição religiosa que tenha a pretensão de falar em nome de Deus ou fornecer ‘a única via verdadeira’ de comunhão com Ele comete o pecado da arrogância. Nenhum dos apóstolos afirmou ser portador de infalibilidade e suas perspectivas variavam amplamente, resolvendo suas diferenças de forma prática (votando). Paulo tratou da questão de disputas doutrinárias de modo direto em 1 Coríntios, admoestando a igreja a ‘não julgar antes do tempo, mas aguardar até a vinda do Senhor.’ Enquanto isso, precisamos buscar a unidade espiritual de TODOS os crentes em Cristo nos pontos em que podemos concordar — inclusive os judeus fieis à Torá que ainda não reconheceram Jesus como Messias — e abordar nossas diferenças com amor e humildade”.


AUTOR: Júlio Severo

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

"NOVE SINAIS DE UM PASTOR QUE ESTÁ PERDENDO O RUMO!"

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Paul David Tripp, em seu livro Vocação Perigosa, dentre tantas questões importantes sobre a vida pastoral, trata de alguns sinais de como um pastor pode se encontrar em perigo e até mesmo questionar sua vocação pastoral. 

Primeiro:
 Ele ignora a evidência clara de problemas. Não vê ou encontra em si mesmo problemas. Justifica dizendo que o que lhe ocorre é causado pelas circunstâncias ou mal entendidos.

Segundo: Vê e trata o problema dos outros, mas não os seus próprios, até porque não encontra problemas em si. É a questão do lado obscuro da liderança. 

Terceiro: Falta de vida devocional. Ter capacidade de interpretar textos (hermenêutica), pregar bem (homilética) e conhecimento teológico não significa ter vida intima com Deus. O que motiva, traz perseverança, humildade, amor, paixão e graça é a vida devocional. É ter um relacionamento com a Palavra, e com o Deus da Palavra.

Quarto: 
Não pregar o Evangelho para si mesmo. É não descansar na graça salvadora e consoladora do Evangelho libertador de Cristo. E começar a buscar realização e identidade nas coisas e pessoas, de forma messiânica. Isso gera autodefesa, autocomiseração e mágoas. Só Jesus é nosso Salvador. 

Quinto: Não ouvir as pessoas mais próximas. Sempre há pessoas conversando com pastores sobre seu comportamento e de como trata os outros, e isso deve levar à ponderação e mudança de atitudes. É preciso humildade da parte dos pastores para isso. Pastores são humanos e falhos. Não adianta sublimar os erros. 

Sexto: O ministério começa a tornar-se pesado demais. "O impacto de todas essas coisas juntas é que você descobre que o seu ministério é cada vez menos privilégio e alegria e cada vez mais peso e dever".

Sétimo: Começar a viver em silêncio. O pastor começa a se isolar como um mecanismo de defesa. Porém a vida cristã é comunitária e orgânica. 

Oitavo: 
O pastor questiona sua vocação. Cogita que realmente não foi vocacionado para o pastorado, coisa essa que não pensava há tempos atrás. 

Nono:
Por fim, pensa em abandonar o ministério. Alimenta em seu coração exercer outra atividade à parte da vida pastoral.

Tripp reconhece que nem todos esses sinais possam se evidenciar. Reconhece também que esse processo é mais comum do que parece. Sua preocupação é com a cultura das igrejas, que permite que essas coisas estejam acontecendo com seus pastores, sem que seja visto e tratado.

Atos 20:24 "Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus".

AUTOR: Paul David Tripp

segunda-feira, 18 de julho de 2016

"ESSE É PARA CRIANÇADA!"





NÃO DEIXE NENHUMA CRIANÇAS DE FORA,  PARTICIPE!!!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

"VEM AÍ!!!"


“8ª SEMANA DA PALAVRA”

UMA SEMANA SÓ DE ESTUDOS BÍBLICOS

De 10 a 15 de julho de 2016

Domingo as 18:00hs.
Segunda a Sexta-Feira as 19:00hs.

TEMAS:    Cura Interior
Chamada Divina e Ministerial 
Igreja Primitiva X Igreja Atual   
Os campos estão brancos
A pessoa de Jesus
Chronos X Kairós (Nosso tempo X Tempo de Deus)

PALESTRANTES:

Pastor Jander Magalhães (Ipanema-MG). Bacharel em Teologia, Conferencista, Professor de Teologia, Pastor Presidente da Assembleia de Deus em Ipanema-MG.

Pastor Josiel Rosa (Novo Cruzeiro-MG). Bacharel em Teologia, Conferencista, Estudante de Direito, Pastor Presidente da Assembleia de Deus em Novo Cruzeiro-MG.

Pastora Joceli Valadares (Viçosa-MG). Graduada em Missão Integral, Conferencista, Professora de Teologia, Líder do Trabalho Feminino da Assembleia de Deus em Viçosa-MG.

Pastor Geraldo de Almeida (Viçosa-MG). Pós-graduado em Docência do Ensino Superior, Bacharel em Administração, Bacharel em Teologia, Licenciado em Filosofia, Professor de Teologia.

Pastor Wanderson Silva (Belo Horizonte-MG). Pós-Graduado em Teologia Sistemática, Bacharel em Teologia, Conferencista, Professor de Teologia, Policial Militar.

Entrada Franca, porém, será vendido somente por encomenda aos interessados, o material completo com todos os estudos ministrados nesta semana. Valor R$ 12,00.

Pedidos: Pelo e-mail: galmeidaf@gmail.com ou Fones: (31) 3891-4400 ou (31) 99766-7678.

Haverá Certificado para quem comparecer pelo menos em 04 palestras.

Não perca! Deus tem uma palavra para você!

sexta-feira, 24 de junho de 2016

"A GENTE É GENTE, GENTE!"





Parte do protestantismo brasileiro atual e das iniciativas missionárias se deixou seduzir e sucumbiu ao tipo de mercado religioso que coloca as pessoas no lugar para o qual Deus não as criou, como, por exemplo, utilidade de engrenagem religiosa ou peça de cenário eclesiástico. Isso me faz lembrar de curiosa pesquisa feita pela antropóloga polonesa Alicja Iwanska com alguns fazendeiros ocidentais, cujos resultados são apresentados parcialmente por William A. Smalley em seu artigo intitulado “The world is too much with us”.*

Os achados da antropóloga me fazem perceber, de imediato, que, por analogia e a exemplo das sociedades ocidentais, os sistemas de valores, no Brasil de hoje, estão minados por uma forma desumana de ver a vida, o que, de maneira muito sutil, minam também a Igreja e o seu jeito de fazer missão.

Iwanska observou que os tais fazendeiros ocidentais viam a vida como um universo de ângulos intrigantes, como algo dividido em três categorias diferentes.

A primeira ela chamou de “paisagem”, que incluía as montanhas distantes, as árvores, o cenário... Enfim, o meio ambiente, desde que não tivesse sido manipulado. Os fazendeiros gostavam e apreciavam a paisagem, mas de uma maneira desinteressada, sem muito conteúdo emocional.

A segunda categoria ela chamou de “maquinário”. Parte importantíssima para a vida, o maquinário era visto pelos fazendeiros como algo tão essencial quanto qualquer aspecto ou elemento da existência. Poliam e tinham muito cuidado com as máquinas, porque eram objetos de grande interesse e preocupação, sem falar do grande senso de estima e do valor financeiro.

Na cosmovisão dos fazendeiros, a importância de cada máquina e seus acessórios e implementos estava relacionada à produtividade da fazenda, por isso as máquinas representavam uma “classe” essencial do universo. É curioso notar que, para eles, os bichos da fazenda: bois, vacas, cavalos, éguas, mulas, galinhas, porcos, ovelhas, peixes e animais domésticos, pertenciam à mesma classe do maquinário, porque também representavam um “instrumento” importante da produtividade e, por conta disso, eram vistos e cuidados da mesma forma que as máquinas.

“Pessoas” ou “gente”. Essa foi a denominação que Iwanska deu à terceira categoria. Para os fazendeiros, as pessoas eram os vizinhos, indivíduos que vinham para a fazenda para um copo de café, gente que ajudava ou cooperava nos tempos de necessidade e emergência. Logo, pessoas eram os seres humanos com quem eles cresciam, viviam e morriam. Eram aqueles com quem possuíam e nutriam constante relacionamento social ou de negócio.

Assim, os seres humanos, considerados “pessoas”, eram diferentes naquilo que eles próprios, os seres humanos, tinham valor, pouco importando sua utilidade e produtividade.

Dessas constatações, contudo, a mais intrigante e incômoda foi a descoberta de que, para os fazendeiros ocidentais, nem todos os seres humanos eram pessoas ou gente. Os índios, por exemplo, pertenciam à classe “paisagem”, porque faziam parte do cenário, do meio ambiente. Por conta disso, os fazendeiros passavam pela reserva dos índios apenas para vê-los como parte do todo no mosaico da natureza. Os negros e os mexicanos, por outro lado, eram vistos como “maquinários”, já que o seu valor residia naquilo que produziam para os patrões. A ajuda deles tinha quase o mesmo grau de importância e valor que as vacas, as mulas, a bomba de óleo ou o arado.

Quando a produção dos negros e dos mexicanos diminuía, por cansaço ou velhice, eram descartados, tal como se descarta um carro velho, uma bota furada, um tubo de pasta de dente vazio, um chapéu rasgado, um pneu gasto, um parafuso enferrujado ou um lampião que já não emite a mesma luz de outrora.

Líderes, pastores ou missionários, bem como igrejas locais, denominações ou agências missionárias, podem acabar desenvolvendo essa mesma visão errônea, maligna e desumana, dando novas cores à missão e tornando-a igualmente distorcida. Podem se tornar “fazendas” onde o que vale mesmo não são as pessoas em sua totalidade e integralidade, mas a sua produtividade, os dividendos contábeis que trazem, a força do trabalho que realizam, o poder de mídia que representam.

Quando isso acontece, sutilmente se redesenham percepções sobre que base de fato a vida e a missão da igreja estão firmadas. A teologia prática e a práxis de missão passam a andar na contramão da natureza da Igreja. As percepções de nós mesmos como ministros do evangelho ou missionários também acabam ganhando cores desumanas.

Nas igrejas e nas agências missionárias, bem como nos “campos brancos” da missão, há seres humanos com um forte clamor: “A gente é gente, gente”.


Devemos ouvir esse grito!

AUTOR: Luís Wesley de Souza

segunda-feira, 13 de junho de 2016

"DEZ MANDAMENTOS PARA COMEÇAR UM NAMORO!"

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Dia dos Namorados chegou: para você que é solteiro, leia com urgência. E se já está namorando, faça um raio-x do seu namoro. Casado? Eu também sou e valeu muito a pena seguir os dez mandamentos abaixo antes de dizer “sim” para a minha esposa.
1 – Seja racional e não sentimental

As maiores causas de separação e divórcios hoje são: incompatibilidade de gênero, vida financeira e sexo. Veja bem com quem você está casando. Não veja só a embalagem, avalie bem o produto com a sua razão. Procure belezas que não passam.

2 – Repare na maneira como ela/ele trata os pais

Analise muito bem as palavras que ela/ele usa para tratá-los. Será provavelmente a maneira como essa pessoa irá tratar você. Quem honra os pais também honra o cônjuge. Um mau filho não será um bom marido. Não é a toa que às vezes eu ouço da minha esposa: “Você acha que eu sou sua mãe?”, mas a gente se perdoa. Ninguém é perfeito.

3 – Ouça seus pais

Escute-os. A maioria dos casais que se unem com a desaprovação dos pais não vai adiante com o relacionamento. Procure também a opinião de pessoas que você respeita, seus líderes, livros sobre o assunto e amigos mais experientes. Não seja levado pela síndrome adolescente do “eu já sei de tudo”.

4 – Descubra os princípios de vida dessa pessoa

Ela certamente tem convicções firmes sobre verdade, família, caráter, honestidade, sonhos, trabalho, carreira, bondade, respeito. Você sabe quais são? Isso deve ser analisado antes e não depois do casamento. Se a pessoa que você quer namorar deseja levar você logo para cama, certamente não gosta de você. A verdade é que ela/ele quer apenas aproveitar e usar você, depois jogar fora. Respeito é fundamental. Conheça bem os seus valores.

5 – Procure alguém que ama a Deus e a sua Palavra

Veja quais são as suas convicções a respeito da Bíblia, Cristo, culto, oração, igreja, espiritualidade, etc. Não se relacione com alguém que é indiferente para com Deus. Se essa pessoa for indiferente para com Deus, certamente também será para com os valores absolutos da Bíblia, na prática da oração, não terá vontade de ir aos cultos e muito menos ter relação com pessoas da Igreja. Isso faz toda a diferença.

6 – Não viva procurando a pessoa perfeita

A “pessoa certa” é um mito, não se desespere se você ainda não encontrou alguém assim. Você não vai encontrar mesmo, não existe pessoa perfeita! Não existe “alma gêmea”, não existe princesa ou príncipe encantado. Não ande em busca da pessoa certa. Faça diferente: torne-se, prepare-se para ser a pessoa certa. O segredo é cultivar a si mesmo, como diz o poeta gaúcho Mário Quintana: “O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você”. Isso vale tanto para homens quanto para mulheres, mas que os homens não se acomodem mais do que já estão querendo que as mulheres venham até eles. Já temos Homers Simpsons demais por aí.

7 – Procure alguém que o ajude a ser uma pessoa melhor e não “mais feliz”

O casamento existe para somarmos na vida um do outro e experimentarmos mais de Deus. Procure alguém que te torne uma pessoa melhor no caráter e mais parecida com Jesus. Reflita se ela te torna mais “feliz” momentaneamente, mas te aproxima do pecado e te afasta de Deus frequentemente. Isso diminuiria muitos aconselhamentos pastorais.

8 – Procure alguém que tenha objetivos para casamento

A maioria das pessoas hoje quer namorar para passar tempo e aproveitar o que as outras tem de bom: boca, corpo, coisas e sexo. Procure alguém para compartilhar a sua vida, coisas boas e ruins e não apenas o prazer R$ 1,99 de beijar, dar uns “amassos” e fazer sexo fora do casamento. Isso, no casamento, é cem mil vezes mais sensacional. Dou minha palavra.

9 – Não idolatre a atração física!

Já falamos disso antes, certo? Mas como a gente é muito burro neste ponto, vale a pena repetir. Olhos verdes, ruivas, morenos, musculosos, cabelo liso, seios siliconados, barriguinha magra, branco, “negão”, lábios carnudos, e blá, blá… Não sou hipócrita para afirmar “não procure beleza”, até porque acho minha esposa linda demais, mas no fim das contas isso vale pouco. “Idolatre” mais a personalidade do que a aparência. O legal do amor é amar a pessoa inteira, não somente a casca.

10 – Procure alguém que seja belo(a) no conjunto todo

Para encontrarmos uma pessoa de Deus precisamos ter um conceito total, pleno e integral de beleza. Procure alguém que seja belo em seu jeito de ser, personalidade, temperamento, fé, amor, palavras, carinho, disposição, serviço, atitudes, conhecimento, caráter, sonhos, amizade, família, profissão, entre outras coisas. Beleza ultrapassa curvas e traços corporais passageiros. Beleza é o que somos e seremos para sempre, não apenas o corpinho de 20 anos.

Resumindo tudo: pense bem. Os nossos sentimentos são especialistas em nos enganar e, pior, podem machucar bastante. Se você já está namorando alguém e depois de tudo que leu entrou numa crise, ouça meu conselho: leia o texto com seu namorado(a) e tenham uma D.R. urgentemente!

AUTOR: Jean Francesco

sexta-feira, 27 de maio de 2016

"EM SEUS PASSOS O QUE FARIA JESUS!"


EM SEUS PASSOS O QUE FARIA JESUS?

Essa pergunta deu origem a um livro de autoria de Charles Sheldon, publicado em 1896 e posteriormente a um filme. A princípio a pergunta parece fácil, mas pare e pense! O que Jesus faria diante das circunstâncias que você e eu temos passado em nosso dia a dia? É difícil presumir as atitudes de Jesus, pois, não sabemos nem quais seriam as nossas. Mas acredito pelo caráter de Jesus, que suas atitudes seguiriam alguns princípios:

1-    ELE não faria nada que pudesse desonrar o nosso PAI. (Jo. 06:38): “Pois Eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, mas a vontade daquele que me enviou”. / (Mt. 05:16): “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”. Lembre-se: Ame a Deus acima de todas as coisas. EX: (Jo. 11:04): “Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus”.

2-    ELE faria tudo pensando no próximo. (Mt. 05:44): “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus”. / (Jo. 13:35): “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”. Lembre-se que você precisa amá-lo não só de palavras, mas de atitude. EX: (Mc. 01:41): “E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo”.

3-    ELE perderia algo em troca de ver outros felizes. (Jo. 10:18): “Ninguém a tira de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade...”. / (Jo. 10:10): “Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas”. As vezes temos que perder algo, abrir mão, mesmo que estejamos certos, para ver alguém feliz. EX: (Jo. 17:05): “Aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse”.

4-    Em seus passos o que faria Jesus? Jesus faria o possível para ver você bem e feliz. É o desejo do coração DELE que você também no seu dia a dia, se comporte da mesma maneira. Que cada decisão sua seja para fazer o PAI e o PRÓXIMO feliz. Pois a verdadeira felicidade não está no receber e sim no dar. (At. 20:35): “Em tudo o que fiz, mostrei-lhes que mediante trabalho árduo devemos ajudar os fracos, lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: ‘Há maior felicidade em dar do que em receber’”.

Agora sabemos o que Jesus faria em nosso lugar, então, vivamos como ELE e que nossas atitudes sejam para glória de Deus.
Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada. (Jo. 14:23)”.

Autor: Pastor Geraldo de Almeida Filho