sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

"O MILAGRE DO NATAL!"


Mais do que um homem, o Nazareno foi um missionário, o filho de Deus que se fez carne e caminhou entre os homens levando sua mensagem de fé, esperança e renovação. Neste Natal faça uma reflexão sobre a vida de Jesus de Nazaré, seu exemplo desde menino até o momento que se entregou à cruz para nos salvar. Compartilhe essa lição de vida com seus amigos e medite sobre como o filho de Deus se sacrificou por nós do nascimento a morte.

Você já parou para pensar, algum dia, como era o homem Jesus?

Se nos inspirarmos nos Evangelhos podemos esboçar Sua aparência física e espiritual.
Verdadeiramente, Sua aparência física não está descrita nos Evangelhos, mas Ele sempre se mostra simpático e atraente. Causava profunda impressão na multidão, quando Se apresentava em público.

Tinha um corpo sadio, resistente ao calor e ao frio, à fome e à sede, aos cansaços das longas jornadas a pé, pelas trilhas das montanhas da Palestina.

Também ao cansaço por Sua atividade ininterrupta junto ao povo, que não Lhe deixava tempo nem para se alimentar.

Embora nascido em uma estrebaria, oculto aos olhos dos grandes do mundo, teve Seu nascimento anunciado aos pequenos, que traziam os corações preparados para O receber.

A orquestra dos céus se fez presente e a ópera dos mensageiros celestiais O anunciou a quem tivesse ouvidos de ouvir.

Antes de iniciar o Seu messianato, preparou-Lhe os caminhos um homem rude, vestido com uma pele de animal e que a muitos, com certeza, deve ter parecido esquisito ou perturbado.

Principalmente porque, num momento em que o povo aguardava um libertador que fosse maior que o próprio Moisés, ele falava de alguém que iria ungir as almas com fogo.
Enquanto todos aguardavam um guerreiro, que surgisse com seu exército numeroso para subjugar o dominador romano, João, o Batista, lhes falava do Cordeiro de Deus. E cordeiro sempre foi símbolo de mansuetude, de delicadeza.

Quando Ele se fez presente, às margens do Jordão, a sensibilidade psíquica de João O percebe e O apresenta ao mundo.

Esse ser tão especial tomou de um grão de mostarda e o fez símbolo da fé que move montanhas. Utilizou-Se da água pura, jorrada das fontes cristalinas, para falar da água que sacia a sede para todo o sempre.

Tomou do pão e o multiplicou, simbolizando a doação da fraternidade que atende o irmão onde esteja e com ele reparte do pouco que tem.

Falou de tesouros ocultos e de moedas perdidas. Recordou das profissões menos lembradas e as utilizou como exemplo, Ele mesmo denominando-Se o Bom Pastor, que conhece as Suas ovelhas.

Ninguém jamais O superou na poesia, na profundidade do ensino, na doce entonação da voz, cantando o poema das bem-aventuranças, no palco sublime da natureza.

Simples, mostrava Sua sabedoria em cada detalhe, exemplificando que os grandes não necessitam de ninguém que os adjetive, senão sua própria condição.

Conviveu com os pobres, com os deserdados, com os considerados párias da sociedade, tanto quanto visitou e privou da amizade de senhores amoedados e de poder.

Jesus, ontem, hoje e sempre prossegue exemplo para o ser humano que caminha no rumo da perfeição.

Embora visando sempre as coisas do Espírito, Jesus jamais descurou das coisas pequenas e mínimas da Terra.

É assim que Seu coração se alegra pelas flores do campo, as quais toma para exemplo em Sua fala, da mesma forma que as pequeninas aves do céu.

O Seu amor se dirigia sobretudo aos pobres, aos humildes, aos oprimidos, aos desprezados e aos párias.

E, justamente por conhecer a fraqueza e a malícia dos homens, sempre perdoa, enquanto Ele mesmo alimenta a Sua vida pelo cumprimento da vontade e do agrado de Deus, o Pai.


AUTOR: Ivan Bottion

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

"PASTOREANDO EM TEMPOS DE CRISE!"

 


Não é fácil pastorear em tempos de crise. Mas, qual pastor conseguiu o feito de pastorear em tempos sem crise? O pastoreio de Jesus, por exemplo, foi realizado em meio às mais diversas crises. Fizeram de tudo para destruí-lo, até que conseguiram matá-lo (sem, contudo, vencê-lo).

Moisés, por sua vez, exerceu sua liderança em meio à murmuração irritante de um povo que não se contentava com nada, e ainda se encantava com o que não vinha de Deus. E Daniel? Sua proeza ministerial mais fácil foi enfrentar os leões famintos em sua própria cova. A proeza difícil, essa sim, foi sobreviver aos invejosos que fizeram de tudo para que ele fosse não apenas afastado de seu cargo, mas morto publicamente. Isso é que é pastorear em tempo de crise.

Quer crise maior que a do pastor Oséias, que descobre que sua própria esposa estava fazendo programas sexuais com todo tipo de homens na cidade, enquanto ele se ocupava com a liderança de seu rebanho? Como pastorear em meio a esse tipo de crise?

Por onde passo encontro pastores em crise, boa parte deles querendo deixar suas igrejas. E muitos já o fizeram, pois não suportaram a pressão. Este ano um pastor conhecido meu se matou em meio a uma profunda crise de depressão. Terminou sua vida muito diferente daquele mesmo homem que encontrei há alguns anos, em um Congresso Internacional na África, numa reunião de evangelistas mundiais. Tirou a vida, tentando encerrar a dor da alma. Meu Deus! Que crise!

Eu, pessoalmente, entendo que a crise maior pela qual passa um pastor atualmente é a crise vocacional. Já houve tempos em que a vocação era uma certeza incontestável. Todos sabiam quem de fato era pastor. Entretanto, essa certeza hoje não mais existe. Há uma multidão se dizendo pastores, ainda que a maioria não o seja. Esbarrando nos verdadeiros pastores (sempre a minoria: veja a História), há pastores para todos os gostos: pastores jovens e inconvenientemente abusados (para parecerem moderninhos); pastores velhos e irrelevantes, sempre defendendo o passado; pastores tradicionais e anacrônicos, defensores ferrenhos do ritualismo pelo ritualismo; pastores liberais e permissivos, que transformam suas igrejas em becos escuros do mundo; pastores eletrônicos que pregam a si mesmos, utilizando-se de uma mensagem aparentemente evangélica; pastores mercantilistas, que negociam o rebanho como quem compra e vende ações na Bolsa. Há até pastores sem igreja: o cúmulo do pastoreio.

As consequências éticas de tudo isso surgiram nas últimas décadas. Os escândalos proliferaram na mesma proporção que brotavam do chão (e não do céu) os pastores de si mesmos. Não são poucas as agências financeiras que negam  emprestar dinheiro a pastores, pois o rombo do calote tem sido grande. Ser um fiel pastor nesse meio é viver uma intensa crise: a crise de Jeremias no meio dos falsos pastores (Jr. 23:01-02), a crise de Paulo em meio ao perigo dos “falsos irmãos” (IIº Co. 11:26), a crise de Moisés, ao descer do Sinai e encontrar os adoradores do Senhor envolvidos em orgias, idolatria e bebedeira (Ex. 32:06).

E o que dizer da crise dos filhos pastorais fora da igreja? A crise da esposa de pastor amargurada com o rebanho? A crise do não reconhecimento da fidelidade pessoal, enquanto o ímpio, que se autoproclama “pastor”, é alçado à categoria de homem honrado do ano?

Como pastorear em tempos de tanta crise? Primeiramente, é preciso ter consciência da vocação. Foi Deus quem o chamou e Ele é quem o sustentará diante das perseguições, calúnias, desprezos. Mire-se no exemplo dos profetas e dos apóstolos. Todos esperavam nada dos homens e aguardavam com bela expectativa “o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fl. 03:14).

Em segundo lugar, mantenha-se saudável. Concentre-se não apenas em sua saúde espiritual, mas também na saúde física, mental e emocional. Um bom pastor em tempos de crise precisa ser equilibrado emocionalmente para tomar decisões corretas. Precisa ser saudável fisicamente para conseguir realizar todas as tarefas (que não são poucas), precisa ainda ser ajustado mentalmente para transmitir com equidade a Palavra de Deus.
Para pastorear em tempos de crise é preciso ainda ter amigos. Observe os amigos que Deus lhe tem dado. Dentre eles deve haver uns dois ou três grandes amigos, com os quais você pode compartilhar a sua própria vida. Estes são os seus amigos de oração, que vão ouvi-lo atentamente, tomando um bom café num fim de tarde, e ainda serão capazes de gargalhar da vida.

É preciso fazer assim para sobreviver às crises. Sobrevive a elas, o pastor que não perde de vista a autenticidade de sua vocação, nem o cuidado com sua saúde, tampouco a bênção de compartilhar a vida com os verdadeiros amigos, e por eles ser socorrido.

Que seja assim. Amém!

AUTOR: Samuel Costa

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

"CANDIDATOS EVANGÉLICOS PARA VOTAR EM MINAS GERAIS NAS ELEIÇÕES DE 2014!"

Olá prezados e a paz do Senhor Jesus ! Vários pessoas têm me procurado pedindo para indicar alguém evangélico para votar. Apesar de não envolver-me com política, não custa ajudar quem está indeciso. Acho que NÃO DEVEMOS DAR O NOSSO VOTO PARA UMA PESSOA INCRÉDULA, que depois lutará contra OS PRINCÍPIOS CRISTÃOS.

 Lembre-se da Palavra de Deus: “QUANDO UM JUSTO GOVERNA O POVO SE ALEGRA”.

Só vote em pessoas que conhecem a Palavra de Deus. Ainda que algum não vai ser fiel, mas pelo menos a nossa parte foi feita...

Não apoio ninguém, por isso segue a lista dos Candidatos Evangélicos que eu conheço...

CANDIDATOS A DEPUTADO ESTADUAL


NORALDINO JUNIOR – nº 20123 (PSC) - Eu voto neste e recomendo.

PASTOR CARLOS – nº 33300 (PMN)

PASTOR JOAO -  nº 19100 (PTN)

PASTOR MATOZINHO – nº 28100 (PRTB)

PASTORA MARIA - nº 20101 (PSC)

PASTORA MIRIAN ROCHA - nº 70330 (PT do B)

PASTOR MIQUÉIAS – nº 36010 (PTC)

PASTOR ROBERTO JUSTO – nº 70987 (PT do B)

PASTOR RODRIGO HENRIQUE – nº 36223 (PTC)

PASTOR TIAO BITENCOURT – nº 70610 (PT do B)

PASTOR VANDERLEI MIRANDA – nº 15000 (PMDB)

MISSIONÁRIO MARCIO SANTIAGO – nº 14789 (PTB)

IRMA GRACINHA – nº 33250 (PMN)

IRMÃ IRACEMA – nª 51140 (PEN)

CABO JÚLIO – nº 15190 (PMDB)

JOÃO LEITE – nº 45777 (PSDB)



CANDIDATOS A DEPUTADO FEDERAL


WALTER TOSTA – nº 5567 (PSD) - Eu voto neste e recomendo.

PASTOR AGUINALDO – nº 4001 (PSB)

PASTOR ALEXANDRE AMORIM – nº 1077 (PRB)

PASTOR EFRAIM LENINI – nº 3610 (PTC)

PASTOR FRANKLIN LIMA – nº 7012 (PT do B)

PASTOR GERALDO MAGELO – nº 3637 (PTC)

PASTOR JOSÉ MENDES PAPAGAIO – nº 1561 (PMDB)

PASTOR MARCELO – nº 3614 (PTC)

PASTOR MARCELO – nº 3635 (PTC)

PASTOR OVÍDIO – nº 1277 (PDT)

PASTOR WALTER MOURISSO – nº 3639 (PTC)

PASTOR WANDER CARLOS – nº 7002 (PT do B)

PASTOR WELLINGTON DO CREDEQ – nº 1900 (PTN)

PASTORA SILVANA – nº 2067 (PSC)

MISSIONÁRIO TEO – nº 1247 (PDT)

IRMÃO NELSON – nº 1715 (PSL)

ISAIAS SILVESTRE – nº 4077 (PSB)

LEONARDO QUINTÃO – nº 1500 (PMDB)


SENADORES

Para Senador em Minas Gerais, está muito fraco nesta eleição, porém eu votarei em

ANTÔNIO ANASTASIA - nº456 (PSDB) ou MARGARIDA VIEIRA - nº 400 (PSB)


GOVERNADOR (Nunca esteve tão fraco em Minas Gerais)

Por falta de opção devo votar em TARCÍSIO DELGADO - nº 40 (PSB)

PRESIDENTE

MARINA SILVA - nº 40 (PSB) - Eu voto nela e recomendo.


Quero deixar claro, que não estou forçando ninguém a votar em ninguém. Pediram para postar os candidatos e a minha opinião em quem votar. Caso você não concorde, é livre para votar em quem quiser.