segunda-feira, 22 de abril de 2013

"FUGINDO DA IMORALIDADE SEXUAL!"


"Porém quem se une com o Senhor se torna, espiritualmente, uma só pessoa com ele. Fujam da imoralidade sexual! ... o corpo de vocês é o templo do Espírito Santo ... Vocês não pertencem a vocês mesmos, mas a Deus, pois ele os comprou e pagou o preço. Portanto, usem o seu corpo para a glória dele" (1º Coríntios 06.17-20 - NTLH). 
  
Quando o apóstolo Paulo deu essas instruções, tinha absoluta consciência das lutas que as pessoas passam contra as tentações na área da sexualidade. Muitas são as formas de desvios expressas na Palavra que se referem a relações sexuais ilícitas, adultério, fornicação, concubinato, prostituição, dentre outros. A Bíblia narra diversas situações para nossa reflexão.

Davi não fugiu

Conta-nos, por exemplo, a história de alguém que não fugiu da imoralidade sexual. "Uma tarde Davi se levantou, depois de ter dormido um pouco, e foi passear no terraço do palácio. Dali viu uma mulher muito bonita tomando banho. Aí ele mandou que descobrissem quem era aquela mulher e soube que era Bate-Seba, filha de Eliã e esposa de Urias, o heteu. Então Davi mandou que alguns mensageiros fossem buscá-la. Eles a trouxeram, e Davi teve relações com ela" (2º Samuel 11.02-04 - NTLH).

Dali em diante, sua impureza gerou mentira e engano, até um horrendo plano de assassinato de seu fiel guerreiro Urias, o esposo traído. As consequências foram terríveis, pois a criança engravidada morreu e houve grande desordem na casa de Davi ao ponto de outro filho seu o desonrar publicamente. Nunca mais a família de Davi foi a mesma. Mesmo arrependido e perdoado, sofreu duras consequências de seu comportamento.  

José fugiu

Mas outra história nos é contada de alguém que fugiu da imoralidade sexual. "O SENHOR Deus estava com José. Ele morava na casa do seu dono e ia muito bem em tudo. Potifar entregou nas mãos de José tudo o que tinha e não se preocupava com nada, a não ser com a comida que comia. José era um belo tipo de homem e simpático. Algum tempo depois, a mulher do seu dono começou a cobiçar José. Todos os dias ela insistia que ele fosse para a cama com ela, mas José não concordava e também evitava estar perto dela. Mas um dia, como de costume, ele entrou na casa para fazer o seu trabalho, e nenhum empregado estava ali. Então ela o agarrou pela capa e disse: - Venha, vamos para a cama. Mas ele escapou e correu fugindo para fora, deixando a capa nas mãos dela" (Gênesis 39.02,06-07,10-12 - NTLH).

Manteve-se fiel ao seu patrão, a Deus e ao seu próprio corpo. A história nos conta como José foi elevado no Egito, tornando-se, depois de faraó, o homem mais poderoso na terra, casando-se, tendo filhos, livrando seu povo da fome e vivendo fartamente seus cento e dez anos junto com seus descendentes até a terceira geração.

Fugir ou não fugir?

Diferentes decisões, diferentes consequências. Fugir ou não fugir, eis a questão. Segundo Paulo, conseguimos fugir, pois nos tornamos um com o Pai, templo do Espírito Santo, comprados pelo precioso preço do sangue de Cristo.

Em outras palavras, temos sua natureza, recebemos sua habitação e nos tornamos sua propriedade. Assim, se houve pecado, arrependa-se e não peque mais (Colossenses 03.05; Tiago 01.21; 1ª Tessalonicenses 04.07).

Vamos todos glorificar a Deus com nossos corpos, sendo nossa sexualidade somente para nosso cônjuge (1ª Coríntios 07.02) e para ninguém mais.


AUTOR: Rodolfo Garcia Montosa

segunda-feira, 1 de abril de 2013

"NÃO TENHA MEDO DE ORAR!"


Ao visitar minha mãe recentemente eu estava folheando uma revista bem conhecida e me deparei com um artigo sobre uma atriz bem conhecida, que é um cristão professo. O artigo descrevia sua fé vibrante e o papel da oração em sua vida. Fui encorajado por seu cultivo de devoção constante. Eu quero crescer nessa também.
Mas o comentário que ficou comigo foi: "Eu não sei pedir [Deus] para a paciência, porque então ele me dá situações em que eu tenho que crescer mais paciente, eu aprendi essa lição!"

Deus abençoe a sua honestidade. Ao longo dos anos muitos cristãos sinceros já disse coisas semelhantes a mim. Peça a Deus para torná-lo mais piedoso eo que acontece? Você ganha mais dificuldade, mais luta e mais dor. Quem quer isso?

A resposta é: devemos! Não é a dor por si só, é claro. Mas, se a disciplina de dor produz um fruto pacífico de justiça (Hebreus 12:11), devemos suplicar para a disciplina. Se isso significa que será mais parecido com ele, mais profundamente conhecê-lo, ser mais livre da descrença com medo, e ter mais capacidade de amar os outros, devemos implorar para ele. "O amor é paciente" ( Coríntios 13:04). Se não queremos mais paciência, o que dizer sobre a nossa visão do amor?

E qual é a alternativa? Shallow amor? Tibieza? Não queremos que essa descrição por CS Lewis é sempre ser verdadeiro de nós?

Parece que Nosso Senhor encontra nossos desejos não muito fortes, mas muito fraco. Somos indiferentes criaturas, enganando sobre a bebida e sexo e ambição quando a alegria infinita nos é oferecido, como uma criança ignorante que deseja continuar fazendo tortas de lama em uma favela, porque ele não pode imaginar o que se entende pela oferta de um feriado no mar. Estamos muito satisfeitos com facilidade "( The Weight of Glory ).

Não! Não vamos ser tão facilmente satisfeitos! Não vamos ter medo de pedir a Deus para fazer "o que for preciso" para trazê-lo a maior glória ea nós a mais profunda alegria. Vamos realmente "prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus" (Filipenses 03:14). Vamos desejar que o prêmio!

Oh Pai, o que for necessário, aumentar o nosso amor, aumentando a nossa paciência! O que for preciso, aumentar o nosso prazer em você! O que for preciso, alinhar os nossos desejos desonestos com o seu! O que for preciso ensinar-nos a confiar mais em você! E livre-nos a orar estas coisas! Em nome de Jesus, amém.

Eu entendo a nossa irmã atriz da revista, acredite em mim. Deus faz responder a esses tipos de orações. Eu sei que a partir da experiência e da disciplina é muitas vezes doloroso. Mas o que eu gosto de Deus e suas promessas durante estes tempos são tão preciosos que eu não iria trocá-los para o mundo. E eu quero mais. Então eu continuo rezando "o que for preciso", mesmo com algum tremor.

Hoje Jesus está lhe pedindo, "O que você quer que eu faça por você" (Lucas 18:41)? Não tenha medo. Peça (Lucas 11:09)! "É aprouve ao vosso Pai dar-vos o Reino" (Lucas 12:32).


AUTOR: Jon Bloom

terça-feira, 26 de março de 2013

"A TENTAÇÃO DE CRISTO!"


A causa que me moveu a tratar desta passagem das Escrituras, foi para que aqueles que, pela inescrutável providência de Deus, caem em diversas tentações, não se julguem, por causa disso, menos aceitáveis na presença de Deus; mas, pelo contrário, tendo o caminho preparado para vitória através de Cristo Jesus, não temam, acima da medida, as astutas investidas da ardilosa serpente, Satanás; mas, com alegria e coragem, tendo tal Guia, tal Campeão e tais armas, como as encontradas nesta passagem (se com obediência ouvirmos e crermos verdadeiramente), possam assegurar-se do presente favor de Deus e da vitória final, por meio de Cristo, que, para nossa segurança e livramento, entrou na batalha e triunfou sobre seu adversário e sobre toda sua fúria, e também, para que as subsequências, sendo ouvidas e entendidas, possam ser melhor guardadas na memória.

Pela graça de Deus, nos proporemos a observar, no trato deste assunto:

1) Primeiro, o significado da palavra tentação e como ela é usada nas Escrituras;

2) Em segundo lugar, quem é tentado aqui e quando esta tentação aconteceu;

3) Em terceiro lugar, como e por quais meios Ele foi tentado;

4) E por último, porque Ele deveria experimentar aquela tentação e qual o proveito decorrente deste episódio, para nós (a parte aqui traduzida).

"Se és Filho de Deus manda que estas pedras se transformem em pães. Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus" (Mt. 04:03-04)

 O propósito pelo qual o Espírito Santo conduziu Jesus ao deserto para que Jesus fosse tentado, é nos fazer entender, através deste fato, que Satanás nunca cessa de se opor aos filhos de Deus, mas continuamente, por um meio ou outro, os conduz e os provoca a algum juízo pecaminoso sobre o Deus deles.

Desejar que pedras se transformem em pães ou que a fome seja satisfeita, nunca foi pecado, nem tão pouco uma opinião pecaminosa sobre Deus, mas, creio que esta tentação foi mais espiritual, mais sutil e mais perigosa. Satanás estava se referindo a voz de Deus que disse ser Cristo Seu Filho Amado.

Contra esta declaração ele luta, como lhe e intrínseco fazer, contra a indubitável e imutável palavra de Deus; pois sua malícia contra Deus e seus filhos escolhidos é tal, que para quem Deus declara amor e misericórdia, a estes ele ameaça com desprazeres e maldições; e onde Deus ameaça morte, lá ele é audacioso em declarar vida. Por causa disto Satanás é chamado de mentiroso desde o princípio (Jo. 08:44).

Assim sendo, o objetivo de Satanás é levar Cristo a desesperança, para que Ele não creia na voz de Deus seu Pai; e este parece ser o significado desta tentação: "Tu ouviste", Satanás diria, "uma voz dos céus dizer que Tu eras o amado Filho de Deus, no qual Ele se compraz (Mt. 03:17), mas não te julgarão louco ou um tolo sem juízo, se creres em tal promessa? Onde estão os sinais deste amor? Tu não estás sem o conforto de todas as criaturas? Tu estás pior do que as brutas feras, pois todo dia elas caçam para se alimentar e a terra produz grama e ervas para seu sustento, de forma que nenhuma delas definha ou é consumida pela fome. Mas tu jejuas há quarenta dias e quarenta noites, esperando sempre algum alívio e conforto dos céus, mas tua melhor provisão são pedras duras! Se Te glorias em teu Deus, e crês verdadeiramente na promessa que foi feita, ordena que estas pedras se transformem em pães. Mas, é evidente que Tu não o podes fazer, pois se pudesses, ou se teu Deus tivesse Te concedido tal privilégio, há muito terias matado tua fome e não necessitarias suportar este abatimento por falta de comida. Mas vendo que ainda continuas assim e que nenhum mantimento foi preparado para Ti, é presunção acreditar em tal promessa, e por isso, perca a esperança de qualquer socorro das mãos de Deus e proveja para Ti, por qualquer outro meio!"

Eu usei muitas palavras, mas eu não posso expressar o grande despeito que se esconde nesta tentação de Satanás. Foi uma zombaria de Cristo e de sua obediência. Foi uma clara rejeição da promessa de Deus. Foi a voz triunfante dele que aparentava ter conseguido a vitória. Oh! quão amargo este tipo de tentação é, nenhuma criatura pode entender, a não ser os que sentem a dor de tais dardos lançados por Satanás na consciência sensível dos que alegremente descansam e repousam em Deus e nas suas promessas de misericórdia.

Mas aqui devemos notar a base e o fundamento desta tentação. A conclusão de Satanás é esta: "Tu não és um eleito de Deus, muito menos seu Filho amado". Sua razão é esta: "Tu estás em dificuldades e não achas alívio". Logo, o fundamento da tentação era a pobreza de Cristo e a falta de comida, sem esperança de receber, da parte de Deus, o remédio. É a mesma tentação com a qual o diabo objetou a Cristo por meio dos principais sacerdotes, quando em seu tormento atroz na cruz; eles gritavam: "Se Ele é Filho de Deus, deixe que desça da cruz e creremos nele. Confiou em Deus; pois venha livrá-lO agora, se de fato Lhe quer bem" (Mt. 27:40,43). Como se dissessem: "Deus liberta os seus servos dos problemas. Ele nunca permite que os que O temem sejam envergonhados. Mas vemos este homem em angústia extrema. Se Ele é o Filho de Deus, ou ainda um verdadeiro adorador do Seu nome, Deus o livrará desta calamidade. Se não livrá-lO, mas permitir que pereça nesta angústia, então é um sinal seguro de que Deus O rejeitou, como hipócrita, que não terá porção de sua glória". Assim, Satanás tem oportunidade para tentar e também para mover outros a julgar e condenar os eleitos de Deus e seus filhos escolhidos, em função de que lhes sobrevêm muitas angústias.

Aprenderemos, agora, com quais armas devemos lutar contra tais inimigos e assaltos, na resposta de Jesus: "Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus".

A resposta de Cristo prova aquilo que estivemos mencionando antes, pois a menos que o propósito de Satanás tenha sido demover Cristo de toda esperança na providência misericordiosa de Deus concernente a Ele, naquela sua necessidade, Cristo não respondeu diretamente às palavras de Satanás: "ordene que estas pedras se transformem em pães" (Mt. 04:03). Mas Jesus Cristo, percebendo sua astúcia e malícia sutis, respondeu diretamente ao significado delas, desconsiderando suas palavras. Nesta resposta Satanás foi tão frustrado, que teve vergonha de replicar além, sobre este assunto.

Mas para que você entenda melhor o significado da resposta de Cristo, a expressaremos em outras palavras: "Você labora", Cristo diria, "em trazer ao meu coração dúvida e suspeita com relação a promessa de meu Pai, que foi publicamente proclamada no meu batismo, por causa da minha fome e da carência de toda provisão carnal. Você é audacioso em afirmar que Deus não cuida de mim. Mas você é enganador e sofista corrupto, e seu argumento é vão e repleto de blasfêmias; pois você vincula o amor, misericórdia e providência de Deus, a ter ou carecer da provisão carnal, o que não nos é ensinado em nenhuma parte das Escrituras de Deus, mas antes, elas expressam o contrário. Como está escrito "Nem só de pão...", ou seja, a vida e a felicidade do homem não consistem na abundância de coisas corpóreas, pois a possessão delas não abençoa ou torna feliz o homem, nem a falta delas é a causa da sua miséria final; mas a vida do homem consiste em Deus e nas suas promessas, e os que nelas se apegam sinceramente, viverão a vida eterna. E embora todas as criaturas na terra o desamparem, sua vida corpórea não perecerá até que o tempo apontado por Deus chegue. Pois Deus tem meios para alimentar, preservar e manter, ignorados pela razão humana e contrários ao curso comum da natureza. Ele alimentou seu povo Israel no deserto quarenta anos sem provisão humana. Ele preservou Jonas na barriga do grande peixe e manteve e guardou os corpos dos seus três filhos (Sadraque , Mesaque e Abede-Nego) no fogo da fornalha. A razão e o homem natural não viam saída nestes casos, a não ser destruição e morte, e julgariam que Deus havia retirado o Seu cuidado destas suas criaturas; e todavia, sua providência foi mais zelosa em relação a eles no limite dos perigos que enfrentaram, dos quais Ele os libertou de tal forma (e durante os assistiu), que sua glória, que é sua misericórdia e bondade, apareceu e sobressaiu-se mais, depois de seus problemas, do que se eles tivessem sucumbindo neles. E por esta razão, eu não meço a verdade e favor de Deus pelo fato de ter ou não necessidades físicas, mas pela promessa que Ele fez para mim. Assim como Ele é imutável, também são a sua palavra e promessa, as quais, Eu creio, me apego e sou fiel, independentemente do que possa vir externamente ao corpo".

Nesta resposta de Cristo podemos discernir quais armas devem ser usadas contra nosso adversário, o diabo, e como devemos refutar seus argumentos, que, com astúcia e malícia, ele faz contra os eleitos de Deus. Cristo poderia ter repelido Satanás com uma palavra ou pensamento, ordenando-o calar, como Aquele a quem todo poder foi dado no céu e na terra. Mas foi agradável a sua misericórdia, nos ensinar como usar a espada do Espírito Santo, que é a palavra de Deus, na batalha contra nosso inimigo espiritual. O texto da Escritura mencionado por Cristo, encontra-se no oitavo capítulo de Deuteronômio. Foi dito por Moisés, um pouco antes de sua morte, para firmar o povo na misericordiosa providência de Deus; pois no mesmo capítulo, e em outros depois deste, ele avalia a grande luta, os diversos perigos e as necessidades extremas que eles tiveram que suportar no deserto, no período de quarenta anos; e quão constante Deus tinha sido em mantê-los e em cumprir sua promessa, conduzindo-os através de todos os perigos até a terra prometida. E assim, este texto da Escritura responde, mais diretamente, às tentações de Satanás, pois Satanás raciocina deste modo(como mencionei antes): "Tu estás em pobreza e não tens provisão para sustentar tua vida. Isto prova que Deus não considera e nem toma conta de Ti, como Ele faz com os seus filhos escolhidos", Jesus Cristo responde: "Teu argumento é falso e vão, pois pobreza ou necessidade não excluem a providência ou cuidado de Deus, os quais são facilmente provados pelo exemplo do povo de Israel, que no deserto, muitas vezes, necessitou de coisas necessárias ao sustento da vida e, por carecerem delas, invejaram e murmuraram. Apesar disto, o Senhor nunca retirou deles seu cuidado e providência, mas, em conformidade ao que uma vez falou, a saber, que eles eram seu povo peculiar, e em conformidade a promessa feita a Abraão e àqueles que saíram do Egito, Ele continuou sendo seu guia e condutor, até que os colocou na tranqüila possessão da terra de Canaã, não obstante a grande debilidade e as diversas transgressões do seu povo".

Assim, nós somos ensinados, por Jesus Cristo, a repulsar Satanás e seus assaltos pela palavra de Deus e a aplicar os exemplos de sua misericórdia, mostrada a outros antes de nós, para nossa alma nas horas de tentação e nos tempos de nossas tribulações; pois aquilo que Deus faz a alguém em determinada época, cabe a todos que confiam e dependem Dele e nas suas promessas. Por esta razão, por mais que sejamos assaltados pelo nosso adversário Satanás, encontramos, na Palavra de Deus, armadura e armas suficientes.

A principal astúcia de Satanás é atormentar aqueles que começaram a abandonar seu domínio e a declarar inimizade contra a iniquidade, com diversos ataques, tendo como objetivo colocar em suas consciências, divergências entre eles e Deus, para que eles não descansem e repousem nas seguras promessas de Deus. E para conseguir isto, ele usa e inventa vários argumentos. Algumas vezes ele chama à lembrança deles, os pecados de sua juventude ou aqueles que cometeram no tempo de cegueira. Freqüentemente ele objeta a ingratidão deles em relação a Deus e suas presentes imperfeições. Através de doença, pobreza, tribulações nos seus lares, ou pela perseguição, ele pode alegar que Deus está zangado e não liga para eles. Ou pela cruz espiritual, que poucos sentem e menos ainda entendem sua utilidade e proveito, ele poderia levar os filhos de Deus ao desespero e, através de infinitos meios mais, ele anda ao redor como um leão que ruge, para minar e destruir nossa fé.

Mas é impossível para ele prevalecer contra nós, a menos que nós, obstinadamente, nos recusemos a usar a proteção e a arma que Deus tem oferecido.

Os eleitos de Deus não podem recusá-la, mas buscar pelo seu Defensor quando a batalha estiver mais acirrada, pois os soluços, gemidos e lamentações de tal luta (vencer o medo, as súplicas por persistência), são a busca incontestável e certa de Cristo nosso campeão. Não recusamos a arma, embora algumas vezes, por debilidade, não a usemos como devêssemos. É suficiente que seus corações sinceramente clamem por forca maior, por persistência e pelo livramento final de Cristo Jesus.

Aquilo que carecemos, Sua suficiência supre; pois é Ele que luta e triunfa por nós.

AUTOR: John Knox

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

"ESTUDE TEOLOGIA CONOSCO!"

Matrículas abertas  para 2013

Início das Aulas: 04/02/2013

Maiores informações:

Fone: (31) 8210-7678 - Claro ou (31) 8807-0678 - Oi

e-mail: geraldinhho_ufv@hotmail.com

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

"DEIXA MEU POVO IR!"


Temos que sair do Egito e tirar o Egito de dentro! Para sair, enfrentamos pelo menos cinco tentativas que o Egito usa para nos manter presos, todas expressas nas palavras de faraó. 

A primeira luta externa foi impondo ao povo a tarefa de "ajuntar palha" (Êxodo 05. 07, 08a).

Representando a sobrecarga em nossa vida de atividades e trabalhos inúteis que roubam nosso tempo para as coisas que têm verdadeiro valor, ao que podemos chamar de ATIVISMO.

 A segunda luta externa é contra o SINCRETISMO.

Preste atenção nas palavras de faraó: "vão oferecer sacrifícios ao seu Deus, porém façam isso aqui mesmo, no Egito" (Êxodo 08. 25 - NTLH). Há uma clara intenção de intervir no culto a Deus. Cultuar a Deus dentro do Egito significa misturar-se às práticas de outras religiões ou filosofias estranhas, confusas, idólatras, que tiram a pessoalidade de Deus, introduzindo feitiçarias no lugar do relacionamento, rituais mágicos ao invés de busca de uma vida coerente com a santidade de Deus. Por causa do sincretismo é introduzido o uso supersticioso de objetos ungidos e santificados, água consagrada, relíquias, copo d'água, rosa ungida, sal grosso, pulseiras abençoadas, óleos de Jerusalém, água do Jordão, trombetas de Gideão, cajado de Moisés, indulgências disfarçadas, amuletos, imagens de escultura.

Enfim, a criatividade usada para manter-nos no Egito não tem limites. Definitivamente, não dá pra servir a dois senhores (Mateus 06. 24) e nenhum objeto jamais substituirá o relacionamento desejável com Deus mediado única e exclusivamente por Cristo (1º Timóteo 02. 05). Também o sincretismo introduz vícios na oração, às vezes como o pagão que dá ordem aos deuses e quer manter o controle da ação; às vezes como o hindu que se entrega passivamente à fatalidade, sendo controlado pela ação.

A Bíblia nos ensina que a oração é o convite que o Senhor nos faz para nos relacionarmos com ele e participarmos da ação que ele iniciou. Não comandamos Deus, nem nos anulamos, mas nos envolvemos ativamente no curso da história. Precisamos ser libertos de todo o tipo de sincretismo em nossas vidas e em toda expressão de culto a Deus. Mas o desafio é grande, pois não podemos nos fundir ao Egito, a fim de não perder nossa identidade, nem nos isolar das pessoas que ainda habitam esse Egito, para não perder nossa relevância.

Quando o sincretismo alcança o nível da pregação, ou seja, quando o próprio púlpito torna-se proclamador da adoração a outros deuses, aí significa a institucionalização do desvio. O púlpito deve ser libertador e comprometido com a verdade do evangelho, e não refém, sem lucidez e discernimento. Mas a boa notícia é que o próprio Senhor sempre guardou pessoas que não se inclinaram aos deuses deste século (Romanos 11. 04).    

Rebeldia: Luta interior

Façamos agora um parênteses para introduzir o primeiro item que temos que tirar de dentro de nós, mesmo quando já saímos do Egito. A primeira luta interior chama-se rebeldia e está expressa tanto na história de Miriã e Arão (Números 12), quanto na revolta coordenada por Corá e mais 250 líderes em Israel (Números 16) quando se levantaram contra a autoridade de Moisés. O fato é que a experiência no Egito tinha deixado traumas profundos do abuso e exploração do poder e autoridade. Havia razão de sobra nessa história de opressão para não mais confiar em qualquer pessoa colocada em um posto de autoridade. De verdade, os rebeldes tiveram por ambição tomar o lugar do líder.

Mas o que não entenderam é que Deus havia preparado Moisés para essa posição. Sua liderança era ônus e não bônus, serviço e não exploração, doação e não recepção de benesses. Assim também em nossas vidas, mesmo quando saímos do Egito, podemos carregar o pensamento que todo o tipo de autoridade deve ser rejeitada, assim como Faraó. É necessário tirar essa marca do Egito de dentro de nós e resgatarmos a aceitação e apoio às lideranças que Deus mesmo levanta sobre nossas vidas no ambiente da família (Efésios 06. 02), no trabalho (Efésios 06. 05-09), na vida civil (Romanos 13. 01-04) e também na igreja (Hebreus 13. 07, 17).

Devemos respeitar, orar e trabalhar em conjunto com nossos líderes. 

A boa notícia é que Deus enviou o libertador. Moisés é uma figura de Cristo, nosso grande libertador. Podemos descansar na verdade que, não importa o tamanho da força do Egito e da voracidade de Faraó, "se o Filho os libertar, vocês serão, de fato, livres"  (João 08. 36 - NTLH).  Afinal, nosso Pai continua determinando: deixa meu povo ir!


AUTOR: Rodolfo Garcia Montosa 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

"ANO NOVO! 2013 COM JESUS!"

 
Chegamos ao final de mais um ano! Pela graça do nosso bom Deus vencemos mais uma vez! As lutas vieram, mas triunfamos, no Senhor Jesus, sobre todas elas. Jesus nos fez vencedores em tudo! Atravessamos vales escorregadios, desertos causticantes, tempestades bravias, montanhas que pareciam intransponíveis e saímos ilesos porque o Senhor esteve conosco!

            Este é um momento oportuno para refletirmos sobre o ano que passou. Com certeza muitas coisas boas e ruins aconteceram, mas em todas elas tivemos experiências que marcaram nossa vida para sempre. Para nós, que cremos na soberania de Deus, nada nos aconteceu por acaso, mas tudo teve um fim proveitoso. Como disse o apóstolo Paulo aos Romanos: “todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus”. Às vezes não entendemos certos acontecimentos, mas mesmo assim devemos ter o espírito de gratidão ao Pai, pois temos consciência de que Ele, com sabedoria infinita, controla todas as coisas.

            Um novo ano nos espera e com ele a esperança de dias melhores. As expectativas são muitas. Porém, o que acontecerá só Deus sabe! No entanto, acreditamos que Deus continuará nos abençoando. 

            A passagem de ano é um bom momento para projetar nosso futuro, sabendo que O homem faz planos, mas a resposta certa vem dos lábios do Senhor”, como diz a Palavra de Deus em Provérbios. Nesta oportunidade, queremos convidá-lo, juntamente com sua família, para fazer um projeto de vida. Um projeto a curto, médio e a longo prazo, colocando no papel aquilo que você deseja, não esquecendo sobretudo do lado espiritual, pois ele é fundamental. A Bíblia diz: “Buscai primeiro o Reino de Deus e as demais coisas serão acrescentadas”.
 
            O problema de muitas pessoas é que costumam deixar Deus em segundo plano e o resultado é uma vida embaraçada, enrolada, atrapalhada em todos os sentidos. O Salmo 34 diz: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará”. Confia no Senhor Jesus e Ele cuidará dos detalhes de sua vida no ano vindouro! Que Deus nos abençoe e nos faça prosperar!

 Que no ano de 2013, sua vida possa estar no centro da vontade de Deus, pois como o Senhor foi conosco em 2012, será também neste novo ano. Como diz no Salmo 46: "Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se projetem para o meio dos mares; ainda que as águas rujam e espumem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. O Senhor dos exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra."


AUTOR: Pastor Florêncio Moreira de Ataídes e Evangelista Geraldinho

emos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.

Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.)
Salmos 46:1-3
Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.

Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.

Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.)
Salmos 46:1-3
Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.

Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.

Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.)
Salmos 46:1-3
Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.

Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.

Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.)
Salmos 46:1-3
Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.

Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.

Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.)
Salmos 46:1-3

"OS 5 TIPOS DE PESSOAS - QUAL VOCÊ É?"

 
O autor Gordon MacDonald observa que há, nos relacionamentos, cinco tipos de pessoas. Num primeiro momento, categorizar as pessoas pode parecer meio frio e calculista, mas uma reflexão um pouco mais profunda sobre o tema pode ser profundamente libertadora e pode impactar os nossos relacionamentos de uma maneira fantástica. Vamos ver o que ele diz, e como isso pode nos ajudar:

Mentores: Primeiro, há as pessoas de quem aprendemos, ou mentores. São normalmente mais velhos e experientes, e de certa forma sabem o caminho para onde queremos ir. Nós precisamos buscá-los intencionalmente, investir em oração para encontrá-los e desenvolver relacionamento com eles, pois dificilmente virão atrás de nós.

Amigos Fiéis: O segundo tipo, são os amigos fiéis, aqueles que andam conosco lado-a-lado. São os parceiros de caminhada que compartilham da nossa visão e paixão. Se estivéssemos no exército, seriam os "companheiros de armas". Aqueles que enfrentam conosco as lutas, e que são amigos o bastante para fazerem perguntas difíceis e nos manterem honestos e na direção certa.

Aprendizes: O terceiro tipo, são os aprendizes ou ensináveis. Pessoas que aprendem conosco. Normalmente mais novos na fé, se apoiam em nós para aprender mais, e desenvolver sua fé e maturidade pessoal. Aqueles em quem fomos chamados a investir.

Legais: O quarto tipo são as pessoas "legais". Aqueles que usufruem da nossa paixão e visão, mas contribuem muito pouco para ela. São, na verdade, a grande maioria das pessoas, e corremos o risco de passar a maior parte do tempo tentando agradá-las.

Sugadoras: O quinto tipo são as pessoas "sugadoras", aquelas que sabotam a nossa paixão e visão causando conflitos e buscando conforto e reconhecimento constante. Sempre demandam ser paparicadas e celebradas.

Talvez, ao ler essas descrições, alguns nomes tenham surgido em sua mente. E é exatamente isso que devemos buscar, pois ao compreendermos a posição em que as pessoas se encontram, podemos ajustar nossas expectativas em relação a elas.

Exigindo o que não é possível

 
O fato é que nos frustramos porque não paramos para avaliar o papel das pessoas em nossas vidas. Quando espero desenvolver com alguém um relacionamento num nível em que não está capacitado a ter, minha decepção será inevitável. Por exemplo, se eu vejo um amigo como um parceiro lado-a-lado, mas ele é na verdade apenas legal, meus investimentos em desenvolver o relacionamento não serão correspondidos, e certamente me frustrarei.

Por outro lado, minha má avaliação pode também colocá-lo em situação difícil, que ainda não está preparado para lidar. Por exemplo, se eu vejo uma pessoa ensinável como um parceiro lado-a-lado, posso facilmente lhe causar sofrimento desnecessário ao inseri-lo em situações além de sua capacidade. Se eu exigir de uma pessoa legal, aprendizado e mudança de vida vou comprometer o relacionamento, pois isso vai além da simples amizade que ela deseja ter.

Desta forma, uma percepção do papel em que as pessoas atuam podem nos poupar sofrer e de causar sofrimento, pois nem nos expomos nem expomos aos outros a situações indesejadas ou a que não estamos preparados.

Mas há também o outro lado da moeda. Qual tem sido o meu e o seu papel diante dos relacionamentos que desenvolvemos? Da mesma forma que devemos investir prioritariamente nos três primeiros tipos de pessoas, precisamos buscar também ser um deles, evitando ao máximo sermos apenas legais, ou pior, sugadores.

Isso não significa que devemos obliterar as pessoas dos dois últimos tipos. Devemos tratá-las com dignidade e compaixão, afinal, elas também podem se tornar pessoas ensináveis e com o tempo grandes parceiras e até mentoras.

Nós precisamos aprender a investir o nosso tempo com sabedoria, e aprender a esperar das pessoas o que elas de fato podem nos oferecer e oferecer o máximo que pudermos a quem, de fato, pode melhor aproveitar. Assim podemos ter relacionamentos saudáveis e bem "resolvidos", em qualquer nível que seja.

Charles Chaplin disse que "cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso".

Estes são os 5 tipos de pessoas com quem nos relacionamos: Os Mentores - com quem aprendemos, os Amigos fiéis - com quem podemos contar, os Aprendizes (ensináveis) - que estão buscando o crescimento, os Legais - aqueles que querem se divertir, mas nada além disso, e os Sugadores - aqueles que demandam muito do nosso tempo e atenção, mas acrescentam pouco à nossa vida.

Que tipo de amigo você é?

A pergunta que eu preciso fazer é : "onde você se encaixa?". Que tipo de amigo você é?
Um mentor? Alguém que dá exemplo, mostra o caminho? Um amigo fiel? Alguém com quem os outros podem contar? Talvez seja um aprendiz, lutando para crescer e melhorar, ou uma combinação dos três?

O problema é se você for apenas um Legal, que só procura diversão e nada além, ou pior, um Sugador, que só pensa em si mesmo e nada acrescenta à vida de seus amigos.

Faça essa auto-avaliação. Se você estiver entre esses últimos, é hora de crescer. Repense suas atitudes e rompa com esses padrões de comportamento. Comece tornando-se um aprendiz, investindo no seu crescimento pessoal. Procure um mentor, alguém em quem possa se espelhar e encontrar ajuda. Leia bons livros, assista bons filmes e cresça. Em seguida, comece a investir nos relacionamentos. Logo você se tornará um amigo fiel e com o tempo, um mentor, e seus relacionamentos serão muito mais profundos e satisfatórios.

Se você já está entre os primeiros (mentor, amigo fiel e/ou aprendiz), meus parabéns! Você está no caminho certo. Continue investindo nas pessoas e deixe a sua marca.

Como afirma Charles Chaplin "...cada pessoa que passa em nossa vida deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós...". Então, que você possa sempre deixar algo muito bom.


AUTOR: ELY TORRESIN

 

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

"O ANIVERSARIANTE DE 25 DE DEZEMBRO!"

A família dEle não era rica nem pertencia à realeza, mas Ele deixou uma impressão de realeza no mundo.
Durante 30 anos, Ele aprendeu, com sua família, o ofício de carpinteiro. Com o que Ele tinha, não tirando do que os outros tinham, Ele lutou para trazer transformação para as pessoas no mundo.
Sem ter nenhum cargo político e nenhuma aspiração política, ele atraia e liderava multidões. Suas parábolas, com simplicidade, traziam promessas, inspiração e esperança. Ele dava lições sem possuir nenhum diploma universitário, mas todas as universidades juntas nunca alcançaram nem ensinaram nem muito menos transformaram tantos alunos.
Ele ajudava os pobres sem usar programas governamentais de assistência. Ele os ajudava com os recursos do Pai, não com recursos tirados de outras pessoas.
Ele curava os doentes sem usar nenhum sistema público de saúde. Ele os curava com a misericórdia do Pai, não com a pretensa misericórdia do Estado.
Ele alimentava os famintos sem usar bolsas-família do governo.
Para onde quer que fosse, Ele atraia multidões, que pareciam comícios, mas Ele nunca usou essas aglomerações para promover políticos e suas políticas. Pelo contrário, sabendo da influência dEle sobre o povo e como Ele não aceitava nenhuma aliança política, os políticos queriam matá-Lo.
Mas Ele não tinha medo deles, chegando a chamar um poderoso governante de “raposa”, termo que significava indivíduo maligno e oportunista.
Durante três anos, Ele exerceu Seu ministério renunciando à Sua profissão de carpinteiro, e Ele nunca fez menção de pedir verbas governamentais para Ele ou Seu ministério, que era voltado aos pobres de espírito. Sem pedir nem depender de nenhuma assistência governamental, Ele completou todo o trabalho que precisava ser feito.
Ele nunca viajou de jatinho particular. Na maioria das vezes, Ele andava a pé, e só em raríssimas ocasiões Ele andou de jumento.
Quando O prenderam por uma acusação falsa, nenhuma autoridade governamental apareceu para defender os direitos humanos dEle. E se a prisão dEle tivesse ocorrido hoje, os direitos humanos teriam sido usados contra Ele, por ter libertado mulheres da “profissão do sexo”, um cobrador de impostos e outros pecadores.
Ele foi preso por prometer e fazer coisas que os políticos prometem, mas nunca fazem.
Apesar de totalmente inocente, Ele não proferiu murmurações no tribunal.
Ele não tinha advogado, nem se importava com a influência dos que O estavam julgando, pois Ele sabia que no final há um Supremo Juiz diante do qual todos, juízes e políticos, terão de prestar contas.
O tribunal O condenou por falsos crimes e O sentenciou à morte, tudo porque Ele mudou corações e mentes de multidões com um grupo de apenas 12 homens. Ele foi condenado por ódio e inveja religiosa e política.
A morte dEle, mais do que qualquer política governamental, trouxe esperança e redenção para milhões de oprimidos. Diferente das ideologias que derramam o sangue de milhões, Ele derramou Seu próprio sangue por milhões.
Nunca antes houve um homem como Ele.
Por mais de dois mil anos, o mundo e suas ideologias têm tentado deturpar, sequestrar, corromper e até apagar a memória e os princípios de compaixão, ajuda e sabedoria dEle.
No mundo inteiro, os seguidores dEle são hoje centenas de milhões, que estão sofrendo ódio e inveja política e religiosa, em países comunistas e muçulmanos, que condenam os cristãos a torturas, prisão e morte, e nos próprios países ocidentais, que atacam o Cristianismo e seus seguidores com leis politicamente corretas que protegem a liberdade de expressão de islâmicos, comunistas, abortistas e gayzistas, mas deixam os cristãos sem amparo.
Mais e mais, países ocidentais que têm fortes tradições cristãs estão impondo, em nome da diversidade e pluralidade, o aparelhamento do Estado ao islamismo, ao homossexualismo e — e no Brasil — às religiões afro-brasileiras, enquanto o Aniversariante não pode ser lembrado no seu próprio aniversário. Os governos ocidentais têm cada vez mais banido a menção oficial do nome dEle no dia 25 de dezembro.
É claro que eles lembram aos cristãos que deve haver uma separação entre religião e Estado. Essa separação é necessária, pois quem matou Jesus, por ódio e inveja, foi exatamente a religião e o Estado. Aliás, o Estado precisa se separar de toda ideologia de ódio e inveja, inclusive o feminismo, o abortismo e o gayzismo.
Mas o Estado e seus políticos precisam de Deus. Do contrário, o ódio, a inveja e a corrupção sempre reinarão e o Estado sempre fará uma aliança com qualquer ideologia ou religião politicamente correta contra Ele e seus seguidores.
No Natal, vamos nos lembrar do Aniversariante, que nasceu para prometer as bênçãos de redenção, socorro e provisão do Pai para toda a humanidade e morreu para garantir o cumprimento.
AUTOR: Adaptado de: The Perfect Conservative. JÚLIO SEVERO

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

"ALIMENTANDO AS OVELHAS OU DIVERTINDO OS BODES!"


C.H. Spurgeon (1834-1892) era pregador, autor e editor britânico. Foi pastor do Tabernáculo Batista Metropolitano, em Londres, desde 1861 até a data de sua morte. Fundou um seminário, um orfanato e editou uma revista mensal chamada “Sword na Trowel”. Conhecido como “Príncipe dos Pregadores”, Spurgeon escreveu muitos livros e artigos, particularmente na área devocional. Deixou um legado de vida piedosa, marcada por um profundo amor ao Senhor Jesus Cristo e por dedicados esforços ara alcançar almas perdidas.

Existe um mal entre os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um mal tão grosseiro em sua imprudência, que a maioria dos que possuem pouca visão espiritual dificilmente deixará de perceber. Durante as últimas décadas, esse mal tem se desenvolvido em proporções anormais. Tem agido como o fermento, até que toda a massa fique levedada. O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo. A igreja abandonou a pregação ousada, como a dos puritanos; em seguida, ela gradualmente amenizou seu testemunho; depois, passou a aceitar e justificar as frivolidades que estavam em voga no mundo, e no passo seguinte, começou a tolerá-las em suas fronteiras; agora, a igreja as adotou sob o pretexto de ganhar as multidões.

Minha primeira contenção é esta: as Escrituras não afirmam, em nenhuma de suas passagens, que prover entretenimento para as pessoas é uma função da igreja. Se esta é uma obra cristã, por que o Senhor Jesus não falou sobre ela? .Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. (Mc. 16.15) . isso é bastante claro. Se Ele tivesse acrescentado: .E oferecei entretenimento para aqueles que não gostam do evangelho., assim teria acontecido. No entanto, tais palavras não se encontram na Bíblia. Sequer ocorreram à mente do Senhor Jesus. E mais: .Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres. (Ef. 04.11). Onde aparecem nesse versículo os que providenciariam entretenimento? O Espírito Santo silenciou a respeito deles. Os profetas foram perseguidos porque divertiam as pessoas ou porque recusavam-se a fazê-lo? Os concertos de música não têm um rol de mártires.

Novamente, prover entretenimento está em direto antagonismo ao ensino e à vida de Cristo e de seus apóstolos. Qual era a atitude da igreja em relação ao mundo? .Vós sois o sal., não o .docinho., algo que o mundo desprezará. Pungente e curta foi a afirmação de nosso Senhor: .Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. (Lc. 09.60). Ele estava falando com terrível seriedade!

Se Cristo houvesse introduzido mais elementos brilhantes e agradáveis em seu ministério, teria sido mais popular em seus resultados, porque seus ensinos eram perscrutadores. Não O vejo dizendo: .Pedro, vá atrás do povo e diga-lhe que teremos um culto diferente amanhã, algo atraente e breve, com pouca pregação. Teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que com certeza realizaremos esse tipo de culto. Vá logo, Pedro, temos de ganhar as pessoas de alguma maneira! . Jesus teve compaixão dos pecadores, lamentou e chorou por eles, mas nunca procurou diverti-los. Em vão, pesquisaremos as cartas do Novo Testamento a fim de encontrar qualquer indício de um evangelho de entretenimento. A mensagem das cartas é: .Retirai-vos, separai-vos e purificai-vos!.

Qualquer coisa que tinha a aparência de brincadeira evidentemente foi deixado fora das cartas. Os apóstolos tinham confiança irrestrita no evangelho e não utilizavam outros instrumentos. Depois que Pedro e João foram encarcerados por pregarem o evangelho, a igreja se reuniu para orar, mas não suplicaram: .Senhor, concede aos teus servos que, por meio do prudente e discriminado uso da recreação legítima, mostremos a essas pessoas quão felizes nós somos.. Eles não pararam de pregar a Cristo, por isso não tinham tempo para arranjar entretenimento para seus ouvintes. Espalhados por causa da perseguição, foram a muitos lugares pregando o evangelho. Eles .transtornaram o mundo.. Essa é a única diferença! Senhor, limpe a igreja de todo o lixo e baboseira que o diabo impôs sobre ela e traga-nos de volta aos métodos dos apóstolos.

Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos convertidos.


AUTOR: Charles Haddon Spurgeon

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

"VÍDEO DE MOTIVAÇÃO! NÃO DEIXE DE ASSISTIR!"


Um vídeo muito interessante, que nos mostra que não devemos parar jamais.

"SEMPRE HÁ UMA SAÍDA!"

 
Você está enfrentando grandes problemas e infortúnios? Não desanime. Há um provérbio popular que diz: "Na vida há jeito para tudo. Só não há jeito para a morte". Mas até para a morte existe uma saída. Continue lendo.

Acertou? Conquistou? Venceu? Glorifique a Deus por isso. Não se ensoberbeça. E avance. Novas lutas e desafios surgirão.

Errou? Assuma seu erro e não o cometa mais. Cometeu erros de novo? As consequências serão maiores, porém é preciso enfrentá-las. Não se prostre. Prossiga com humildade.

Fez planos? Ponha-os em prática. Não conseguiu executar o que planejou? Refaça seus projetos e procure pô-los em prática, de novo.

Começou a fazer alguma coisa? Não pare. Avance. Conclua seus projetos. Não consegue concluí-los? Refaça-os. Corrija-os. Faça outros. Recomece.

Empenhou sua palavra? Cumpra-a. Não conseguiu cumprir suas promessas? Isso pode acontecer, pois você é um ser humano. Peça perdão às pessoas ofendidas ou decepcionadas com você e procure reparar os erros cometidos, recompensando-as de algum modo.

Foi ofendido por alguém? Perdoe-o. Não consegue perdoar? Diga isso a Deus, mas não se vingue. A vingança pertence ao Senhor.

Tem uma responsabilidade? Não fuja dela, a menos que isso seja inevitável. Fracassou? Ou não cumpriram o que combinaram com você? Peça perdão a quem prejudicou, caso sinta que falhou. Não guarde rancor de quem o decepcionou ou mentiu para você. Siga em frente. Recomece.

Perdeu um ente querido? Sofrer por causa de sua ausência é inevitável... Mas recomece. Todo fim enseja recomeço. Está com uma doença incurável? E pode morrer ainda neste ano? A morte não é o fim. Se você é salvo em Cristo Jesus, parabéns! Você estará melhor do que este articulista e todos que estão lendo este artigo.

Ainda não tem a certeza da vida eterna? Ainda não entregou a sua vida a Jesus Cristo, o Salvador de todo aquele que nEle crê? Faça isso agora mesmo, pois a salvação eterna é a maior dádiva e a principal garantia que podemos receber nesta vida.


AUTOR: Pastor Ciro Sanches Zibordi