quinta-feira, 30 de julho de 2015

"INSCRIÇÕES ABERTAS!"

"ATENÇÃO PESSOAL"



ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA OS CURSOS


BÁSICO EM TEOLOGIA (Valor R$ 35,00)

MÉDIO EM TEOLOGIA (Valor R$ 60,00)
 

As aulas terão início no dia 03/08/15 (Todas as segundas-feiras) das 19:30hs as 22:00hs.

Local: Igreja Evangélica Assembleia de Deus. Rua da Conceição, nº 146. Centro. Viçosa-MG.

Não perca a oportunidade de aprender mais e melhor a Palavra de DEUS.

Cursos reconhecidos por todas as Instituições Evangélicas e são cursos Interdenominacional.

Você que mora em Viçosa-MG e região. faça já a sua inscrição.

Contatos: (31) 8807-0678 (Oi)
                  (31) 9766-7678 (Vivo)
                  (31) 8210-7678 (Claro)

e-mail: galmeidaf@gmail.com



segunda-feira, 22 de junho de 2015

"7ª SEMANA DA PALAVRA"

Você não pode ficar de fora. Participe!!!


(12 e 13/07) O Fruto do Espírito – Palestrante: Pastor Eliel Sobrinho (São Paulo-SP). Conferencista, Professor de Teologia, Pregador itinerante, pesquisador de hebraico, grego e latim.

(14/07) Frutificando na Família – Palestrante: Pastora Joceli Valadares (Viçosa-MG). Graduada em Missão Integral, Professora de Teologia, Conferencista na área Familiar.

(15/07) Frutificando na Obra de Deus – Palestrante: Pastor Elizeu Maia (Carangola-MG). Conferencista, Pregador itinerante, pastor dirigente de Igreja.

(16/07) Frutificando na Palavra de Deus – Palestrante: Pastor Geraldo de Almeida Filho (Viçosa-MG). Pós-graduado em Docência do Ensino Superior. Graduado em Administração e em Teologia, Licenciado em Filosofia.

(17/07) Frutificando na Saúde e na Doença – Palestrante: Pastor Moisés Pinto (Juiz de Fora-MG). Médico Neurologista, Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Conferencista.

Será vendido somente por encomenda uma APOSTILA com todos os estudos ministrados nesta semana. Valor R$ 10,00 aproximadamente. Pedidos: e-mail: galmeidaf@gmail.com - Fones: (31) 3891-4400 (Kellton). (31) 9766-7678 ou (31) 8210-7678 (Pastor Geraldo).

sexta-feira, 5 de junho de 2015

"MANTENDO UM CORAÇÃO DE PASTOR!"

 



Um dos órgãos chaves para o pastor é o seu coração, tanto no sentido concreto ou físico do termo quanto no sentido figurado.
 
Um pastor verdadeiro precisa ter um bom coração e um coração doente. Ele precisa ter o coração inchado, um coração grande. Pois as exigências para ele são muito grandes e intensas.

Um dos perigos que corremos na jornada é exatamente o de perdermos o coração pastoral. Isso é muito grave pois “O que há dentro da pessoa é que sai dela” (B. Wilkinson).

Que tipos de forças podem levar um homem de Deus a perder o seu coração de pastor?

1) As pressões do próprio ministério : Lidar com pessoas é muito complicado e as expectativas das igrejas nem sempre são coerentes.

2) As dificuldades financeiras: É muito difícil pastorear com a cabeça cheia de preocupações monetárias.

3) A falta de resultados almejados: Numa cultura de sucesso aliada aos números é frustrante não poder anunciar grandes resultados.

4) As lutas familiares: é excruciante pastorear tendo problemas em casa.

5) As ciladas de Satanás: ele está a todo instante tentando arrancar o nosso coração.

6) A perda dos antigos sonhos: A realidade sonhada no seminário ou no início do ministério quase sempre é bem contrastante com a realidade que se vive.

7) A desvalorização da pessoa do pastor diante da sociedade: A pessoa do pastor perdeu muito do seu destaque que tinha no passado.

A Bíblia nos dá uma grande advertência em Ap. 2.2-4. Esta mensagem enviada a uma igreja pode ser aplicada a nós, pastores. O texto nos mostra que é possível ser ativo no trabalho eclesiástico, ser ortodoxo na doutrina, manter-se firme diante das contrariedades, desenvolver muitas atividades ministeriais e contudo, perder o coração de pastor.
O pastor pode perder seu coração em dois sentidos: No ético e no espiritual.

Eticamente o pastor perdeu seu coração:

1- Quando ele passa a tentar manipular o rebanho;

2- Quando o uso de práticas politiqueiras, imorais e antiéticas são usadas como algo comum;

3- Quando ele vive uma vida de contraste entre aquilo que prega e aquilo que realmente se vive;

4- Quando a hipocrisia passa a ser a base dos relacionamentos interpessoais;

5- Quando ele passa a ter uma visão utilitarista das pessoas, deixando de vê-las como ovelhas que precisam de ministração e passando a vê-las apenas como fonte de algum tipo de benefício pessoal.

Espiritualmente, o pastor perdeu seu coração:

1- Quando se transformou em um profissional do púlpito, quando ele busca a palavra de Deus apenas para “preparar” mensagens e prega por obrigação e não por paixão;

2- Quando ele se transforma em um frio administrador de uma máquina eclesiástica;

3- Quando ele passa a ser duro e radical nas relações, vivendo sempre na defensiva;

4- Quando a pregação passa a ter no castigo e na cobrança suas maiores ênfases;

5- Quando ele perdeu a alegria do contato pessoal;

6- Quando se esquece da dimensão terapêutica do ministério;

7- Quando ele perde de vista a graça de Deus em sua vida.

Em resumo, perdemos o nosso coração de pastor, tanto ética quanto espiritualmente, quando as coisas se tornam mais importantes do que as pessoas e o ter se torna mais importante do que o ser, o subjugar mais importante do que ministrar e principalmente quando deixamos de ter experiências novas e profundas com Jesus.

Como manter um coração de pastor?

1- Mantendo bem vivo diante de nós quem foi que nos chamou.
“...tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé.” (Hb 12.2a)

2- Mantendo bem vivo diante de nós para o que fomos chamados.
"Pastoreiem o rebanho de Deus que está aos seus cuidados”. (1 Pe 5.2 a)

3- Buscando sempre a ajuda de outros que possam nos apoiar na jornada.
“Alegrei-me “com a vinda de Estéfanas, Fortunato, e Acaico, porque eles supriram o estava faltando da parte de vocês. Eles trouxeram alívio ao meu espírito.”( 1Co 16.17- 18 a)

4- Avaliando sempre a nós mesmos com perguntas do tipo: “Qual é a nossa motivação?”
“Examinemos e coloquemos a prova os nossos caminhos e depois voltemos ao Senhor” (Lm. 3.40)

5- Avaliar se algum tipo pecado tem tomado espaço em nossas vidas.
“Examine-se cada um a si mesmo,”1 Co 11.27

6- Avaliar se temos confiado mais em nossa própria capacidade ou métodos do que no poder de Deus para fazermos a obra.
“Alguns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós confiamos no nome do Senhor, o nosso Deus”. Sl.20.7

7- Relaxando, procurando algo prazeroso sem tensão para fazer sozinho e junto com a família.
“Vinde e descansai a parte”

Enfim, pastores: cuidem do coração de vocês. “De tudo que se deve guardar guarda o teu coração porque dele procedem as saídas da vida.” Afinal, há muita gente dependendo do teu coração.


AUTOR: Edmilson Correia de Abreu

quarta-feira, 27 de maio de 2015

"A SERENIDADE DE JESUS!"




Marcos 4: 35-41

Mais um dia na vida de Jesus que mostra sua atenção com a multidão, com os discípulos e consigo mesmo. Ele tinha urgência em ensinar, manifestar seu poder, preparar os discípulos para cuidarem das ovelhas que não têm pastor, sua compaixão; e para salvar o pecador, seu sofrimento. Mas no lago ele planejou outra lição: manter a serenidade em diferentes situações. O que Jesus ensinou aos discípulos naquele momento e nos ensina até hoje? 

A serenidade na decisão - Neste dia Jesus dedica-se a ensinar a multidão sobre o reino de Deus, fala por parábolas a ela e explica em particular aos discípulos (Marcos 4.34). Ao entardecer toma algumas decisões: chama os discípulos para irem ao outro lado do lago (v 35); dorme na parte detrás do barco (v 38), reclinando sua cabeça sobre uma almofada (v 38). Como Jesus pôde parar o ensino para ir descansar? Todos nós precisamos tomar decisões e, principalmente, ter o momento de descansar. Por mais urgente que fosse a tarefa de Jesus, ele parou e dormiu comodamente. O descanso no Senhor é o primeiro passo para manter a serenidade nos momentos de decisão (Salmo 37.5).

A serenidade na tempestade - De repente o vento sopra e as ondas cobrem o barco que vai enchendo de água. Jesus é acordado pelos discípulos ouvindo: "- Mestre! Nós vamos morrer!" (v 38 - NTLH). Quantas vezes somos surpreendidos com a chegada das tempestades da vida, estamos em meio ao perigo e o medo pode nos agitar e, da mesma maneira que os discípulos, nos fazer olhar para as circunstâncias. Os discípulos não se deram conta que Jesus deu a ordem; estava com eles no barco e na tempestade permaneceu tranquilo. A tempestade vem com certeza. Nosso passo mantém-se sereno porque nossos pés estão firmados na rocha (Mateus 7.24-25).

A serenidade ao falar - "O Senhor não se importa com isso?" (v  38 - NTLH). Esta foi a pergunta dos discípulos a Jesus que se levanta e fala duramente com o vento e o lago; exige da natureza quietude. Depois de tudo se acalmar fala aos discípulos e com uma pergunta os faz refletir sobre a fé (v 40). Quando falamos com serenidade as verdades são ouvidas com clareza e profundidade. Jesus estimulou os discípulos a crescerem na fé, afinal em um breve espaço de tempo não estaria mais presente fisicamente. A serenidade da fala desafiadora de nossa fé, estimula o passo contínuo e crescente para atingirmos a estatura espiritual de Cristo (Efésios  4.13). 

"- Que homem é este?" (v 41 - NTLH). Havia um questionamento entre os discípulos e possivelmente entre nós. Ele é Jesus Cristo, o Filho de Deus, que tem todo o poder nos céus, na terra e debaixo da terra (Filipenses 2.10). Aquele que opera maravilhas e milagres, e o maior deles é nos transformar. Mais de Cristo significa aprender dele a manter a serenidade nas diferentes situações.

AUTOR: Maria Helena Santos Faleiros

quinta-feira, 21 de maio de 2015

"LANÇAMENTO!"

ADQUIRA JÁ A SUA!!!

APOSTILA CONTENDO DOIS ESTUDOS BÍBLICOS



Estudos ministrados pelo Pastor Geraldinho em um Seminário para Líderes e Professores de Escola Bíblica Dominical .

Assuntos Abordados:

Os Dons Espirituais em Iª Coríntios

1-    Dons do Espírito Santo......................................................................................2
2-    Quando entram em Ação...................................................................................2
3-    O que devemos Observar? ...............................................................................3
4-    Classificação dos Dons Espirituais....................................................................3
5-    O Batismo no Espírito Santo..............................................................................6
6-    Explicando os Textos de Paulo em Iª Coríntios 14............................................7
7-    Conclusão..........................................................................................................8
  

A Oração de Jesus pela Unidade da Igreja

8-    Introdução..........................................................................................................9
9-    Conceito de Unidade.......................................................................................10
10-  Unidade que agrada a Deus...........................................................................10
11-  A Oração de Jesus.........................................................................................12
12-  A importância da Unidade...............................................................................14
13-  Elementos indispensáveis a Comunhão.........................................................16
14-  Conclusão.......................................................................................................16
15-  Referências Bibliográficas...............................................................................17
16- O Autor.............................................................................................................19

Por apenas R$ 10,00 (Dez reais) + frete

OBS: O valor do frete dependerá de cidade do comprador.

Peça a sua já ! Pedidos: geraldinho_ufv@hotmail.com

quarta-feira, 20 de maio de 2015

"DEUS TE CHAMA PELO NOME!"


ISAÍAS 45. 01-05

1 Assim diz o SENHOR ao seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações ante a sua face, e para descingir os lombos dos reis, e para abrir diante dele as portas, que não se fecharão.

2 Eu irei adiante de ti, endireitarei os caminhos tortuosos, quebrarei as portas de bronze e despedaçarei as trancas de ferro;

3 dar-te-ei os tesouros escondidos e as riquezas encobertas, para que saibas que eu sou o SENHOR, o Deus de Israel, que te chama pelo teu nome.
4 Por amor do meu servo Jacó e de Israel, meu escolhido, eu te chamei pelo teu nome e te pus o sobrenome, ainda que não me conheças.
5 Eu sou o SENHOR, e não há outro; além de mim não há Deus; eu te cingirei, ainda que não me conheças.

DEUS NOS CHAMA PELO NOME

Eu me lembro do primeiro dia em que cheguei a escola. Foi um dia marcante!
Até então eu só conhecia o aconchego e a segurança do lar.
E ter que me relacionar com tantas crianças ao mesmo tempo foi um trauma logo no primeiro momento.
A professora começou a fazer a chamada na ordem alfabética. Foram minutos de grande expectativa até que ela chegou a letra “E” e chamou o meu nome... 

EURÍPEDES!

Eu respondi: PRESENTE!

Devido à minha timidez e por estar em um ambiente totalmente novo, eu senti aquele friozinho na barriga.
Na minha ingenuidade eu me perguntava: “Como a professora sabe o meu nome?”.
Ser chamado pelo nome por alguém que eu não conhecia previamente transmitiu-me uma sensação agradável e mudou minha vida a partir daquele momento porque eu me senti importante e valorizado. 
Mais tarde eu descobri que a professora me chamou pelo nome porque ela tinha uma lista de todos os alunos.

Deus também sempre nos chama pelo nome.

Diferente dos padrões humanos, Ele nos chama pelo nome porque nos conhece.

Em Lucas, capítulo 19, do verso 1 em diante está escrito que Jesus entrou em Jericó e estava atravessando a cidade.
Lá havia um homem chamado Zaqueu, que era um rico cobrador de impostos.
Ele queria saber quem era Jesus, mas era de baixa estatura e não conseguia ver Jesus porque a multidão atrapalhava a sua visão. 
Ele correu e subiu em uma árvore para tentar ver Jesus.
Lá vinha Jesus no meio da multidão… imprensado pelas massas…
Quando Jesus chegou perto da árvore onde Zaqueu estava... ele olhou para cima, e gritou bem alto:
ZAQUEU! DESÇA DEPRESSA PORQUE HOJE EU VOU REPOUSAR EM SUA CASA!

Jesus chamou Zaqueu pelo nome! 

Zaqueu desceu rápido e veio estar com Jesus.

Zaqueu sonhava ver Jesus de longe, mas teve a oportunidade de receber Jesus em sua própria casa.

Para quem não sabe: Zaqueu era um ladrão de luxo. Ele se aproveitava de sua profissão de coletor de impostos para desviar dinheiro para sua “conta corrente”.
No verso 8 há o registro de que a sua experiência com Jesus o levou a arrepender-se dos seus pecados e tomar a decisão de devolver quatro vezes mais o valor da quantia que ele havia furtado.

O simples fato de alguém nos chamar pelo nome faz uma diferença enorme em nossa vida, especialmente quando esse alguém é o SENHOR dos Exércitos!

A vida de Zaqueu foi transformada a partir do momento que Jesus o chamou pelo nome. E esta foi a maior experiência de Zaqueu em toda a sua vida.
Um homem que havia sido pequeno a vida inteira, não somente na estatura, mas principalmente no caráter, de repente cresceu.

Naquele dia Zaqueu não somente convidou Jesus para entrar em sua casa, mas, também o convidou para entrar em sua vida.
A sua vida foi transformada! Mas tudo começou quando Jesus o chamou pelo nome.

Zaqueu não conhecia Jesus, mas Jesus o conhecia.

Esse é o Deus que conhece todas as pessoas... O Deus que chama estranhos pelo nome...

Em Isaías 45. 1-5, o texto onde está baseada a pregação de hoje, há o registro de que Deus chamou um rei pagão pelo nome – Ciro!

Ciro governou a Babilônia de 539 a 530 a.C.
Em 2 Crônicas 36. 22-23 e Esdras 1. 2-3 está escrito que Ciro, através de Decreto, deu permissão aos hebreus cativos da Babilônia para retornar à Palestina e reconstruir o templo.
Ele também ordenou a reconstrução de Jerusalém.
Ciro não conhecia a Deus. Ele não tinha nenhuma herança religiosa que apregoasse um Deus único.

Ele era o rei de uma poderosa nação pagã que havia escravizado o povo de Israel.
O Profeta Isaías fez referência a ele:

“Assim diz o SENHOR ao seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações ante a sua face, e para descingir os lombos dos reis, e para abrir diante dele as portas, que não se fecharão. Eu irei adiante de ti, endireitarei os caminhos tortuosos, quebrarei as portas de bronze e despedaçarei as trancas de ferro; dar-te-ei os tesouros escondidos e as riquezas encobertas, para que saibas que eu sou o SENHOR, o Deus de Israel, que te chama pelo teu nome. Por amor do meu servo Jacó e de Israel, meu escolhido, eu te chamei pelo teu nome e te pus o sobrenome, ainda que não me conheças. Eu sou o SENHOR, e não há outro; além de mim não há Deus; eu te cingirei, ainda que não me conheças.

O mais surpreendente é que essa profecia foi escrita por Isaías quase dois séculos antes do nascimento de Ciro. 
O SENHOR chamou Ciro pelo nome quase duzentos anos antes do seu nascimento.

Sabe o que isso significa?

Deus já o conhecia!

Deus me conhece! Deus conhece você! Deus conhece cada um de nós!

Há muito tempo que o SENHOR tem procurado firmar um relacionamento de amor com você.
Em 1 João 4. 19 está escrito que “nós amamos porque Deus nos amou primeiro”.
O SENHOR conhece você muito mais do que o seu nome.
Ele conhece a sua dor... Ele conhece os seus sonhos... Ele conhece todos os detalhes da sua vida.
Ele conhece as nossas falhas e os nossos pecados. 

Você se pergunta: “Será que Deus está mesmo interessado em se relacionar comigo?”

Não subestime o Amor de Deus!

Em Romanos 5. 8 diz que Deus mostrou o seu amor por nós quando enviou Cristo para morrer em nosso lugar enquanto ainda éramos pecadores perdidos. 
É possível que agora você esteja ouvindo a voz de Deus em seu coração... 
Ele está te chamando pelo nome...
Ele quer que você dê uma resposta ao seu amor...
Ele está dizendo: “Eu sou o SENHOR que te chama pelo teu nome... Eu sou o SENHOR, e não há outro; além de mim não há Deus; eu te chamei pelo teu nome e te pus o sobrenome... eu te cingirei, ainda que não me conheças”.
O nome identifica a pessoa. Quem não tem nome, não tem identidade... Não existe!




AUTOR: Reverendo Eurípedes da Conceição

"PORQUE JESUS ME AMA?"



Por que Jesus me Ama? "Oh! Por que Jesus me ama? Eu não posso explicar!". Este é o trecho de uma música escrita há muitas décadas atrás. Todavia, não creio que alguém ainda tenha conseguido apresentar uma resposta que seja, no mínimo, satisfatória. Tentar entender as razões que levam Jesus a me amar é uma questão indecifrável, porém um sentimento é perfeitamente perceptível: "o Teu amor me constrange" - II Coríntios 5:14.

Por que Jesus me ama? Eu não posso explicar, pois sou tão inconstante e frequentemente me encontro nos labirintos das incertezas. Ainda assim Ele aparece como "Lâmpada para meus pés" - Salmos 119:105.

Por que Jesus me ama? Eu não posso explicar, pois sou pecador e indubitavelmente o afronto com minhas infantilidades espirituais. Ainda assim Ele surge como Aquele que "Perdoa os pecados e me purifica de toda injustiça" I João 1:9.

Por que Jesus me ama? Eu não posso explicar, pois muitas vezes insisto em trilhar caminhos desérticos e distantes. Ainda assim Ele se revela com a promessa de "Derramar águas sobre o sedento, e correntes sobre a terra seca" - Isaías 44:03.

Por que Jesus me ama? Eu não posso explicar, pois às vezes no meu intimo quero lutar e desembainhar a espada da ignorância contra meu próximo. Ainda assim Ele me aconselha: "não por força nem poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos" - Zacarias 4:6.

Por que Jesus me ama? Eu não posso explicar, pois de vez em quando me perco na onda da tristeza e me deixo levar até as profundezas da fraqueza intrínseca a minha existência. Ainda assim sou confrontado, pois: "Nem altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura me separará do amor de Deus, que está em Cristo Jesus" Romanos 8:39.

Por que Jesus me ama? Eu não posso explicar, pois mesmo quando subo no palco da vida e escuto os aplausos das multidões, às vezes, parece que está tudo errado. Ainda assim Ele me instrui a perceber que "o coração do homem propõem o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos" - Provérbios 16:9.

Por que Jesus me ama? Eu não posso explicar, e tenho certeza que até mesmo vivendo toda a eternidade será pouco para tentar desvendar uma resposta que consiga, ao menos, se aproxima das reais intenções que fazem o coração de Jesus bater no ritmo do amor. Nunca saberei por que Jesus ainda insiste em me amar, porém viverei tentando ser a manifestação deste amor tão incompreensível e desafiadoramente constrangedor.


AUTOR: Desconhecido. 

quarta-feira, 29 de abril de 2015

"INIMIGOS DA VOCAÇÃO!"


Conhecemos muitas pessoas inteligentes e capazes, mas no que se refere a obra é necessário muito mais que habilidade humana, é necessário dependência de Deus.

Lutero aborda esta questão da seguinte forma: " A vocação não deve ser assumida levianamente, pois não é o suficiente que uma pessoa tenha conhecimento. Ela precisa estar certa de haver sido devidamente vocacionada. Aqueles que exercem o ministério sem devida vocação almejam bom propósito, mas Deus não abençoa os seus labores. Eles podem ser bons pregadores, mas não edificam."É por isso que palavras bonitas e bem colocadas não edificam e nem mudam vidas. O papel pastoral é muito superior a um show ou apresentação. Somos canais de Deus e não podemos nos esquecer nunca que não somos nós, pastores, que temos o poder de mudar as vidas, mas sem dúvida somos uma ferramenta usada por Deus para encaminhar as vidas sedentas até Ele. Não despreze o seu chamado, Deus é quem te chamou e é fiel e justo para ajudá-lo nas suas limitações e dificuldades.

Segundo a junta de Educação teológica da Igreja Presbiteriana do Brasil, vocação pode ser definida nos seguintes termos: O chamado para o ministério é diferente em, pelo menos, três sentidos: (1) não se baseia em tendências, mas no chamado de Cristo mediante o conhecimento de sua vontade e o testemunho interior do Espírito Santo; (2) não objetiva uma profissão nem um cargo para realização pessoal, mas uma posição de serviço que requer abnegação e transformação de caráter; e (3) implica o cumprimento exemplar de obediência à Palavra em todo o processo de crescimento espiritual, e capacitações e habilitações para a pregação e o cuidado público e individual.

A vocação pastoral possui inúmeros inimigos:

1) Relativismo Missional
Jedeias citando Richard Baxter aborda que o obreiro vocacionado precisa ter cuidado com a fragmentação do evangelho, pois neste mundo tão ávido por novidades podemos incorrer inconscientemente, em oferecer fórmulas rápidas. Deus nos chamou com o objetivo de anunciar sua palavra que é rica e profunda, pois o evangelho é tão simples que uma pessoa iletrada pode entender e ao mesmo tempo é tão profundo que os mais hábeis cientistas não conseguem compreender. Não podemos esquecer que no evangelho além das bênçãos está embutido também a renúncia.
Este mundo pós moderno tenta sufocar as convicções da igreja, mostrando a inversão de valores através do relativismo. Não podemos esquecer que o homem é complexo, mas o evangelho é completo.

2) Pragmatismo Missional
Vivemos em um mundo capitalista e competitivo, e esse vírus do crescimento a qualquer custo muitas vezes quer contaminar o ambiente cristão.

Porque nós não estamos como tantos outros, mercadejando a Palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus" (2 Co 2.17).
Rubens Ramiro Muzio em seu livro DNA da Liderança Cristã, declara que muitos estão deixando de buscar orientação de Deus e estão  buscando estratégias mercadológicas coorporativas apenas. Nós pastores entendemos que administrar a igreja não é o mesmo que administrar uma empresa, podemos até emprestar algumas ferramentas para melhor atender a comunidade cristã, mas o perfil da igreja é completamente antagônico ao da empresa, toda e qualquer formação secular deve estar subordinada a nossa missão de proclamadores da palavra de Deus.

Muzio enfatiza que as propostas de crescimento não deve ser pautada em marketing, mas em visão missional contextualizada na teologia bíblica. Segundo Jedeias de Almeida muitos buscam crescimento a qualquer custo e sob qualquer bandeira.

Como vocacionados precisamos buscar em Deus equilíbrio para entender, que há momentos em nosso ministério que o crescimento se dá por outras formas e não somente em um rol de membros. Um planta, outro rega e outro colhe; porém, o crescimento vem de Deus. "De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento." 1 Coríntios 3:7.

É
inegável que nenhum pastor quer terminar o ano com o mesmo número de membros que iniciou, mas muitas vezes  o crescimento se dá em consolidação dos recém convertidos. Não podemos nos esconder atrás do ócio, mas também devemos ter claro em nossa mente que Deus dá o crescimento: 

3) Subjetivismo Missional
Jedeias em sua tese de doutorado, cita que atualmente pessoas tem escolhido, viver uma vida equivocada achando que a seleção para o ministério se faz na perspectiva do mercado, necessidades da oferta e da procura e não pela direção do Espírito  Santo. Tais escolhas estão fadadas ao fracasso, pois ser vocacionado não é buscar emprego.

Anísio Batista Dantas "Quem pensa que é fácil ser pastor não passa de um mal informado, ignorante e prepotente. Ser pastor não é ser dirigente de culto, é ser dirigente de vida e transmitir tudo aquilo que o doador da vida deseja que todos os homens recebam. Ser pastor não é falar bonito, ser bom orador. Ser pastor é ter paixão pelas almas".

Outro aspecto que Rubens Muzio aborda em seu livro, o pastor desde século precisa ter habilidades para corresponder as exigências atuais. Jedeias comenta que há pessoas que buscam capacitações e treinamento no nível corporativo e deixam de buscar o maior e melhor professor que é o Espírito Santo. Tais capacitações visam o antropocentrismo, e muitos se esquecem que ser vocacionados é viver uma vida cristocêntrica.

Administradores são indicados, governos são eleitos para um tempo específico e determinado, mas o pastor é chamado e vocacionado por Deus para ser porta voz em tempos de guerras e paz. Mac Arthur disse: Um chamado divino é inigualável, concedido a homens eleitos por Deus para serem ministros de Sua Palavra e servos de sua igreja.

Nossa vocação não é fruto da mão do homem, "Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros João 15: 16 mas sim de uma escolha diretiva do Senhor, não devemos nos esquecer que estando em um  pequeno centro populacional ou em uma megalópole, pastoreando uma "pequena ou grande" igreja, tendo inúmeras habilidades ou sendo "limitados por vários contextos", foi Deus em seu olhar eterno que nos arrebanhou para sua cearaSomos privilegiados por Deus nos conceder tão grande responsabilidade de pastorear pessoas e ver que através de ministrações, de aconselhamentos e proposta de intervenções, almas são transformadas pelo poder que há no nome de Jesus e na Palavra de Deus. Somos abençoados por ver um Deus tão poderoso cuidar de maneira tão especial de nós e de nossas famílias. Às vezes temos dificuldades, mas não existe nada melhor do que sabermos que estamos cumprindo as ordens de nosso comandante (Deus) e ter convicção de que vai dar tudo certo, porque é Ele que está no comando. A este Deus que tudo sabe, que tudo vê, A  ele seja Glória, pelos séculos dos séculos. Amém-  I Pedro 05: 11.

AUTOR: Pastor Alessandro Francisco da Silva